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‘Lembrar do nome de José Dirceu é impedir a renovação do partido’, diz leitor – 13/01/2025 – Painel do Leitor
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Representante
“Lideranças do PT querem lançar o nome de José Dirceu à presidência do partido” (Mônica Bergamo, 12/1). O problema do PT são as lideranças. Pessoas sem votos. Formam a burocracia do PT. Viajaram para a posse do Maduro. Mordomia pura. Lembrar do nome de José Dirceu é impedir a renovação do partido.
Acacio J. K. Caldeira (Recife, PE)
É inegável que é um homem extremamente inteligente, astuto, equilibrado e que deseja o bem do país. Por este motivo é tão odiado e amado, ainda mais nestes tempos de ignorância obscurantista da extrema direita.
Humberto Giovine (Erechim, RS)
Alienação
“Um imenso desafio para 2025 é a perda da soberania para o crime organizado” (Luiz Felipe Pondé, 12/1). O articulista expõe com coragem e precisão a metástase da grave situação política que vive o nosso país. Imagino quantos vão vestir a carapuça e na sua insignificância vão protestar contra um fato consumado, que tantos tentam esconder atrás de uma retórica carcomida.
Lindberg Garcia (Belo Horizonte, MG)
É óbvio ululante que Lula e os governos petistas são sinônimos de atraso, má gestão econômica e total falta de perspectivas de haver crescimento econômico sustentável e modernização do Estado brasileiro. Infelizmente, o maior opositor do petismo, o bolsonarismo, não é muito diferente disso.
Jorge Rodrigues (Rio de Janeiro, RJ)
Bases eleitorais
“Emendas avançam sobre Orçamento e consomem até 74% da verba dos ministérios” (Política, 12/1). Centrão e extrema direita avançam sobre o Orçamento como praga de gafanhotos sobre a lavoura. Não basta elegermos só um presidente da República, temos que fazer um Congresso mais decente.
Deborah Teixeira (Recife, PE)
Já passou da hora de um levante popular para extinguir essas emendas parlamentares. Precisamos ter consciência de que a função de deputados e senadores é fiscalizar o Executivo e jamais se locupletar do dinheiro público.
Pedro Silva (São Paulo, SP)
Benefício turbinado
“Apartamentos de deputados em Brasília sofrem demolição parcial para serem duplicados” (Política, 13/1). O Brasil existe apenas para sustentar poderosos! Na hora de se beneficiar não existe esquerda, direita, oposição: todos se unem como irmãos para nunca construir uma nação. Se JK soubesse, teria aplicado o dinheiro público em ferrovias, saneamento básico e não teria acabado com o Rio de Janeiro, indiretamente.
Neli Faria (São Paulo, SP)
O engraçado é dizer que a Câmara banca as obras e moradias ou auxílio moradia, com esse salário devíamos alugar os apartamentos para os deputados, os apartamentos são nossos, podemos aceitar um valor abaixo do mercado.
Graça Almeida (São Paulo, SP)
Conteúdo liberado
“Não se Meta” (Antonio Prata, 11/1). É terrível ver o rumo que a humanidade está tomando, que só nos levará a sofrer mais guerras, pandemias, desastres ecológicos e todo tipo de perversidades!
Simone Daumas (Rio de Janeiro, RJ)
“Reviravolta de Mark Zuckerberg na verificação de fatos é covarde, mas correta” (Tec, 12/1). Até que enfim um artigo honesto. A esquerda quer dizer-nos o que é “verdade”.
Mateus da Silva Oliveira (Jequié, BA)
A televisão, o rádio e a mídia impressa são devidamente regulamentados. Por que, então, as redes sociais não deveriam ser também?
Fabricio Guimarães Pinto Correia (São Paulo, SP)
Ações valorizadas
“Smart Fit exemplifica a dicotomia do varejo” (Marcos de Vasconcellos, 12/1). Vida saudável no Brasil é muito cara.
Carlos Alberto Corteletti (Vila Velha, ES)
Em relação a academias de ginástica, este é um investimento de longo prazo que faz sentido a despeito da demora em resultados. Em grandes centros urbanos, está cada vez mais importante se deslocar pouco, o que pode levar a Smart Fit a derrotar as academias de bairro que cresceram muito nos últimos anos.
Alexandre Byron da Silva (São José dos Campos, SP)
Poder de compra
“Como o frango assado ilustra a desigualdade no poder de compra no Rio” (Mercado, 11/1). Esse é o problema do congelamento de preços, depois vem uma pancada. Eu não sei quanto representa o diesel nos custos das empresas de ônibus, mas há que observar que ele estava, e ainda está, congelado há tempos.
Luiz Mário Leitão da Cunha (São Paulo, SP)
Regras gastronômicas
“Alex Atala gosta de pizza com ketchup” (Cozinha Bruta, 12/1). Só acho errado criarem regras, etiqueta, como se deve comer a pizza, o que pode ou não pode…Eu sou da turma que come pizza com talher ou com as mãos, dependendo, gosto de colocar azeite e alho frito. Gosto da que acabou de sair do forno, da morna e até mesmo da pizza fria no dia seguinte no café da manhã. Afinal, tudo termina em pizza.
Volnir Pontes Junior (São Paulo, SP)
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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre
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21 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.
A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.
Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.
Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”
A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
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20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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