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Maanum provoca goleada de quatro gols do Arsenal sobre a Juventus na Liga dos Campeões Feminina | Liga dos Campeões Feminina

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Sophie Downey at Stadio Comunale Vittorio Pozzo Lamarmora

O Arsenal conquistou uma vitória por 4 a 0 na Liga dos Campeões Feminina sobre a Juventus, na Itália, estendendo sua invencibilidade para seis partidas. Frida Maanum abriu o placar para os visitantes, antes de uma série de gols de Stina Blackstenius, Mariona Caldentey e Caitlin Foord no segundo tempo garantirem uma vitória confortável.

Num início de temporada difícil, uma estrela brilhante do Arsenal foi o internacional norueguês Maanum. Desde que Renée Slegers assumiu o cargo de treinadora interinamente, a jovem de 25 anos assumiu o papel de número 10.

O seu golo na primeira parte revelou-se um grande avanço para a sua equipa, que encontrou o ritmo sob o olhar dos Alpes italianos. Foi uma jogada inteligente do craque, que os torcedores do Arsenal já estão acostumados a ver, escolhida na perfeição por Foord. Maanum chutou a bola com segurança na frente do gol, a bola aninhando-se perfeitamente no canto mais distante para seu sexto gol na temporada.

Foi um golo que deu aos visitantes a vantagem no intervalo frente a uma equipa da Juventus sob o comando de Massimiliano Canzi. Os anfitriões chegaram a este jogo em boa forma, com quatro pontos de vantagem na liderança da Série A.

Canzi optou por mudar as coisas com a visita do time da WSL, deixando de fora alguns de seus nomes mais notáveis. A experiente dupla Cristiana Girelli e Barbara Bonansea deu-lhe muita experiência ofensiva para sair do banco, enquanto Sofia Cantore e Arianna Caruso fizeram parte das cinco que mantiveram os seus lugares na vitória sobre o Milan, no sábado.

O Arsenal, no entanto, vem construindo sua própria forma. Desde a saída de Jonas Eidevall, há um mês, Slegers estabilizou o navio. Os resultados seguiram-se, com o desempenho mais impressionante na vitória por 5 a 0 sobre o Brighton, nos Emirados, na noite de sexta-feira. Slegers fez uma mudança na equipe que havia desmantelado os Seagulls com tanta habilidade, com a goleira Daphne van Domselaar entrando no lugar de Manuela Zinsberger.

Esta foi a terceira jornada desta campanha na Liga dos Campeões e foi a equipa inglesa que ficou à frente dos italianos no saldo de golos. O Bayern de Munique está no topo da pilha.

Caitlin Foord, do Arsenal, comemora seu quarto gol com Stina Blackstenius. Fotografia: Massimo Pinca/Reuters

Com o início do inverno no ar, foram os bianconere quem aqueceu mais rápido, ampliando a defesa do Arsenal desde o início e pressionando com intensidade. Eles tiveram a primeira oportunidade real quando Cantore avançou, mas foi negado por uma parada de alerta de Van Domselaar.

No entanto, o Arsenal não demorou muito a encontrar o ritmo e seguiu-se uma primeira parte divertida, com as duas guarda-redes a serem testadas por Katie McCabe e Valentina Bergamaschi, respectivamente. Havia muito espaço a ser explorado nas laterais, mas foram os visitantes que pareceram um pouco mais incisivos.

Houve um aviso para a Juventus cinco minutos antes do gol inaugural, quando a corrida de Maanum para a área foi marcada. Minutos depois, os anfitriões foram derrotados por uma sequência semelhante, desta vez com o norueguês a fazer a jogada para garantir que o Arsenal chegasse ao intervalo com uma vantagem estreita.

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A segunda parte continuou praticamente na mesma linha da primeira, embora com a Juventus parecendo um pouco tensa enquanto tentava o empate. Amalie Vangsgaard fez o possível para comandar os canais, mas não conseguiu finalizar para vencer Van Domselaar.

O Arsenal continuou a avançar com uma série de substituições ofensivas que deram ímpeto. Duas das caras novas combinaram-se para duplicar a vantagem do Arsenal, com Caldentey a preparar Blackstenius para um remate próximo do poste. Minutos depois, a ponta espanhola fez o seu próprio, uma finalização em loop doce que ondulou o teto da rede.

Todo o vento foi retirado das velas dos anfitriões e ainda houve tempo para os visitantes adicionarem mais um. Foord teve uma noite laboriosa em ambas as alas e conseguiu colocar seu nome na súmula com uma finalização à queima-roupa para encerrar a noite.

Quatro gols, quatro artilheiros diferentes e um placar limpo só ajudarão a aumentar a confiança na classificação do Arsenal antes do clássico do norte de Londres, no sábado.



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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