ACRE
Maestro com Parkinson recebe novo tratamento e volta a reger orquestra; sem tremores
PUBLICADO
1 ano atrásem
Que notícia boa! Diagnosticado com Parkinson há uma década, o maestro Rand Laycock, de 70 anos, fez um novo tratamento para a doença e conseguiu voltar a reger a orquestra, como fazia no passado. Imagina a felicidade dele!
Primeiro o maestro obteve sucesso com a ECP (estimulação cerebral profunda) por quase um ano e, então, conheceu um novo avanço chamado ECAP (estimulação cerebral profunda adaptativa). Associados, os dois métodos mudaram a vida dele, que agora volta a fazer tudo o que mais gosta, como reger a orquestra de músicos e brincar com a família.
“Meu tremor desapareceu quase completamente, exceto quando sinto ansiedade ou estresse extremos. Minha discinesia está praticamente controlada. Meus sintomas são mínimos em comparação com o que eram, e muito disso se deve à estimulação cerebral profunda adaptativa”, contou Rand.
Como funciona o tratamento
A virada veio após Rand passar por cirurgia para inserir os eletrodos de estimulação e implantar a bateria do estimulador, trabalho feito por um neurologista e neurocirurgião. Depois que o dispositivo foi ativado e configurado, os tremores dele pararam.
A programadora do ECAP, Erica Hennigs, explicou que o dispositivo é configurado para controlar os sintomas da doença. Assim, com ajuda da tecnologia, o paciente recebe estímulos diretamente no cérebro que reage conforme às necessidades do organismo.
No caso do maestro, as reações foram muito rápidas. No mês passado, ele passou a usar o dispositivo, logo após fazer a cirurgia, e as melhoras apareceram imediatamente.
Leia mais notícia boa
- Parkinson: capoeira devolve equilíbrio e autoestima a pacientes, mostra agência da Alemanha; vídeo
- Mulher que sente cheiro de Parkinson ajuda a desenvolver teste para detecção precoce da doença
- Parkinson: idoso é curado após 30 anos com tremores; tratamento aprovado nos EUA
Comemoração em grande estilo
Agora, o maestro faz planos para comemorar a vitória sobre a doença.
Em breve, completa 47 anos de regência e quer festa, assim como pretende desfrutar todos os momentos ao lado da mulher, dos dois filhos e da neta.
Voltar a reger a orquestra foi uma grande vitória celebrada por ele.
“Voltar a ser você mesmo”
“Sei que a ideia de uma cirurgia cerebral pode ser intimidante, mas é um procedimento transformador que permite que você volte a ser você mesmo”, ressaltou Rand à Cleveland Clinic .
O maestro lembra quando, há 11 anos, recebeu o diagnóstico do Parkinson.
“E aqui estou eu hoje, com a estimulação cerebral profunda adaptativa – algo que nem sabíamos na época”, diz Rand.
Olha ele regendo novamente:
O maestro Rand Laycok retomou a vida após o novo tratamento com eletrodos e estímulos específicos diretamente no cérebro. Voltar a reger a orquestra agora é uma realidade, assim como o simples ato de chupar um picolé. – Foto: Cleveland Clinic
Leia Mais: Só Notícias Boas
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
15 horas atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
Relacionado
ACRE
Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
6 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
Relacionado
ACRE
Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
1 semana atrásem
16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login