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Mais de 1.000 baixas militares norte-coreanas na guerra na Ucrânia, diz Coreia do Sul | Ucrânia
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1 ano atrásem
Justin McCurry in Osaka and agencies
Mais de 1.000 soldados norte-coreanos foram mortos ou feridos desde que foram enviados para lutar ao lado das tropas russas na Ucrânia, segundo oficiais militares sul-coreanos.
Num comunicado divulgado na segunda-feira, os chefes do Estado-Maior Conjunto do Sul (JCS) afirmaram: “Avaliamos que as tropas norte-coreanas, que recentemente entraram em combate com as forças ucranianas, sofreram cerca de 1.100 baixas”.
O JCS não informou quantos soldados foram mortos em combate, mas as alegações sublinham os riscos que representam para as forças armadas não testadas do Norte, entre relatos de que o regime está preparado para enviar mais reforços para Ucrânia.
Na semana passada, a agência de espionagem da Coreia do Sul afirmou que pelo menos 100 soldados norte-coreanos morreram desde que foram enviados para o combate este mês.
Lee Seong-kweun, um deputado sul-coreano, disse depois de se reunir com autoridades de inteligência que o elevado número de vítimas poderia ser atribuído ao “ambiente de campo de batalha desconhecido, onde as forças norte-coreanas estão a ser usadas como unidades de assalto dispensáveis na linha da frente, e à sua falta de capacidade para combater ataques de drones”.
Lee disse que várias vítimas norte-coreanas foram atribuídas a ataques de mísseis e drones ucranianos, e outras a acidentes de treinamento, com a vítima de mais alto escalão “pelo menos no nível de general”.
O JCS disse estar “particularmente interessado na possibilidade de destacamentos adicionais” para ajudar o esforço de guerra da Rússia, acrescentando que Pyongyang estava “a preparar-se para a rotação ou destacamento adicional de soldados”.
O comunicado afirma que a Coreia do Norte também estava “produzindo e fornecendo drones autodestrutivos” – que se pensa referir-se a drones de ataque – para uso pela Rússia, juntamente com lançadores de foguetes e artilharia autopropulsada.
O envio de soldados norte-coreanos marcou uma escalada dramática na guerra na Ucrânia, à medida que o Kremlin recorreu ao seu aliado para reforçar as suas forças na região fronteiriça de Kursk, onde as forças ucranianas tomaram território este ano. Foi também uma demonstração das tentativas de Vladimir Putin de ampliar o conflito através do envolvimento directo nos combates de um país terceiro.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, escreveu no X na segunda-feira que havia riscos “de a Coreia do Norte enviar tropas e equipamento militar adicionais ao exército russo”. Ele disse que, de acordo com dados preliminares ucranianos, o número de soldados norte-coreanos mortos e feridos na região de Kursk já ultrapassou os 3.000. O Guardian não conseguiu verificar o número de forma independente.
A outrora inimaginável perspectiva de soldados norte-coreanos – membros do exército de 1,3 milhões de homens do país – lutarem numa guerra europeia tornou-se uma realidade meses depois de Putin e Kim Jong-un assinou um pacto de defesa mútua numa cimeira em Pyongyang, em Junho.
Embora os detalhes do acordo não tenham sido divulgados, os analistas acreditam que o líder norte-coreano quer acesso à tecnologia de foguetes russa e a outros conhecimentos militares em troca de fornecer munições, armas e reforços às suas forças.
Até 12 mil soldados norte-coreanos foram destacados para ajudar a Rússia na guerra, segundo autoridades dos EUA e da Coreia do Sul. Pyongyang também enviou mais de 10 mil contêineres com cartuchos de artilharia, foguetes antitanque, bem como obuses mecanizados e lançadores de foguetes.
O JCS da Coreia do Sul disse que o Norte também estava a usar o teatro de operações da Ucrânia para modernizar as suas capacidades de guerra, acrescentando: “Isto poderia levar a um aumento da ameaça militar do Norte contra nós”.
Em resposta, a Coreia do Sul e a Ucrânia afirmaram no mês passado que iriam aprofundar a cooperação em segurança, com o governo do Sul agora presidente cassadoYoon Suk Yeol, recusando-se a descartar o fornecimento de armas a Kyiv.
A Coreia do Sul é um grande exportador de armas, mas tem uma política de longa data de não enviar armas para países envolvidos em conflitos.
A Coreia do Norte não se referiu ao envio de tropas ou de armas em declarações oficiais, mas na semana passada acusou os EUA e os seus aliados de “provocação imprudente” por criticarem o seu apoio material à Rússia.
Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores disse que os ministros das Relações Exteriores de 10 países e da UE estavam “distorcendo e caluniando” os laços “cooperativos normais” de Pyongyang com Moscou, segundo a mídia estatal.
Num comunicado divulgado por Washington, os aliados da Ucrânia instaram a Coreia do Norte “a cessar imediatamente toda a assistência à guerra de agressão da Rússia contra a Ucrânia, inclusive através da retirada das suas tropas”.
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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli
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16 de abril de 2026No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo.
O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:
SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.
A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.
Veja o vídeo:
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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