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Mãe que ia ser despejada pede ajuda pelo Facebook e recebe melhor resposta

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A resposta que essa mãe teve ao pedir ajuda no Facebook, quando estava prestes a ser despejada de um abrigo, foi inacreditável. A esposa do prefeito da cidade interveio e mudou a vida dela!

Simaray Sanzo, de 29 anos, saiu da Venezuela para tentar a vida em Denver, nos Estados Unidos. Lá, morava com o marido Samuel e o filho Santiago, em um abrigo para famílias migrantes. Mas o prazo deles no local estava vencendo e ela precisava, urgentemente, de uma casa.

Foi aí que ela pediu ajuda no Facebook, em um grupo local, e recebeu uma resposta surpreendente, em mensagem privada. A mulher dizendo que a ajudaria, era nada mais nada menos que a esposa do prefeito, que transformou a vida de Simaray e da família dela.

Google Tradutor ajudou

Primeiro, para entender o recado, a Venezuela usou o Google Tradutor. A esposa do prefeito, que escrevia em inglês, não contou quem era, mas disse que poderia ajudar.

A amizade entre as duas famílias começou no início do ano, mas só foi divulgada agora.

Com o primeiro contato trocado, resolveram marcar um almoço. Tudo isso sem Simaray saber com quem estava falando.

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A descoberta dos autores da ajuda

A primeira impressão que a família venezuelana teve dos novos amigos foi ótima. Modestos e humildes, eles receberam os migrantes da melhor forma possível.

Durante o almoço, conversavam sobre como foi toda a jornada para fugir do país de origem, o que enfrentaram e porque decidiram fugir.

Depois de meia horas juntos, o prefeito finalmente revelou quem era. “Eu sou Mike, o prefeito de Denver”, disse o homem.

Já a mulher que fez o primeiro contato com eles, era Courtney Johnston, esposa de Mike e vice-promotora distrital chefe de Denver.

Samuel esperou o almoço acabar para procurar no Google o nome do casal amigável. Ele ficou chocado quando descobriu que tinha acabado de jantar com a família mais importante da cidade.

Vida mudou

Daí pra frente as coisas começaram a mudar para Simaray e a família.

Nos dias que se seguiram eles continuaram uma linda amizade. Além de ajudar os migrantes a conseguir um apartamento, o prefeito também comprou itens básicos que eles precisavam e cobriu gastos com saúde.

Além disso, Simaray ganhou móveis novos e mesmo quando a situação financeira apertou, Mike fez uma venda de garagem com itens pessoais e doou todo o dinheiro para o casal.

A família do prefeito também ajudou Saray, irmã de Simaray.

Manteve segredo

O caso ficou em segredo da mídia e autoridades por muito tempo.

Desde que a família do prefeito começou a ajudar, os Sanzo conseguiram autorizações de trabalho e encaminharam a vida. Samuel, o pai, tem um emprego integral.

Em setembro, durante uma conferência sobre política de imigração, Mike contou a situação que viveu e recebeu aplausos de todos os presentes.

O prefeito disse ainda que, o que começou como uma crise na cidade, se tornou uma oportunidade.

Ele contou que resolveu o problema ligando migrantes que precisavam de empregos a empregadores que precisavam de trabalhadores.

O prefeito e a esposa transformaram a vida dos Sanzo. – Foto: Rachel Woolf para CNN

Simaray disse que não saberia o que iria acontecer com ela, o filho e o marido se não fosse pelo prefeito Mike e a esposa Courtney. - Foto: Rachel Woolf para CNN

Simaray disse que não saberia o que iria acontecer com ela, o filho e o marido se não fosse pelo prefeito Mike e a esposa Courtney. – Foto: Rachel Woolf para CNN



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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