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Liga de Expansión: dónde ver los partidos de la Jornada 13

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Eston son los días, las horas, los lugares, los canales de transmisión de los partidos (Infobae/Jovani Pérez)

La adrenalina vuelve a fluir en la Liga de Expansión con la nueva fecha del Apertura 2024, donde los equipos buscan mejorar su posición en la tabla general y no quedar fuera de la fiesta grande.

Si no sabes donde ver los partidos de la Jornada 13, aquí te dejamos la lista completa de los encuentros, con los horarios, así como los canales de televisión en los que serán transmitidos, para que no te pierdas de ninguno de los juegos de la máxima competición del futbol mexicano.

CA Morelia vs Mineros

Fecha: 17 de octubre

Horario: 19:00 horas

Canal de transmisión: TUDN, FOX, TVC, HI y CLARO

Estadio: José María Morelos y Pavón

Venados vs Dorados

Fecha: 18 de octubre

Horario: 19:00 horas

Canal de transmisión: Hi Sports y Claro Sports

Estadio: Carlos Iturralde Rivero

Club Atlético La Paz vs Alebrijes

Fecha: 18 de octubre

Horario: 21:00 horas

Canal de transmisión: ESPN

Estadio: Guaycura

Celaya vs Tlaxcala

Fecha: 19 de octubre

Horario: 19:00 horas

Canal de transmisión: ESPN

Estadio: Miguel Alemán Valdés

JAIBA BRAVA vs U. de G.

Fecha: 19 de octubre

Horario: 21:00 horas

Canal de transmisión: ESPN

Estadio: Tamaulipas

Tapatío vs Cancún FC

Fecha: 20 de octubre

Horario: 12:00 horas

Canal de transmisión: Claro Sports, Hi Sports y TVC Deportes

Estadio: Jalisco

Atlante vs Correcaminos

Fecha: 20 de octubre

Horario: 17:00 horas

Canal de transmisión: TUDN, TVC Deportes, Hi Sports y Claro Sports

Estadio: Ciudad De Los Deportes

Si quieres conocer más sobre la Liga de Expansión, los partidos, los equipos, los jugadores y demás estadísticas, está disponible la página web oficial de la competición.

(Liga de Expansión)
(Liga de Expansión)

Conformada por 18 equipos, la Liga de Expansión es la segunda división de la Liga MX, es decir, del balompié profesional nacional y forma parte de la Federación Mexicana de Futbol (FMF).

Relativamente nueva, la Liga de Expansión como se conoce actualmente arrancó a principios del 2020, como un proyecto de emergencia ante la situación estructural pero sobre todo económica que se encontraban la mayoría de los clubes de la categoría.

Para solucionar este problema, los dirigentes del futbol mexicano crearon la Liga de Expansión cuyo principal cambio fue eliminar el descenso y ascenso, es decir, que el mejor equipo de la segunda división subiera a primera y el peor de la primera bajara a segunda.

En su lugar, los tres peores equipos de la Liga MX pagarían multas millonarias que se repartirían entre los clubes de La Liga de Expansión para que estos puedan cumplir con sus obligaciones financieras.

Esta serie de modificaciones provocaron críticas, principalmente por la eliminación del ascenso y descenso que para muchos expertos y analistas significó un retroceso en la competencia y en el desarrollo de jugadores jóvenes para el futbol mexicano.

Lo cierto es que el ascenso y descenso, así como la jugabilidad de la segunda división del futbol mexicano siempre ha sufrido cambios constantes.

(Liga de Expansión)
(Liga de Expansión)

Anteriormente se disputó la llamada “Liguilla del no descenso”, en la que dos o hasta cuatro equipos ubicados hasta abajo de la tabla general se jugaban en eliminaciones directas el no descenso, esto siempre y cuando la diferencia de puntos entre los equipos no fuera de cuatro puntos.

En los noventas se aplicó el porcentaje como método de descenso, el cual consiste en dividir el total de puntos obtenidos en determinado periodo de torneos entre el número de partidos disputados en ese mismo lapso; siendo el equipo que menor número tenga como resultado al final de la temporada el que descendería.

El ascenso y descenso de clubes, según dijeron, regresaría seis años después, es decir, hasta 2026. Sin embargo, el fracaso de la Selección Mexicana en el Mundial de Qatar 2022 cambió el panorama.

Ahora, se esperan una serie de cambios dentro del futbol profesional, incluyendo la Liga de Expansión, entre los que se prevé el regreso del ascenso y descenso, antes de los esperado.

La Liga de Expansión se juega como su similar de primera división. Hay dos campeones por año que se definen a través de torneos cortos semestrales y liguillas de eliminación directa.

Los cuatro equipos mejor posicionados en la tabla general clasifican directamente, los ocho siguientes se disputan en repechaje un lugar a la siguiente ronda, luego se juegan cuartos de final, semifinal y final.

Los dos equipos ganadores de cada torneo corto se enfrentan y el club victorioso es nombrado campeón de campeones.

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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