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Lituânia diz 3 em cada 4 soldados da falta dos EUA encontrados mortos – DW – 31/03/2025
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Três dos quatro soldados do Exército dos EUA que desapareceram na Lituânia na semana passada, quando seu veículo afundou em um pântano foi encontrado morto no local, enquanto a busca por um quarto soldado continua, disse o presidente da Lituânia na segunda -feira.
“É com profunda tristeza e tristeza que recebi as notícias da trágica perda de três soldados dos EUA durante um exercício de treinamento liderado pelos EUA na Lituânia. A operação de busca e salvamento continuará até que o quarto soldado seja encontrado”, escreveu Gitanas Nauseda em um post sobre X.
O Exército dos EUA confirmou a descoberta. “Três soldados do Exército dos EUA designados para a 1ª equipe de combate de brigadas blindadas, a 3ª Divisão de Infantaria foram encontradas hoje na Lituânia, 31 de março”, disse o Gabinete de Assuntos Públicos do Exército dos EUA e da África em comunicado.
Ele acrescentou que “as operações de pesquisa e recuperação continuam para o quarto soldado restante”.
Veículo blindado recuperado do pântano
No início da segunda-feira, após uma busca de seis dias, as autoridades em Lituânia recuperou um NÓS Veículo de quatro soldados dos EUA que desapareceram na semana passada durante um exercício de treinamento.
No entanto, a recuperação do veículo não lançou inicialmente luz sobre o destino dos quatro soldados dos EUA que estavam a bordo. O Ministério da Defesa da Lituânia disse que a investigação ainda estava em andamento.
“Após a operação para remover o veículo blindado do pântano, a polícia militar da Lituânia e os investigadores dos EUA continuam seu trabalho no local”, escreveu o ministério nas mídias sociais.
“Continuaremos pacientes e focados ao reunir mais informações sobre a situação”.
O ministro da Defesa da Lituano, Dovile Sakaliene, disse que a operação de reboque foi concluída às 4:30 da manhã, horário local (0130 UTC), e que a polícia militar e os investigadores da Lituânia estava “trabalhando atualmente no local”.
“Se a recuperação do veículo não fornecer todas as respostas, o trabalho terá que continuar”, escreveu ela em uma postagem no Facebook.
O que sabemos sobre o incidente?
Os quatro soldados estavam participando de um exercício de treinamento tático em uma grande área de treinamento na cidade lituana de Pabrade oriental, a apenas 10 quilômetros a oeste da fronteira com a Bielorrússia. Eles e seu veículo de recuperação blindado de Hercules M88 foram faltando falta Nas primeiras horas da manhã de terça -feira, disse o Exército dos EUA.
Em resposta, as forças armadas e a polícia da Lituânia iniciaram uma operação de busca conjunta com as forças armadas dos EUA. Isso acabou levando à localização do veículo na quarta -feira. IS foi submerso em cerca de 5 metros de água em uma área pantanosa da área de treinamento.
Centenas de tropas locais e estrangeiras e outros funcionários de resgate, incluindo engenheiros e mergulhadores, estavam envolvidos na operação de resgate para recuperar o veículo.
Mais de 1.000 tropas americanas estão estacionadas na Lituânia, um membro da OTAN e da UE, de forma rotativa.
As relações da Lituânia com a Rússia e com a Bielorrússia, um aliado próximo de Moscou, azedaram Invasão em grande escala da Rússia na Ucrânia em 2022.
Ministro Lituano: Nenhum substituto para a presença dos EUA na Europa
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Editado por: Zac Crellin
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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