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Sena Madureira

Mãe de família que estava sem alimentos, sem gás e com a energia cortada agradece doações

Senaonline.net, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A dona de casa Nilzângela de Araújo Tomás, 21 anos de idade, moradora no Bairro Bom Sucesso, após a ponte do igarapé cafezal, em Sena Madureira, se deparou com uma situação desesperadora nesta semana. Mãe de dois filhos menores de idade, ela se viu sem alimentos em casa, com a botija de gás seca e com a luz cortada.

Sem nenhum recurso financeiro naquele momento, ela decidiu recorrer aos microfones das Rádios Difusora de Sena e Aldeia FM 105,9 MHZ para fazer um apelo. A campanha foi comandada pelo jornalista Edinaldo Gomes que fez uma ampla entrevista com a moradora no Jornal Difusora, sensibilizando a comunidade.
Desde ontem, a dona Nilzângela recebe doações. “Anteontem não tinha nada para dar pros meus filhos.

Na quarta-feira almoçamos porque a vizinha nos deu uns mandis e um pouco de farinha. É triste ver os filhos pedindo comida e não ter nada. Mas, graças a Deus e através desse apelo que fiz na Rádio, conseguimos muitas coisas”, comentou.
Os moradores doaram vários sacolões para a mãe de família, além de terem conseguido a troca do gás e o dinheiro para pagar o talão de energia.

Podemos citar algumas pessoas que ajudaram nessa campanha da solidariedade: João Nunes Júnior (Jota), Maclean Sá, Jardany Sales, Fernando Gadelha (Fera), Miranda do Depasa, dentre outros, incluindo moradores da zona rural.

Dona Nilzângela fez um agradecimento especial. “Primeiro agradeço a Deus, a vocês da Rádio e todas as pessoas que se compadeceram com a nossa situação. Não tenho nem palavras pra agradecer. Me doaram muitas mercadorias. Que Deus possa recompensar a cada um, pois hoje meus filhos tem o que comer”, relatou.

O seu esposo trabalha como diarista e no momento se encontra na zona rural. Eles moram de aluguel em um pequeno casebre e pagam 100 reais mensalmente.

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ACRE

Foto revela grande incêndio em Sena Madureira que destrói sete hectares de pastagem

G1AC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Corpo de Bombeiros foi acionado e combate durou mais de seis horas. Incêndio ocorreu na noite desse sábado (25) em Sena Madureira.

Incêndio destrói sete hectares de pastagem no interior do Acre — Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros.

Um incêndio de grandes proporções destruiu uma área de pastagem, na noite desse sábado (25), na cidade de Sena Madureira, no interior do Acre. O Corpo de Bombeiros foi acionado e o combate durou mais de seis horas.

O major Cláudio Falcão, dos bombeiros, informou que foram cerca de sete hectares de terra destruídos. A equipe usou quatro lances de mangueira e mais de oito mil litros de água no combate, além de outros métodos.

“Foi realizado o combate com canhão de água, bombas costas, abafadores no flanco direto do incêndio, a fim de proteger as residências ao redor. Já em outras partes do incêndio foi realizada uma vistoria pela guarnição de salvamento”, afirmou o major.

Após o controle das chamas, uma equipe de salvamento ficou no local fazendo o monitoramento do incêndio para evitar que as chamas atingissem as residências próximas.

Incêndio ocorreu na noite desse sábado (25) em Sena Madureira — Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

Incêndio ocorreu na noite desse sábado (25) em Sena Madureira — Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros.

“Esse local fica a aproximadamente três quilômetros do Centro da cidade. Apesar de ser uma área rural, está cercado por casas, então por isso, a necessidade da equipe permanecer no local monitorando até a extinção por completo do incêndio, para que não houvesse riscos às residências”, disse Falcão.

Os bombeiros ainda não sabem o que pode ter causado o incêndio. “Nunca começa sozinho, então, provavelmente, alguém deve ter queimado alguma coisa e se alastrou. Mas, é preciso apurar melhor. Além disso, estamos há dez dias sem chuvas significativas e com sol bastante intenso, o que já é suficiente para a vegetação ficar seca e propícia a fogo”, concluiu.

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CONDENAÇÃO

Justiça mantém condenação de réu por exercício ilegal da medicina

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Apelante também responde por falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais.

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJAC) negou provimento ao Recurso de Apelação a um réu condenado pela Vara Criminal da Comarca de Sena Madureira, pela prática ilegal do exercício da medicina.

O réu foi condenado às penas de dez anos de reclusão e seis meses de detenção, em regime inicialmente fechado, além do pagamento de vinte dias-multa, pela prática dos crimes previstos nos artigos 273, § 1°-B, incisos I, III e V e 282, parágrafo único, do Código Penal, em concurso material.

Os membros do Colegiado, que negaram o recurso à unanimidade, entenderam por afastar o argumento de negativa de autoria, mantendo a sentença que o condenou.

No recurso, o apelante pede a sua absolvição, invocando o artigo 386, incisos I, III e VII, do Código de Processo Penal, além do pedido de afastamento da pena de multa, por não ter condições de fazer o pagamento, e requereu a restituição dos bens e valores apreendidos, alegando serem de procedência lícita.

Entenda o caso

Consta nos autos que em julho de 2015, em Sena Madureira, no Sindicato dos Trabalhadores Rurais, o apelante exerceu a profissão de médico ou farmacêutico, sem autorização legal.

Narra a denúncia que o apelante omitiu em documento particular e que ele, em companhia de terceiros, falsificaram e adulteraram produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais, sem registro no órgão de vigilância sanitária competente, sem as características de identidade e qualidade admitidas para a sua comercialização ou de procedência ignorada. Consta que eles se associaram com o fim de cometer crimes.

O pedido contido na denúncia foi julgado parcialmente procedente e o apelante foi condenado pela prática dos crimes de exercício ilegal da medicina e falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais.

Acordão

Em seu voto, o relator desembargador Samoel Evangelista enfatiza estar evidenciado que o apelante praticou o crime de adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais. “Portanto, a versão por ele apresentada negando a autoria, restou isolada nos autos, destituída de amparo probatório, sendo contrariada pela prova documental, motivo pelo qual mantenho a sua condenação”.

Da votação participaram os desembargadores Elcio Mendes (presidente), Samoel Evangelista (relator) e Pedro Ranzi. Para a sessão, o representante do Ministério Público foi o procurador de Justiça Cosmo Lima.

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