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Líderes empresariais dos EUA devem quebrar recorde de doações ao fundo inaugural de Trump | Negócios

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Edward Helmore

Os líderes empresariais dos EUA estão a gastar muito no segundo fundo inaugural de Donald Trump, que deverá exceder até mesmo o recorde de 107 milhões de dólares arrecadados em 2017.

As doações, que não são restringidas pelas leis de financiamento de campanha, ocorrem num momento em que as indústrias e os líderes empresariais procuram obter favores da nova administração, depois de o presidente eleito ter ganho decisivamente um segundo mandato não consecutivo em Novembro.

Alguns dos doações planejadas supostamente incluem US$ 1 milhão cada da Amazon de Jeff Bezos, do CEO da OpenAI, Sam Altman, e da empresa-mãe do Facebook, Meta, liderada por Mark Zuckerberg.

O gerente de fundos de hedge Ken Griffin disse que planeja doar US$ 1 milhão, Bloomberg informou; A Uber e seu CEO, Dara Khosrowshahi, estão contribuindo com US$ 1 milhão cada; e ToyotaFord e General Motors estão desembolsando US$ 1 milhão cada. Ford também é supostamente aliando sua doação a uma frota de veículos.

“TODO MUNDO QUER SER MEU AMIGO!!!” Trump escreveu em uma postagem no Verdade Social na quinta-feira.

Muitos executivos seniores das indústrias e finanças dos EUA já viajaram para Mar-a-Lago, a sede da equipa de transição de Trump, ou estão a planear fazê-lo, segundo relatos, enquanto procuram ganhar influência e acesso à nova administração que ameaça abalar estabelecer normas de comércio internacional.

Brendan Glavin, diretor de pesquisa da OpenSecrets, organização sem fins lucrativos que envolve dinheiro na política, disse à CNBC na semana passada que o comité inaugural de Trump apresenta uma “grande oportunidade para eles obterem favores da próxima administração”.

Glavin destacou que cortejar Trump é tanto uma postura defensiva quanto uma postura charmosa e ofensiva. “Nenhuma dessas pessoas não quer ser o saco de pancadas de Trump por quatro anos”, disse ele ao canal.

ABC noticias informou que a segunda posse de Trump está a caminho de destruir o anterior Recorde de US$ 107 milhõesuma vez que as contribuições prometidas já ultrapassaram a meta de arrecadação de fundos de US$ 150 milhões. A posse de Barack Obama arrecadou US$ 53 milhões em 2009 e US$ 42 milhões em 2013, e a de Joe Biden arrecadou US$ 63 milhões em 2021.

“Um dos ditados mais antigos em Washington é que se você não está à mesa, você está no cardápio, e o preço do ingresso para ter um lugar à mesa continua subindo”, Michael Beckel, diretor do Departamento Político. grupo de defesa da reforma Issue One, disse ao canal.

O Wall Street Journal na terça-feira identificou 11 empresas e associações comerciais que estão apoiando a segunda posse de Trump, apesar de terem prometido suspender ou reconsiderar as doações do comitê de ação política após o motim de 6 de janeiro de 2001 no Capitólio dos EUA.

O Journal observou que Ford, Intuit, Toyota e a Pharmaceutical Research and Manufacturers of America estão entre as empresas que assumiram compromissos relacionados com o dia 6 de Janeiro, mas que agora apoiam o comité Trump.

Um porta-voz da Phrma disse ao meio de comunicação que a empresa havia “anunciado uma pausa em nossas doações na época e, posteriormente, adicionado novos critérios para orientar nossas contribuições”.

O Journal informou que as empresas foram aconselhadas por estrategistas políticos a limpar seus sites e políticas corporativas de linguagem que favoreça os democratas. Isso inclui uma carta do ex-CEO da Stanley Black & Decker, Jim Loree, condenando o ataque ao Capitólio e prometendo que a empresa “defenderia nossa democracia e uma transição pacífica de poder”.

A empresa está doando US$ 1 milhão para o fundo inaugural, um aumento significativo em relação aos US$ 25 mil que doou a Trump em 2017.

Os assessores de Trump indicaram que a arrecadação de fundos não é uma questão de dinheiro, mas um meio simbólico de exigir um pedido de desculpas por qualquer lapso de lealdade percebido anteriormente.

De acordo com o Journal, os doadores que doarem US$ 1 milhão ou arrecadarem US$ 2 milhões receberão seis ingressos para uma série de eventos pré-inauguração, incluindo uma recepção com escolhas de gabinete, um “jantar à luz de velas” com Trump e Melania Trump e um baile de gala. .



Leia Mais: The Guardian

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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