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Maestro com Parkinson recebe novo tratamento e volta a reger orquestra; sem tremores

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Natan, um Brasileiro, do Distrito Federal, teve sua foto de Saturno publicada pela Nasa como a melhor imagem do dia. - Foto: Nasa/Reprodução

Que notícia boa! Diagnosticado com Parkinson há uma década, o maestro Rand Laycock, de 70 anos, fez um novo tratamento para a doença e conseguiu voltar a reger a orquestra, como fazia no passado. Imagina a felicidade dele!

Primeiro o maestro obteve sucesso com a ECP (estimulação cerebral profunda) por quase um ano e, então, conheceu um novo avanço chamado ECAP (estimulação cerebral profunda adaptativa). Associados, os dois métodos mudaram a vida dele, que agora volta a fazer tudo o que mais gosta, como reger a orquestra de músicos e brincar com a família.

“Meu tremor desapareceu quase completamente, exceto quando sinto ansiedade ou estresse extremos. Minha discinesia está praticamente controlada. Meus sintomas são mínimos em comparação com o que eram, e muito disso se deve à estimulação cerebral profunda adaptativa”, contou Rand.

Como funciona o tratamento

A virada veio após Rand passar por cirurgia para inserir os eletrodos de estimulação e implantar a bateria do estimulador, trabalho feito por um neurologista e neurocirurgião. Depois que o dispositivo foi ativado e configurado, os tremores dele pararam.

A programadora do ECAP, Erica Hennigs, explicou que o dispositivo é configurado para controlar os sintomas da doença. Assim, com ajuda da tecnologia, o paciente recebe estímulos diretamente no cérebro que reage conforme às necessidades do organismo.

No caso do maestro, as reações foram muito rápidas. No mês passado, ele passou a usar o dispositivo, logo após fazer a cirurgia, e as melhoras apareceram imediatamente.

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Comemoração em grande estilo

Agora, o maestro faz planos para comemorar a vitória sobre a doença.

Em breve, completa 47 anos de regência e quer festa, assim como pretende desfrutar todos os momentos ao lado da mulher, dos dois filhos e da neta.

Voltar a reger a orquestra foi uma grande vitória celebrada por ele.

“Voltar a ser você mesmo”

“Sei que a ideia de uma cirurgia cerebral pode ser intimidante, mas é um procedimento transformador que permite que você volte a ser você mesmo”, ressaltou Rand à Cleveland Clinic .

O maestro lembra quando, há 11 anos, recebeu o diagnóstico do Parkinson.

“E aqui estou eu hoje, com a estimulação cerebral profunda adaptativa – algo que nem sabíamos na época”, diz Rand.

Olha ele regendo novamente:

O maestro Rand Laycok retomou a vida após o novo tratamento com eletrodos e estímulos específicos diretamente no cérebro, voltar a reger a orquestra agora é uma realidade para ele. Foto: Cleveland Clinic O maestro Rand Laycok retomou a vida após o novo tratamento com eletrodos e estímulos específicos diretamente no cérebro. Voltar a reger a orquestra agora é uma realidade, assim como o simples ato de chupar um picolé. – Foto: Cleveland Clinic



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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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