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Looks no Globo de Ouro resgatam o glamour de Hollywood – 06/01/2025 – Ilustrada
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2 anos atrásem
Carolina Casarin
No tapete vermelho do Globo de Ouro neste domingo (5), predominaram looks clássicos e elegantes. Numa noite que celebrou o talento e a beleza de mulheres com mais de 50 anos, chamaram a atenção silhuetas, acessórios e penteados que fazem referência ao glamour das décadas de 1950 e 1960, período conhecido como a era de ouro de Hollywood.
É curioso que foram as atrizes mais novas que colocaram em cena os looks de diva vintage. Foi o caso de Zendaya, com um vestido Louis Vuitton laranja acetinado, decote de coração, como visto nos maiôs dos anos 1950, e os cabelos penteados num corte chanel armado.
Emma Stone, também usando Louis Vuitton, um vestido vermelho tomara que caia com cabelos bem curtos, lembrou Mia Farrow nos anos 1960. Houve ainda Margaret Qualley com um vestido Chanel clássico, cheio de camadas de tule branco esvoaçante, com laço preto discreto na cintura e penteado vintage; Selena Gómez de Prada num vestido azul-claro com decote canoa e penteado dos anos 1950; e Ariana Grande, que optou por um vestido Givenchy de 1966.
Outro elemento de glamour vintage foi o uso de luvas compridas, acessório chiquérrimo que tem reaparecido nas passarelas da alta-costura mundo a fora. De Glenn Close vestida de Balmain a Pamela Anderson usando Oscar de la Renta, passando por Kerry Washington, deslumbrante num vestido rosa-pink Balenciaga, Cristin Millioti e Ariana Grande, as luvas deram um aspecto sóbrio e sensual à aparência.
Seios decotados e colos à mostra também marcaram presença no tapete vermelho, caso do vestido preto de veludo usado por Janelle James, acompanhado por longas luvas pretas. O vestido é assinado pelo designer americano Christian Siriano, que também foi a opção de Liza-Colón Zayas e Jonathan Van Ness, como um maravilhoso vestido longo verde-garrafa, provocando a estrutura tradicional da roupa ocidental, especialmente em situações formais como essa, em que homens usam calça, e mulheres, saia.
Smokings e ternos, como esperado, predominaram nos looks masculinos. Paletós e conjuntos feitos de veludo deram pinta em Los Angeles, especialmente aqueles da marca Giorgio Armani, como os usados por Daniel Craig e Glen Powell, que arriscou umas lapelas pontuas. Foi interessante observar um ou outro que ousou ternos monocromáticos e coloridos, como Andrew Scott vestido de Vivienne Westwood, todo de azul-turquesa, até a gravata. Mas o mais elegante da noite foi Colman Domingo, vestindo Valentino.
Cate Blanchet, por fim, merece uma menção à parte. Estava com o mesmo vestido Louis Vuitton usado no Festival de Cannes, no ano passado, com uma pequena modificação. Repetir roupa é uma atitude política na moda, ainda mais se a gente pensa nos tapetes vermelhos de eventos de tamanha importância, como o do festival francês e o da premiação americana.
Também é preciso destacar o visual magnífico de Cinthya Erivo, que usou uma roupa Louis Vuitton decotada, com a cabeça e as sobrancelhas raspadas e unhas luxuosas, que demoraram cinco horas para serem feitas.”
Mas a comemoração foi delas, as indicadas ao prêmio de melhor atriz de drama no cinema: Pamela Anderson com “The Last Showgirl”, de Oscar de la Renta; Angelina Jolie por “Maria”, com um Alexander McQueen; Nicole Kidman com “Babygirl”, de Balenciaga; Tilda Swinton por “O Quarto ao Lado”, de Chanel; Kate Winslet com “Lee”, de Erdem.
E, é claro, nossa diva brasileira, Fernanda Torres, que usou um vestido preto discreto, lindo e elegante assinado por Olivier Theyskens, com decote profundo nas costas. Independentemente do resultado, a noite é de comemoração e celebração da beleza e do talento de mulheres que dedicaram suas vidas à sétima arte.
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre
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18 de setembro de 2026O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.
A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).
O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre
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17 de setembro de 2026O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.
O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.
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