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Luiza Ambiel fala sobre seus vídeos de sexo no Privacy – 22/01/2025 – Celebridades
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2 anos atrásem
São Paulo
A modelo e ex-“garota da banheira” do programa de Gugu Liberato, Luiza Ambiel, 52, até que tentou apenas se mostrar sensual na plataforma de conteúdo Privacy. Mas seus fãs queriam mais. Durante um ano inteiro, pediam para que usasse brinquedos sexuais, mostrasse sua intimidade e fizesse cenas de sexo “hard” com homens e mulheres. Até que um dia ela pensou: por que não?
Em 2025, Luiza decidiu enveredar de vez para o universo de sexo amador explícito. E logo num dos primeiros conteúdos, transou com um fã numa banheira e viu sua popularidade (e seus ganhos financeiros) explodirem na plataforma. Virou top 1, desbancando nomes como Andressa Urach, Fernanda Campos e Martina Oliveira. “Compro o que eu quero, minha vida está em dia.”
E como chegar no topo é difícil, mas se manter nele é mais complexo ainda, ela se viu na desafiadora missão de tentar surpreender seus seguidores, que agora fazem pedidos cada vez mais inusitados. “Fui entendendo como funciona e agora é só vídeo completo de mais de 30 minutos. Por isso que sou top 1, eu faço com capricho.”
Como tem sido a experiência de gravar vídeo de sexo amador?
Os assinantes pediam para eu fazer, mas falava que não estava pronta. Então, quando fiz, todos curtiram. Esse que gravei com um fã na banheira até eu me surpreendi com o resultado. Virei topo 1 da Privacy. Me chamam até hoje de menina da banheira.
Como você monta cada vídeo?
Eu queria uma coisa natural, que eu me sentisse bem. Quando entrei na plataforma, pensava só em sensualizar, mas queriam ver minha perereca, então resolvi mostrar a perereca. Só que eu tinha um tabu em me abrir e me soltar. Com o tempo fui usando brinquedinhos, até que senti falta de fazer sexo com uma pessoa.
Os assinantes pedem e você faz?
Sim. Me pediram para transar com uma mulher e eu fiz, foi libertador descobrir meu lado bi. Se pedem eu executo. Queriam que eu fizesse com um homem e como não estava namorando, escolhi um fã da própria plataforma. Durante o ano inteiro de 2024 me pediam coisas desse tipo, mas fui com calma.
Quais os pedidos que mais fazem para você na plataforma?
Antes pediam para eu abrir a perna, mas eu tinha um bloqueio. Depois que passei desse ponto, pediam brinquedos e fiz. Teve uma vez comprei um plug anal muito grande e me lasquei. Depois começaram a querer sexo com mulher, com homem. Pedem para eu mostrar mamilos enquanto estou correndo num parque. E muito pé. Também já quiseram sexo com um homem submisso. Gemidos, gritos na cama. Tudo eu vou gravando e liberando aos poucos.
Você participa das escolhas dos convidados para o sexo?
Sim. Os fãs mandavam fotos pelados e meu assessor selecionou dez. Eu fiquei em dúvida entre dois. Confesso que às vezes eu estava no mercado, na rua e abria foto e vídeo de homem pelado.
Você desbancou nomes como Andressa Urach e Mirella no Privacy. Gosta dessa competição?
Antes, quando era só conteúdo sensual, eu não aparecia nem nas 10 primeiras posições. Então comecei a me soltar. Fui pesquisar as concorrentes. E como eu sou foda na cama, só precisava me jogar. Quando liberei o vídeo do sexo com fã na banheira, explodiu. Foi um escândalo. Agora até mulheres casadas assinam a minha plataforma para aprender sobre sexo comigo, copiam minhas fotos sensuais. Às vezes dou aula de como fazer sexo oral.
Como elabora as cenas de sexo?
Meus fãs gostam de história, não é só aparecer pelada. É tipo filme amador. Gravei um em que estou malhando e pego o personal. Se for para fazer de qualquer jeito e não sentir nada, não faço. Antes eu dividia o vídeo em três partes, mas os homens começaram a reclamar, pois eles se masturbavam e tinham que parar no meio. Fui entendendo como funciona e agora é só vídeo completo, de mais de 30 minutos. Por isso que sou top 1, eu faço com capricho.
O rótulo de eterna garota da banheira do Gugu não te desanima?
Sempre lucrei com a banheira. Teve período que fiz muito show, peça de teatro em que contava histórias de humor sobre a banheira. Ano passado fiz uma apresentação no Rio em uma festa em que interagia com fãs na banheira. E agora achei minha pegada nos vídeos.
O Gugu morreu há 5 anos. Ele tinha fama de ser protetor das colegas de trabalho. O que acha que ele falaria para você hoje em dia?
As pessoas me chamavam de ‘cria do Gugu’. Foi ele quem falou meu nome pela primeira vez na TV. No dia seguinte eu dava autógrafos na rua. Ele sempre me aconselhava, por exemplo, a pedir um bom cachê quando fosse fazer a revista Playboy. E não poderia me contentar com fotos internas, eu merecia a capa. Hoje, ele iria achar meu trabalho ousado, mas diria que eu continuo me reinventando e entenderia. O corpo é meu e eu estou bonita.
Ficou rica com os vídeos de sexo?
Posso dizer que hoje compro tudo o que eu quero, estou com a vida em dia. Não posso ser hipócrita: dinheiro é dinheiro, mas também tenho renda de aluguéis. Minha maior parte vem da plataforma, mas continuo investindo, não sou besta.
Como é sua rotina?
É puxado. Não abri mão de treinar, de me cuidar por saúde e para estar bonita. Sou uma mãe presente, tenho 14 pets e eu que administro as coisas. Se sei que vou viajar, deixo conteúdos prontos. Faço muay thai, dança, meditação. É uma correria. De noite bato papo com os seguidores.
O que sua filha, Gabriela, acha do seu trabalho?
Ela tem 17 anos. Sempre conversei com ela e preparava o terreno. Expliquei que tudo o que fiz e faço é para manter a estrutura que temos. Se ela achasse que meu trabalho a incomodaria, eu não faria. Aí ela falou que para ela o que importa era dinheiro na conta, tem cabeça muito boa. Alguns fizeram comentários ridículos que a entristeceram, mas eu a preparei nas respostas.
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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