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Major Rocha diz que ‘usam mercenários’ para tentar desgastar a irmã deputada federal

Contilnet, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Para contornar uma crise política instalada entre a deputada federal Mara Rocha (PSDB) e o governador Gladson Cameli (Progressistas), o vice-governador, Werlhes Rocha (PSDB), irmão da deputada, utilizou sua página pessoal no Facebook, na noite desta segunda-feira (24) para se manifestar a respeito. Nas mensagens de texto, ele enalteceu as qualidades do trabalho realizado pela irmã e garantiu que “não há rompimento com o governador”.

A causa da polêmica teria sido a declaração da deputada de que “racharia” com o governo de Gladson em razão de não ter sido exonerado da pasta da Agricultura e Agronegócio o secretário Paulo Wath. Em contrapartida, Gladson avisou, também por meio de sites de notícias, que tiraria do comando do vice-governador a área da Segurança Pública, no que recuou no mesmo dia.

“Aos críticos de plantão, aqueles que não conseguem ver ou não querem enxergar a liderança da minha irmã e deputada federal, Mara Rocha, ela é hoje a liderança política que mais cresceu em nosso Estado. Já na sua primeira eleição conseguiu ser deputada federal mais votada do Acre e tem tudo para alçar voos mais altos. Lógico que isso incomoda muita gente. (…) Quanto ao imbróglio que motivou seu descontentamento com o governo, estamos trabalhando para contornar. Sua ajuda ao nosso governo é fundamental e sei que, independente de qualquer coisa, estará sempre à disposição do nosso povo. O resto é só intriga de quem tem medo de enfrentar uma Rocha e, em razão disso, utiliza mercenários para tentar lhe desgastar”, escreveu Major Rocha.

Na mesma mensagem, ele enalteceu o trabalho da irmã. “Além da atuação firme, da apresentação de projetos importantes e do compromisso com nosso Acre e municípios, Mara tem conquistado rapidamente um espaço importante dentro da Câmara e do Congresso. Faz parte da nova geração política, da nova política. Aquela que defende nos parlamentos que fiz parte e que não beatifica bandidos, ainda que sejam do mesmo partido”, destacou.

Mais cedo, em outro post, Major Rocha afirmou que permanece aliado ao governador Gladson Cameli. “De minha parte quero deixar claro que não há nenhum rompimento com o governador Gladson Cameli. Entendo que a aliança que constituímos no período pré-eleitoral foi pelo Acre e por isso abri mão de disputar outro cargo. Tenho maturidade suficiente para não embarcar em crises inexistentes. Em crises fabricadas para criar fatos, desgastar o governo e atrapalhar o Acre. Não vou cair nas armadilhas desses que veem nas crises artificiais uma forma de me atacar ou atacar o governo. Não percam seu tempo, não vou me pautar por aqueles que torcem para o quanto pior melhor”, ressaltou.

Confira o restante da mensagem do vice-governador na íntegra:

Aos críticos de plantão, aqueles que não conseguem ver ou não querem enxergar a liderança da minha irmã e Deputada Federal Mara Rocha. Ela é hoje a liderança política que mais cresceu em nosso Estado. Já na sua primeira eleição conseguiu ser deputada federal mais votada do Acre e tem tudo para alçar voos mais altos. Lógico que isso incomoda muita gente.

Além da atuação firme, da apresentação de projetos importantes e do compromisso com nosso Acre e municípios, Mara tem conquistado rapidamente um espaço importante dentro da Câmara e do Congresso. Faz parte da nova geração política, da nova politica. Aquela que defendi nos parlamentos que fiz parte e que não beatífica bandidos, ainda que sejam do mesmo partido.

Quanto ao imbroglio que motivou seu descontentamento com o governo, estamos trabalhando para contornar. Sua ajuda ao nosso governo é fundamental e sei que, independente de qualquer coisa, estará sempre à disposição do nosso povo.
O resto é só intriga de quem tem medo de enfrentar uma Rocha e, em razão disso, utiliza mercenários para tentar lhe desgastar.

