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Loons season already a success regardless of result in Sunday’s Western Conference semifinal – Twin Cities
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Video montages from Minnesota United’s social media accounts this week shared receipts of national pundits’ low predictions for the Loons in 2024.
Since MNUFC has advanced to Sunday’s Western Conference semifinals, the club took the opportunity to blast its doubters.
That’s a thick glossing over of recent history.
The actions of the Loons’ ownership group and front office in late 2023 and early 2024 — after the firing manager Adrian Heath — didn’t scream of a club’s urgency to win at a high level this season. Actions speak louder than words.
CEO Shari Ballard was willing to wait for new chief soccer officer Khaled El-Ahmad to wrap up his job at English club Barnsley before coming to Minnesota. After missing the MLS Cup playoffs in 2023, Ballard said last November: “We’re not building this by January,” a reference to the start of preseason.
El-Ahmad, in turn, showed patience in his head coach hire, and Eric Ramsay didn’t arrive until the 2024 regular season was three games old. Into late April, the club took zero big swings on new player additions via the primary transfer window.
When MLS All-Star midfielder Emanuel Reynoso returned to Minnesota in May after yet another AWOL stint in Argentina, El-Ahmad wasn’t willing to fast track the playmaker back onto the field. El-Ahmad soon transferred Reynoso to Club Tijuana in Mexico for a discounted fee, and in the process, proved a bigger point that club culture is more important than having Reynoso help stack three points in matches.
Then the Loons’ summer slide down the standings put their record at 8-10-6 on July 17. There was nothing but patience expressed from Ramsay and El-Ahmad, who pointed to the abundance of player absences for international duties and injuries. Their lack of stress belied a 1.29 points-per-game pace that would have been lucky to sneak into the ninth and final place in the playoff field. There was no win-now directive to feel as if they had fallen behind.
MNUFC’s 6-1-1 finish to the regular season and eventual sixth seed in the West — followed by the two wins in penalty kicks to beat third-seeded Real Salt Lake in the first round of the playoffs — had been boosted by El-Ahmad making a handful of additions in the summer transfer window and Ramsay’s ability to implement his tactics and get buy-in from players.
But making the final eight playoff teams in MLS?
“There is, of course, a level of satisfaction, but I think it’s difficult to do that until you know how everything pans out,” Ramsay said days before the Loons play at second-seeded Los Angeles Galaxy on Sunday night.
“I’ve tried not to think too much beyond the upcoming game and sort of take the balance of the season as a whole once that’s done. But I don’t think anyone can deny that relative to the circumstances and the expectations that we’ve had a really good year and sort of anything from this point onwards set against what was talked about prior to the season would, of course, be a bonus.”
Even if the Loons lose Sunday, the 2024 season can still be chalked up as a success. That’s primarily true because this wasn’t supposed to be the year. It might not even be the year before the year.
El-Ahmad’s attempted maneuvering before the close of the summer transfer window showed he wanted to bring in a defensive midfielder, but in the end was unable or unwilling to make it happen at that point. Again, no urgency in this being a make-or-break season.
The Loons have been successful this season despite not spending very much. MNUFC has the 25th largest salary spend ($14.7 million) out of 29 teams in the league. Underperforming forward Teemu Pukki is the club’s highest-paid player at $3.5 million, and that 25 percent of the salary budget is expected to come off the books within the next year.
This will allow El-Ahmad future opportunities to improve the roster, and the ownership should give him the latitude beyond reinvesting just that amount that money. Defensive midfielder appears to be a primary target again this winter.
The ongoing roster remake has made the Loons more youthful, with players heading into their prime years. Striker Kelvin Yeboah was the biggest summer addition, and the 24-year-old Designated Player hit the ground running with seven goals in 709 minutes to finish the regular season.
Another reason this season is already a success is MNUFC has formed a clear identity to carry into 2025.
Since his first day on the job, Ramsay has instilled a defensive focus, which produced a club-record shutout streak to end the regular season. Ramsay has gotten players to be willing to switch positions when needs are a must and attackers have bought in to help defend.
While Ramsay can see the overall success when he takes a step back, he’s pushing forward into Sunday’s match.
“That’s not to say that I don’t feel nor expect us to go another step beyond because, if I look at our form at the moment, I do feel we’re a good matchup for anyone in the league,” Ramsay said Tuesday. “There’s absolutely no way that we’re going into this game feeling as though it’s David against Goliath, and we’re huge underdogs, and you’ve got a 20 percent chance of winning the game. That’s just not how we look at it. So I’m trying to, again, balance those two perspectives.”
Originally Published: November 22, 2024 at 8:16 AM CST
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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