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Lemann, Setubal e Marinho doam milhões à Gerando Falcões – 17/03/2025 – Mercado
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Júlia Moura
A ONG Gerando Falcões inaugura nesta segunda-feira (17) um fundo filantrópico para reforçar o financiamento de seus projetos sociais, chamado Fundo Dignidade. O fundo de investimentos, com foco em renda fixa, será gerido pela Associação de Apoiadores do Instituto Gerando Falcão, e 10% do seu patrimônio irá reforçar o orçamento da ONG todo ano.
O doador âncora da iniciativa é a Fundação Lemman, da família do empresário Jorge Paulo Lemann, acionista majoritário da Americanas. Já foram R$ 50 milhões depositados e virão mais R$ 50 milhões em 2026.
Em contratos assinados, outros R$ 25 milhões estão garantidos. Entre os doadores estão Olavo Setubal Jr, Bruno Setubal e Alfredo Villela (Itaú), a Família Marinho (Grupo Globo), Olímpio Matarazzo (Patria Investimentos), o casal Gabrielle Zitelmann e José Zitelmann (ex-BTG e co-fundador do Absoluto Partners), Denise Aguiar (Bradesco) e Guilherme Benchimol (XP).
A meta é conseguir mais R$ 125 milhões até 2026, totalizando R$ 250 milhões, diz Edu Lyra, fundador da Gerando Falcões. “Estou passando chapéu para ajudar o Brasil.”
Folha Mercado
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Os aportes iniciais são de R$ 3,5 milhões, que podem ser pagos em anos, de acordo com a preferência do doador.
Os recursos serão distribuídos em projetos da ONG, como a Falcons University, de mentoria e capacitação, o Favela 3D, de revitalização de Favelas, e Asmara, na qual mulheres são treinadas para serem vendedoras se recebem um kit inicial de 80 peças de vestuário para começarem o próprio negócio.
Para tomar as decisões de investimento do fundo, há um conselho de administração formado por Denis Mizne (CEO da Fundação Lemann), Silvio Genesini (ex-presidente do Grupo Estado da Oracle Brasil), Paula Bellizia (presidente da AWS na América Latina), Bruno Setubal e Fabio Kapitanovas (diretor da Stone).
“A filantropia é um instrumento muito importante para corrigirmos as injustiças no Brasil. Precisamos aquecer a agenda filantrópica, ter uma elite engajada do ponto de vista de doação”, afirma Lyra.
O fundador da ONG conta que está há apenas um mês e meio apresentando o fundo para potenciais doadores.
“O teto sempre é dinheiro. ‘Por que você não faz mais?’ Porque não tem dinheiro. Então, estou tentando destravar recursos para fazermos mais nas favelas. Estou tendo uma série de conversas com famílias, empresários e indivíduos que detêm uma grande fortuna, e também fundações brasileiras, para contar a eles a nossa missão, as nossas metas e o que estamos fazendo e o que vamos fazer nos próximos dez anos”, diz Lyra.
Segundo a Gerando Falcões, suas iniciativas já beneficiaram cerca de 5.500 favelas em todo o Brasil, com impacto a mais de 780 mil pessoas.
O Censo do IBGE de 2022 indica que o país tem 12.348 favelas e comunidades urbanas, em que vivem mais de 16 milhões de pessoas, o equivalente a 8% da população. Em 2010, eram 6.329 favelas e comunidades urbanas e uma população de 11,4 milhões de pessoas.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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