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GOVERNO

38% reprovam e 29% aprovam o governo de Jair Bolsonaro, diz Datafolha

Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (2) pelo jornal “Folha de S.Paulo” mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL):

Ótimo/bom: 29%

Regular: 30%

Ruim/péssimo: 38%

Não sabe/não respondeu: 2%

A pesquisa foi realizada nos dias 29 e 30 de agosto com 2.878 pessoas com mais de 16 anos, em 175 cidades brasileiras. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro.

Em julho e em abril, quando foram realizadas as pesquisas anteriores, os índices foram:

Ótimo/bom: 33%, em julho; 32%, em abril

Regular: 31%, em julho; 33%, em abril

Ruim/péssimo: 33%, em julho; 30%, em abril

Não sabe/não respondeu: 2%, em julho; 4%, em abril

Em relação à expectativa com o futuro do governo, 45% esperam que Bolsonaro faça uma gestão ótima ou boa. Em julho, eram 51%, e em abril, 59%. Outros 32% acreditam que o presidente fará uma administração ruim ou péssima, contra 24% em julho, e 23% em abril.

O Datafolha também perguntou se Bolsonaro fez mais, menos ou o que deveria pelo país. Os resultados foram os seguintes:

Fez pelo país mais do que esperava: 11% (eram 12% em julho, e 13% em abril)

Fez pelo país o que esperava que ele fizesse: 21% (eram 22% em julho, 22% em abril)

Fez pelo país menos do que esperava: 62% (eram 61% em julho, e 61% em abril)

E levantou, ainda, se os entrevistados acreditam que o presidente age ou não como deveria. Veja os percentuais:

Age como presidente deveria: 15% (eram 22% em julho, e 27% em abril)

Na maioria das ocasiões age como deveria: 27% (eram 28% em julho, e 27% em abril)

Em algumas ocasiões age como deveria: 23% (eram 21% em julho, e 20% em abril)

Em nenhuma ocasião age como deveria: 32% (eram 25% em julho e 23% em abril)

Outros presidentes

O presidente Jair Bolsonaro durante reunião com executivos de empresas no Palácio do Planalto nesta quinta-feira (22) — Foto: Marcos Corrêa/PR

Aos 8 meses de mandato, os percentuais de ruim e péssimo de outros presidentes foram os seguintes:

FHC (1995): 15%

Lula (2003): 10%

Dilma (2011): 11%

Bolsonaro (2019): 38%

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Politics

Apontado como candidato em 2020, JV diz que “tá muito cedo”

Ac24horas, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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O ex-senador Jorge Viana teve seu nome apontado como candidato as eleições de 2020 para a disputa da cadeira de prefeito de Rio Branco pelo Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE) do PT Nacional, segundo informações de uma reportagem do Estadão publicada neste final de semana, porém, o petista informou ao ac24horas que “tá muito cedo para falar de eleições”.

“Serei sempre um “candidato” para enfrentar, vencer e deixar para trás esses tempos de obscurantismo. É muito grave o que ocorre no Acre e em todo o país. Acho, sinceramente, que a razão, o bom senso, a lógica, a sensatez entraram de férias…. enquanto não voltarem, penso que tudo vai seguir piorando no Acre e no Brasil. Tá muito cedo pra falar de eleições, meu caro. Penso que devemos seguir tentando tirar lições das últimas”, pontuou o senador, deixando uma dúvida no ar.

O presidente do diretório estadual do PT, Cesário Campelo Braga, ressalta que o PT do Acre não descarta uma candidatura majoritária em 2020 na capital. “O PT não descarta a possibilidade de apresentar  um candidato a prefeito de Rio Branco e Jorge Viana e Raimundo Angelim são dois nomes que estão a disposição do partido”.

Para evitar especulações, Braga afirmou que ainda é cedo para isso ser debatido abertamente. “Porém é muito cedo, compomos a base legislativa e da prefeita Socorro Nery e vamos construir o processo juntos no momento oportuno”, finalizou.

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