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Leitores comemoram vitória brasileira no Oscar – 03/03/2025 – Painel do Leitor

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Leitores comemoram vitória brasileira no Oscar - 03/03/2025 - Painel do Leitor


É do Brasil!

“‘Ainda Estou Aqui’ vence o Oscar de melhor filme internacional, o 1º do Brasil” (Ilustrada, 3/3). Fernanda Torres estava brilhando, sua mãe provou que pode receber um Oscar até com cem anos e Walter Salles derramou lágrimas de quem tem sensibilidade.

Maria Aparecida (Sorocaba, SP)

Merece registro a contribuição definitiva da atriz Fernanda Torres, não só em relação a sua notável atuação como Eunice Paiva no em “Ainda Estou Aqui”, mas, sobretudo, por cumprir uma maratona nos EUA, durante meses, concedendo entrevistas e divulgando o filme! Tudo isto contribuiu na sua conquista do Globo de Ouro, derrotando atrizes muito respeitadas, e para sua indicação ao Oscar! Parabéns, Fernanda, este Oscar também é seu!

Jane Medeiros (Rio de Janeiro, RJ)

A verdade é que a Hollywood dos democratas precisava de “Ainda Estou Aqui”, tanto quanto o Brasil democrata precisava do Oscar. Uma simbiose perfeita, no momento certo, em oposição à extrema direita trumpista e bolsonarista. Tudo veio a calhar.

Antônio Beethoven Cunha de Melo (São Paulo, SP)

Depois dessa façanha, só falta um Nobel no currículo do Brasil. Pelo que se vê nas comemorações do Oscar, o dia que vier um Nobel será declarado feriado nacional.

Jonas Nunes dos Santos (Juiz de Fora, MG)


Axé, 40

“‘Axé é caldeirão que fervilha, ainda está muito quente’, diz Luiz Caldas” (Cotidiano, 2/3). O axé music nunca esteve tão vivo aos 40 anos. Depois do boom, da febre, o que vemos hoje é a consolidação e o reconhecimento desse movimento tão legítimo e brasileiro. Nosso axé que não é um, mas uma porção de ritmos, também é a nossa fortaleza, nossa raiz. Viva Luiz Caldas!

Matheus das Neves (Curitiba, PR)

Corpo feminino

“Minha bunda cinquentona no Carnaval significa” (Giovana Madalosso, 2/3). Giovana, que texto incrível! Deu vontade de enquadrar para reler sempre que bater alguma insegurança!

Gabriela Tavone Macherti (Marília, SP)

Emocionada ao ler. Parabéns pelo texto! Parabéns pela determinação que, infelizmente, só sabemos que temos e a conhecemos, ao chegar perto dos 50 ou aos 50 e tantos. Viva o nosso corpo, que de tão belo, reproduz.

Alessandra Capobianco (Mogi das Cruzes, SP)

Giovana, gostei de ler esse texto. Você expressou tudo o que sente no momento atual, sobre o seu corpo de maneira espontânea e livre. Não se ateve a nada do que os outros sentem e criticam. Simplesmente, você se despiu dos preconceitos, normas e modismos daqueles que querem impor às pessoas e, principalmente, às mulheres.

Silene Maria de Sousa (Goiânia, GO)

Segurança pública

“O crime na legalidade” (Ruy Castro, 2/3). Exato. Mas num degrau acima estão os que chegam ao topo político para roubar minérios de outros países, facilitar empresas de oligarcas, tudo dentro da lei, e os que usam brechas da lei para demitir os indesejáveis.

Raymundo de Lima (Maringá, PR)

Governo Lula

“Conta da popularidade erodida foi para o colo de Lula” (Elio Gaspari, 1º/3). O problema do governo Lula se chama PT. Todo mundo gosta de Lula e até do Haddad, mas a maioria não gosta do PT. O partido não evoluiu e mais atrapalha do que ajuda. Por isso a popularidade de Lula caiu.

Mario Donizete Pelissaro (Atibaia, SP)


Articulação política

“Desafio na direita para 2026 é manter unidade sem Bolsonaro na urna” (Política, 1º/3). A vantagem que a direita tem em relação a esquerda é que existem opções e assim que for feito o direcionamento em torno de um nome, ou até dois, não tem para ninguém. A esquerda não construiu lideranças e ficou somente com Lula, que pensa que é imortal.

Domis Vieira Lopes (Campinas, SP)

Bolsonaro, por seus próprios erros e características, não tem chance. Mas o Brasil precisa de um governo mais enxuto e realizador, cortando mordomias e acelerando nossa produtividade e eficácia em todas as áreas.

Carlos Cunha (São Paulo, SP)

Conflito no Oriente Médio

“Israel suspende entrada de ajuda humanitária em Gaza para pressionar Hamas” (Mundo, 2/3). Soltem os reféns e entra a ajuda. Não é complicado.

David Rosenberg (São Paulo, SP)

Impedir ajuda humanitária e retomar a estratégia de matar o povo de fome é crime de guerra, foi isso que motivou o mandado de prisão do primeiro-ministro de Israel e seu general pelo Tribunal Penal Internacional em novembro do ano passado.

Marina Gutierrez (Sertãozinho, SP)

O fato é que Israel ainda não cumpriu totalmente sua parte na primeira fase do acordo, pois se recusa a retirar as tropas da fronteira com o Egito, condição necessária para passar à segunda fase

Luiz Leal (Florianópolis, SC)



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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