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Lee Carsley teme perder o foco se falar sobre emprego permanente na Inglaterra | Inglaterra

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David Hytner at Helsinki Olympic Stadium

Lee Carsley tentou explicar por que está tão relutante em dizer se deseja ou não o cargo de técnico da Inglaterra de forma permanente, insistindo que tudo se resume a um foco profissional.

O técnico interino ocupou o mesmo cargo interino anteriormente em Coventry, Brentford e Birmingham e admite que gastou tanta energia pensando no que poderia acontecer com ele no longo prazo nesses clubes que se esqueceu de fazer o trabalho que tinha em mãos.

Carsley falou depois que sua seleção inglesa venceu por 3 a 1 na Liga das Nações contra a Finlândia, em Helsinque, uma espécie de resposta após a caótica derrota por 2 a 1 em Wembley. contra a Grécia última quinta-feira.

“Estou definitivamente relutante porque no passado, quando desempenhei esta função de zelador ou interino, fui tão longe no ‘Não quero o trabalho (ou não)’, na verdade não fiz o trabalho, ”Carsley disse. “É importante manter a mente aberta porque nesse caso não estou sendo imprudente nas minhas decisões (em termos de equipe). Estou pensando muito em como o time deve jogar, o elenco que devo escolher, o que é um desafio.”

Espera-se que Carsley retorne ao seu papel como técnico da Inglaterra Sub-21 quando seu período interino terminar com os seniores após o terceiro e último set de Liga das Nações empates de grupo em novembro. Sérias dúvidas surgiram nos últimos dias sobre se ele deseja o cargo principal permanentemente. A verdade é que Carsley fez pouco para esclarecer os seus sentimentos no domingo, as suas tentativas de seguir um rumo constante fizeram com que ele oscilasse entre os dois pólos.

“As pessoas sempre tentarão colocar suas fichas de lado”, disse Carsley à ITV. “Estou no meio. Meus chefes deixaram totalmente claro o que precisam de mim. Este trabalho merece um treinador de classe mundial que ganhou troféus, esteve lá e fez isso e ainda estou no caminho para fazer isso.”

Pediram a Carsley que explicasse o que ele queria dizer com isso, porque ele ainda não parecia ser um treinador de classe mundial. Ele sentiu que o emprego permanente poderia ser muito cedo para ele?

“Definitivamente não”, disse ele. “Tentei deixar isso o mais claro que pude. Minha missão era para três campos (interino). O que eu estava tentando enfatizar é que esse é um dos melhores empregos do mundo. Não faço parte do processo (para marcar a nomeação), mas merece um treinador de topo.”

pular a promoção do boletim informativo

Também foi questionado a Carsley que as pessoas poderiam ter interpretado seus comentários à ITV como uma exclusão. Essa foi a avaliação errada? “Sim, definitivamente”, disse ele. “Como eu disse, é importante que eu faça o melhor que posso. É um privilégio fazer este trabalho. Sinto-me bem confiável. É um ótimo trabalho e quem o conseguir será totalmente merecedor.”

Carsley deixou claro que a conversa constante sobre o que poderia acontecer não o estava desgastando. “Não, não. Definitivamente, posso entender por que você (na mídia) ficaria frustrado com isso. Definitivamente posso entender isso porque, como todo mundo, clareza é o que todos procuram neste processo.

“Acho que minha missão foi muito clara em termos dos três campos. Não sou alguém que diz constantemente a John (McDermott, diretor técnico da Associação de Futebol): ‘Posso ter uma atualização?’ Porque o trabalho já é bastante difícil do jeito que é atualmente, então… sim, estou bastante confortável nesse aspecto. Mas, sim (posso entender) por que você ficaria frustrado.”



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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