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Luxo perdeu 50 milhões de clientes em dois anos

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A LVMH terá de rever a sua estratégia. Assim como Kering, Burberry e outras Chanel. O mercado global de luxo diminuirá entre 1% e 3% em 2024, atingindo 1,5 biliões de euros, segundo o estudo da Bain & Company, realizado em parceria com a Altagamma, a associação italiana de fabricantes de luxo, e publicado quinta-feira, 14 de novembro.

O segmento de marroquinaria, pronto-a-vestir, joalharia e relógios, que representa cerca de um quarto deste valor, deverá registar uma redução anual de 2%, a taxas de câmbio constantes. Inicialmente, a Bain & Company contava com um cenário completamente diferente, com crescimento entre 0% e 4%. Mas a recessão no mercado de luxo chinês, sentida desde o final do segundo trimestre, obrigou a empresa a rever as suas previsões. “Pela primeira vez desde a grande recessão de 2008, fora do período Covid, o mercado sofrerá um abrandamento”sublinha, em comunicado de imprensa, Claudia D’Arpizio, sócia da Bain & Company.

Os fabricantes de produtos de luxo já estão sentindo isso. Ao longo dos primeiros nove meses do ano, no final de Setembro, LVMH, líder mundial do luxo, sofreu uma queda de 2% na atividade a nível mundial. As vendas das suas marcas de moda e artigos de couro, especialmente sob as marcas Louis Vuitton, Dior e Celine, contraíram 3% neste período. Kering sofre mais severamente. O grupo francês dono da Gucci, em crise desde 2022, Saint Laurent e Bottega Veneta, perdeu 12% do volume de negócios em nove meses, face ao mesmo período de 2023. Apenas a Hermès ignorou a recessão económica. O volume de negócios da marca parisiense, que visa uma clientela com mais dinheiro que os seus concorrentes, aumentou 13,8%.

Erros de estratégia

Em Milão, capital do luxo italiano, a consultora internacional aponta os erros estratégicos cometidos por alguns grandes fabricantes de luxo para fazer face ao abrandamento da procura nos Estados Unidos e na China e para compensar a queda nos volumes de vendas. Vários recorreram à “premiumização” das gamas; em suma, os fabricantes aumentaram os preços dos seus produtos. No início do ano, a Hermès implementou um aumento de preços de cerca de 9%. Mas esta estratégia não deu frutos para marcas mais acessíveis, incluindo a italiana Gucci, uma subsidiária do grupo Kering, e a Burberry, uma figura de luxo britânica.

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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre

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Proint realiza atividade sobre trabalho com jovens aprendizes — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint), da Ufac, promoveu um encontro com jovens aprendizes para formação e troca de experiências sobre carreira, tecnologia e inovação. O evento ocorreu em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), em 28 de abril, no espaço de inovação da Ufac, campus-sede.

Os professores Francisco Passos e Marta Adelino conduziram a atividade, compartilhando conhecimentos e experiências com os estudantes, estimulando reflexões sobre o futuro profissional e o papel da inovação na construção de novas oportunidades. A instrutora de aprendizagem do CIEE, Mariza da Silva Santos, também acompanhou os participantes na ação, destacando a relação entre formação acadêmica e experiências no mundo do trabalho.

 



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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre

A professora do campus Floresta, Maria Cristina de Souza, que também é curadora do Herbário em Cruzeiro do Sul, esteve, de 9 a 15 de abril, no Museu de História Natural de Paris, representando a Ufac. Ela conduziu, em francês, conferência sobre a diversidade e a riqueza da região do Alto Juruá e realizou visita técnica, atualizando amostras das coleções de palmeiras (Arecaceae) do gênero Geonoma. As atividades tiveram apoio dos pesquisadores Marc Jeanson, Florent Martos e Marc Pignal.

 



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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.

O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.

A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.

“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.

 



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