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Links do Paquistão seqüestro de trem para ‘manipuladores afegãos’ e mentor indiano | Notícias de conflito
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Islamabad, Paquistão – Paquistão na sexta -feira afirmou que o seqüestro do trem Jaffar Express no início desta semana foi realizado por “terroristas” que estavam se comunicando com “manipuladores no Afeganistão”, enquanto alegava que a Índia era a mentora por trás disso.
“Devemos entender que neste incidente terrorista no Baluchistão e em outros antes, o principal patrocinador é o vizinho oriental (Índia)”, disse o tenente-general Ahmed Sharif Chaudhry, diretor geral da ala de mídia dos militares (ISPR) da ala de mídia (ISPR), durante uma entrevista coletiva em Islamabad.
Chaudhry também se referiu à cobertura da mídia realizada pelos canais convencionais indianos, que se baseavam em vídeos compartilhados pelo Exército de Libertação de Baloch (BLA), o grupo separatista responsável pelo ataque, e os acusou de usar imagens geradas por inteligência artificial ou incidentes antigos.
Durante o briefing que durou mais de uma hora, Chaudhry, juntamente com o ministro -chefe do Baluchistão, Sarfraz Bugti, ofereceu alguns detalhes do operação militar -Nomeado Operação Green Bolan-que culminou no lançamento de centenas de passageiros do trem após um impasse de 36 horas que começou em 11 de março.
Segundo Chaudhry, um total de 354 passageiros foram resgatadosenquanto 26 passageiros e funcionários de segurança foram mortos. Além disso, 33 lutadores pertencentes ao BLA também foram mortos.
Enquanto os militares disseram anteriormente que 21 civis ou pessoal de segurança haviam sido mortos, Chaudhry afirmou que, quando os funcionários de segurança limpavam a área, foram encontrados indivíduos mais feridos, alguns dos quais morreram mais tarde.
Dos 26 mortos, 18 pertenciam ao exército ou forças paramilitares, três eram funcionários da ferrovia e cinco eram passageiros civis.
‘Unidades aéreas’ para reconhecimento
Chaudhry disse que quatro horas depois que o trem partiu de Quetta, os atacantes do BLA interceptaram o trem a 32 km (20 quilômetros) da cidade de Sibbi, pouco antes de entrar em um túnel na região de Bolan Pass, conhecido por sua paisagem montanhosa e acidentada.
“Os terroristas do BLA interceptaram o trem usando um dispositivo explosivo improvisado. Antes disso, eles começaram seu ataque em grande número e encontraram um ponto de verificação paramilitar, eliminando três soldados lá. Depois que o trem foi parado, eles mantiveram as mulheres e crianças dentro enquanto levavam os homens para fora como reféns ”, disse ele.
“Assim que o incidente aconteceu, ativamos nossas equipes de resposta e começamos a monitorar a situação, mantendo uma distância apropriada”, disse Chaudhry.
Embora Chaudhry não tenha divulgado detalhes, as evidências visuais do briefing indicaram que os militares paquistaneses dependiam muito dos drones para monitorar a situação.
Fontes de inteligência também confirmaram que as equipes de reconhecimento e as unidades aéreas foram implantadas dentro de uma hora após o trem ser interrompido.
O general disse que o BLA segregou os passageiros com base na etnia, fato que era confirmado para Al Jazeera pelos sobreviventes também.
“Eles dividiram pessoas em grupos menores com base na etnia. Enquanto um grande número de combatentes do BLA se mudou para seus esconderijos na montanha, um grupo menor permaneceu com os reféns ”, disse ele. Muitos dos lutadores que permaneceram no local “eram bombeiros de suicídio”, acrescentou.
Chaudhry afirmou que o monitoramento de inteligência revelou que os seqüestradores estavam usando o Walkie-Talkies para se comunicar com seus “manipuladores no Afeganistão”.
Como a operação se desenrolou?
Os militares disseram que, na noite de 11 de março, mais de oito horas após o seqüestro, um grupo de mulheres, crianças e passageiros idosos foram libertados, que foram até a estação de trem mais próxima, a 6 km (seis quilômetros) de distância.
