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Logística e tecnologia da Amazon entregam produtos de forma ágil e eficiente para todo o Brasil
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A Amazon Brasil já atende consumidores em 100% dos municípios brasileiros, realizando entregas rápidas e seguras no mesmo dia em 200 cidades e no dia seguinte à compra em outras 1.300 localidades.
Em 2019, a Amazon.com.br contava com apenas um Centro de Distribuição no país e, hoje, a operação acaba de anunciar mais de 130 polos logísticos operados com tecnologia Amazon, distribuídos pelos 27 estados brasileiros. Em cinco anos, a companhia saiu de 1 milhão de produtos disponíveis para compra para 130 milhões de produtos em 50 categorias ofertados no site brasileiro, entre varejo e serviços de marketplace.

Amazon Brasil já atende consumidores em 100% dos municípios brasileiros com entregas rápidas e seguras no mesmo dia em 200 cidades. Foto: Luiza Ferraz
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O exemplo de Manaus, uma das capitais na Floresta Amazônica, é simbólico. A partir de uma combinação de transporte aéreo e fluvial, as entregas na chamada última milha, etapa final do processo de entregas, são feitas de lancha rápida para comunidades ribeirinhas pelo Rio Amazonas.
No caso das cadeias de entrega em regiões metropolitanas como a de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, os parceiros de entrega do Amazon Hub colaboram para acelerar os envios nessas regiões, complementando a malha logística da empresa no Brasil. “O objetivo do programa é acelerar entregas para clientes no Brasil enquanto gera renda extra para empreendedores locais. Dessa forma, eles aproveitam espaços e recursos locais para entregar pacotes da Amazon e estimulam a geração de renda complementar diretamente nas comunidades”, explica Luis Franzon, líder de operações do Amazon Hub no Brasil.
Desde o início do programa, em 2024, mais de 130 parceiros se juntaram à ideia de acelerar a logística de entrega de produtos. Já estão operando em locais como Brumadinho (MG), Caieiras (SP), Cidade de Deus (RJ), Contagem (MG) e Guarujá (SP). Com o conhecimento de quem tem familiaridade com os meandros das regiões metropolitanas brasileiras, os prazos de entregas em muitos locais conseguiram ser reduzidos de 5 dias para 2 dias.
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Como são estabelecimentos que já funcionam, essas micro e pequenas empresas que aderiram aos hubs da Amazon, após cadastradas e treinadas, conseguem gerar renda complementar para os seus negócios, de maneira autônoma, sem a necessidade de investimentos e contratações adicionais, utilizando sua própria operação. Os parceiros do programa recebem de 20 a 40 pacotes todos os dias pela manhã, para realizar entregas no horário comercial.

Desde o início do programa Amazon Hub no Brasil, em 2024, mais de 130 parceiros se juntaram à ideia de acelerar a logística de entrega de produtos. Foto: Luiza Ferraz
“A iniciativa do Amazon Hub é muito interessante para nós. Ela nos traz um faturamento que não estava previsto e nos possibilita utilizar a equipe e o espaço de trabalho de uma forma melhor, aproveitando tudo que já temos. O processo de entrega é simples e fácil de assimilar, otimizando nosso tempo. Além disso, a Amazon oferece um suporte eficiente e rápido quando temos alguma dificuldade”, conta Fernando Gonçalves Nunes, proprietário da emplacadora de veículos Authentic Placas e parceiro do Amazon Hub na cidade de São Paulo.
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No mesmo contexto de acelar entregas e aperfeiçoar a experiência de compra consumidores, a operação da Amazon conta com uma outra empresa brasileira, a To Do Green, que alia eficiência logística com baixas emissões de carbono. Os produtos vendidos diariamente na Amazon.com.br, são transportados por frota de veículos elétricos até seu destino final. Em 2024, a operação com a To Do Green saltou de 7 para 16 Estações de Entrega operadas com tecnlogia Amazon, alcançando mais de 70 cidades do interior de São Paulo, como Sorocaba, Taubaté, Mogi das Cruzes, Ribeirão Preto, entre outras.
“Entendemos que o crescimento das nossas responsabilidades corporativas deve estar exponencialmente relacionado ao desenvolvimento dos nossos negócios, maximizando projetos e atividades para o benefício das comunidades em que atuamos. É por isso que continuamos a inovar e acelerar os nossos projetos no Brasil e ao redor do mundo, reforçando nossos compromissos e demonstrando como uma empresa pode ajudar a acelerar a transição para uma economia de baixo carbono em escala global”, diz Saori Yano, responsável pela Sustentabilidade das Operações da Amazon no Brasil.
A Amazon também segue focada em outras iniciativas que visam reduzir o impacto ambiental dos negócios. “Com a ajuda da IA de última geração, conseguimos melhorar nossas ações. O empacotamento e roteamento otimizados, por exemplo, utilizam algoritmos de Machine Learning para definir o melhor tamanho de embalagem e as rotas mais eficientes, reduzindo materiais brutos, espaços nos caminhões, tempos de entrega, consumo de combustível e emissões de carbono,” diz Saori Yano.
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Toda a evolução logística da empresa – além da tecnológica – não ocorre de forma descolada da necessidade de o setor privado enfrentar as mudanças climáticas globais. A meta estabelecida em 2019, de compensar toda a eletricidade consumida nas operações globais da companhia com energia 100% renovável até 2030 — incluindo data centers e prédios corporativos –, foi atingida sete anos antes do previsto pela Amazon.
A empresa tornou-se, por quatro anos seguidos, a maior compradora de energia renovável do mundo, segundo a Bloomberg NEF. Soma-se a isso o investimento bilionário em 500 projetos de energia solar e eólica em várias regiões do globo. A energia gerada em todas essas plantas abastece o equivalente a 7,6 milhões de residências nos Estados Unidos.
Com as parcerias, combinadas com tecnologias exclusivas que auxiliam na otimização de processos, a Amazon realiza entregas atualmente no Brasil em todas as capitais e grandes regiões metropolitanas do País, incluindo regiões periféricas e rurais.
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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