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Leitores comentam a transição na Presidência dos EUA – 19/01/2025 – Painel do Leitor

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Transição nos EUA

Biden deixa Casa Branca com aprovação em baixa e criticado por derrota eleitoral e perdão ao filho” (Mundo, 17/1). Vai sair da Casa Branca como o presidente que patrocinou e apoiou financeira e diplomaticamente o genocídio do povo palestino. Tem as mãos vermelhas, deu carta branca aos massacres e por isso perdeu milhares e milhares de votos para a Kamala.

Marina Gutierrez (Sertãozinho, SP)

Um homem de caráter. Recuperou a estabilidade econômica no país e retirou as tropas de uma guerra insana. Nenhum militar de 18 anos vagando pelo mundo se arriscando em causas completamente irracionais. Dane-se a popularidade. Ele fez o certo e ponto final.

Carlos Eduardo Martins (São Paulo, SP)

Posse de Trump leva clima de incerteza a brasileiros e imigrantes nos EUA” (Mundo, 18/1). É triste ver brasileiros iludidos com um sonho americano que só existiu em um remoto e longínquo passado e hoje é um pesadelo americano. Na sua maioria, deixam o país para aderir a subempregos desprezados por americanos.

Andre Moraes (Rio de Janeiro, RJ)

A imigração batendo à porta do empresário catarinense seria a prova de que o mundo não gira, capota.

Camila Souto (São Paulo, SP)


Relação com os EUA

Michelle diz que vai mandar abraço de Bolsonaro a Trump e fala em perseguição do Judiciário” (Política, 19/1). Senhora Michele, é dever da Justiça pôr em escrutínio a vida de quem está sendo acusado de um crime, reter passaporte, vasculhar contas. O senhor seu marido está sendo acusado de um crime gravíssimo: abolição do Estado de Direito. Cumpra-se o ritual até uma eventual condenação ou absolvição.

Luana Santos (São Paulo, SP)

Presunção de inocência só para escritos de jornalista. Aplicados na realidade, só para assassinos e traficantes. Segue o jogo.

José Luis Oliveira (Rio Claro, SP)


Cinema americano

Por que Hollywood agora vê um aliado em Donald Trump e atores estão todos calados” (Ilustrada, 18/1). Esse pessoal nunca defendeu ideologia nenhuma, e sim interesses, sejam de poder, dinheiro, fama ou todos juntos. O inimigo agora é aliado. Business is business…

Rai Giovanni (Belo Horizonte, MG)


Rede social

Decisão da Suprema Corte sobre TikTok sinaliza uma nova era da competição” (Tec, 18/1). Abriram a porta para proibir essas mídias em cada país, basta alegar razões de segurança nacional.

Fatima Marinho (São Paulo, SP)

A única justificativa para essa proibição é uma espécie de princípio de reciprocidade. Afinal as plataformas americanas são bloqueadas na China. Ainda assim, me parece equivocado porque maior que ele é o princípio da soberania do consumidor. Os americanos que acham a China realmente perigosa que decidam não usar o programa.

José Cardoso (Rio de Janeiro, RJ)


Liberdade de expressão

A nova onda de falta de controle nas redes sociais” (Ana Fontes, 17/1). Calar e silenciar em nome de causas nobres, eis a receita para o autoritarismo.

Márcio Marques Alves (Rio Verde, GO)

Graças a Deus a esquerda está morrendo. E o identitarismo é a causa. Esa gente não fará falta alguma.

Alessandro Medeiros (Araguaína, TO)


Luto no esporte

Morre Léo Batista, 92, símbolo do esporte na TV brasileira” (Esporte, 19/1). Para quem viveu essa época é impossível não lamentar essa perda. “Seo” Léo foi e será para sempre um ícone da TV esportiva brasileira.

Descanse em paz!

Andre Giannini (São Paulo, SP)


Receita fluminense

Com R$ 2,69 bi de royalties do petróleo, cidade do RJ investe em tarifa zero, futebol e samba” (Cotidiano, 18/1). Tomara que esses investimentos todos revertam em benefícios efetivos para o cotidiano da população de Maricá.

Marina Durlo Nogueira Lima (São Paulo, SP)

Nossa! Quanta sabedoria. Não seria a educação a grande alavanca para o sucesso? Políticos chinfrins.

Graça Almeida (São Paulo, SP)


Segurança no Rio

Com guarda armada, Paes vira o xerife Woody” (Alvaro Costa e Silva, 17/1). Eduardo Paes sabe o que faz. Foi um excelente prefeito, eleito com folga no primeiro turno.

Heloisa Gomes (Rio de Janeiro, RJ)



Leia Mais: Folha

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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