O monitoramento de inteligência por agências de segurança na época sugeriu a presença potencial de homens -bomba entre os reféns. Na manhã de 12 de março, disse Chaudhry, atiradores militares mataram vários combatentes do BLA, permitindo que alguns reféns escapem em meio ao caos.
A principal operação do solo foi então preparada, para ser liderada pela Zarrar Company, uma unidade de elite do Grupo de Serviços Especiais (SSG) do Exército, especializada em operações contra grupos armados.
“É uma unidade altamente treinada equipada exclusivamente para situações de contraterrorismo, incluindo crises de reféns. O comandante da empresa é um oficial de classificação importante ”, afirmou uma fonte de inteligência.
Mostrando um videoclipe, Chaudhry observou que, quando a operação começou, muitos reféns sentados do lado de fora do trem concorreram à segurança.
“No meio -dia de 12 de março, a Zarrar Company havia concluído sua avaliação situacional. O rastreamento da BLA Communications revelou que os bombeiros em potencial estavam estacionados perto dos reféns. Eles foram eliminados primeiro, após o que as tropas entraram no trem ”, acrescentou o general.
“Isso demonstra o profissionalismo e a competência de nossas tropas que não havia uma única vítima de refém durante a operação de resgate”, disse ele.
Todos os lutadores foram mortos. As autoridades de segurança disseram à Al Jazeera que não podiam capturar ninguém vivo devido à natureza da operação.
“Por uma questão de política, a captura de insurgentes permanece importante para a nossa doutrina, mas uma situação de refém oferece pouco espaço para isso. Se você deseja resgatar os reféns, as ações devem ser precisas e cirúrgicas ”, disse um funcionário de segurança, solicitando o anonimato, pois não estava autorizado a falar com a mídia.
Como a Índia e o Afeganistão responderam?
Após a entrevista coletiva, nem a Índia nem o Afeganistão emitiram uma resposta imediata.
No entanto, no início da sexta -feira, funcionários de ambos os países reagiram fortemente ao Ministério das Relações Exteriores do Paquistão na quinta -feira, que também culpou as duas nações.
“A Índia esteve envolvida no terrorismo no Paquistão. No ataque ao Jaffar Express, os terroristas entraram em contato com seus manipuladores e líderes do anel no Afeganistão ”, disse o porta -voz do Ministério das Relações Exteriores do Paquistão, Shafqat Ali Khan, durante sua coletiva semanal de notícias em Islamabad ontem.
Khan acrescentou que as comunicações interceptadas confirmaram vínculos entre os atacantes e o Afeganistão.
“Os terroristas têm refúgios seguros no Afeganistão, e o Paquistão pediu repetidamente ao governo interino afegão que impedisse que grupos como o BLA usassem seu solo para o terrorismo”, disse ele.
O governo indiano rejeitou categoricamente as alegações do Paquistão.
“Rejeitamos as acusações infundadas feitas pelo Paquistão. O mundo inteiro sabe onde está o epicentro do terrorismo global. O Paquistão deve olhar dentro de si, em vez de culpar os outros por seus problemas e falhas internas ”, disse o porta -voz do Ministério das Relações Exteriores da Índia, Randhir Jaiswal, em comunicado na sexta -feira.
O Afeganistão também negou qualquer conexão entre os atacantes e seu território.
“O Paquistão deve se concentrar em sua segurança e na resolução de seus problemas internos, em vez de fazer declarações irresponsáveis”, dizia uma declaração de Cabul.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do governo liderado pelo Taliban, Abdul Qahar Balkhi, também instou o Paquistão nas mídias sociais a “se concentrar em resolver sua segurança e questões internas, em vez de fazer comentários tão irresponsáveis”.
Balkhi também alegou que nenhum membro da BLA estava presente no Afeganistão e negou qualquer conexão entre o grupo e o Afeganistão.
No mês passado, um relatório das Nações Unidas afirmou que o Talibã afegão, no poder desde agosto de 2021, fornece apoio ao Taliban do Paquistão (Tehreek-e-Taliban Paquistão ou TTP), que realizado vários ataques no Paquistão.
Disse ainda que o BLA teria laços com o Talibã do Paquistão e o afiliado do ISIL na província de Khorasan (ISKP), indicando uma convergência mais ampla de grupos armados com agendas distintas, mas que se cruzam.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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