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Man on trial in NYC subway death went ‘way too far,’ prosecutors say in opening statements

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Daniel Penny went “way too far” when he put Jordan Neely in a chokehold on a New York City subway train last year until he died, a Manhattan prosecutor told jurors Friday during opening statements in Penny’s manslaughter trial.

Assistant District Attorney Dafna Yoran said that while Penny’s initial intent to protect other passengers from someone he perceived as a threat was laudable, that praise vanished when he continued to hold onto Neely after he had lost consciousness and after the other passengers had safely exited the train car.

“A chokehold is only permitted when it’s absolutely necessary and only for as long as it’s absolutely necessary,” Yoran told jurors. “And here, the defendant went way too far.”

Penny, 26, is charged with manslaughter and criminally negligent homicide in the May 1, 2023, killing of Neely, 30, a homeless Black man who had a history of mental illness and sometimes entertained subway riders as a Michael Jackson impersonator.

Former Marine Daniel Penny arrives at Manhattan criminal court on June 28, 2023.Yuki Iwamura / AFP via Getty Images file

Yoran said that when Neely boarded the train that day, he was homeless, suffering from mental illness and high on synthetic cannabinoids. He talked about being hungry, thirsty and made threats about hurting people and wanting to go back to jail, which frightened people on the train, Yoran said.

But she said Penny was “unnecessarily reckless” when he grabbed Neely from behind “without hesitation” and brought him to the floor of a dirty uptown F train, where Neely would take his last breaths. Penny showed indifference toward Neely and “didn’t recognize his humanity,” she said.

Penny’s attorney, Thomas Kenniff, said in his opening statement that Penny, a former Marine, did not intend to kill Neely when he put him in what Kenniff described as “a variation of a nonlethal chokehold.”

Kenniff told jurors that the evidence will show Penny did not intend to hurt Neely and that he took “every conscious effort” to avoid killing him. The defense attorney also challenged the city’s chief medical examiner’s finding that Neely died from compression to his neck as a result of the chokehold.

According to Kenniff, Neely had moved through the subway car, lunged at passengers and approached a woman who was protecting her son behind a stroller. He said Penny heard Neely say, “I will kill,” which prompted him to act.

Kenniff said Penny wanted only to detain Neely until police arrived. Penny’s behavior “doesn’t have to make him a hero,” Kenniff said. “But it doesn’t make him a killer.” 

Yoran told jurors that although Penny was trained in first aid, he did not check Neely’s pulse or breathing as he waited for police. He also did not try to revive Neely, Yoran said.

Jordan Neely
Jordan Neely in New York City, in 2009. Andrew Savulich / TNS via Getty Images file

There has been high interest in Penny’s trial, which has become divisive as some denounce him as a vigilante and others laud him as a hero. The case has also raised concerns about race as a factor in Neely’s death. Penny is white. Neely was Black.

Meanwhile, advocates for people experiencing homelessness and mental illness have criticized the city for not doing enough to help people like Neely, who had a history of both.

Before opening statements Friday, protests outside could briefly be heard inside the courtroom, leading Judge Maxwell Wiley to add to his normal jury instructions a special directive that jurors ignore any noise they hear outside.

The 12-member jury, picked after nearly two weeks of jury selection, will remain anonymous. Seven of the 12 jurors are women, and eight are white.

Yoran accused Penny’s attorneys this week of striking jurors of color. The trial is expected to last six weeks.

In addition to opening statements, jurors on Friday heard from three police officers who had responded to the subway car. They described life-saving measures officers and other first responders took to try to save Neely, including the administering of Narcan and performing chest compressions.

Kenniff said jurors also would hear during the trial from subway riders who had feared for their lives.

Both sides intend to use bystander video from that day to make their case to jurors, with Yoran calling one recording by a train passenger “the most critical piece of evidence at this trial.”

The video, she said, will make clear that Penny approached Neely within 30 seconds of Neely boarding the train and that he continued to restrain him even after two men helped him pin Neely to the ground. At that point, Yoran said, Neely, who was 6 foot 1 and weighed about 150 pounds at the time of his death, was outnumbered and “a chokehold was not necessary,” but Penny did not relent.

But Kenniff said that the videos would not tell the entire story. He said that by the time people began recording, Penny had been struggling to restrain Neely for two minutes.

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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac — Universidade Federal do Acre

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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac-reitor-e-vice.jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com os novos pró-reitores da administração superior para marcar o início da gestão do quadriênio 2026-2030 e tratar das primeiras ações e prioridades a serem tomadas na universidade. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 12, na Reitoria, campus-sede. A sessão solene pública de transmissão de cargo da Reitoria será realizada na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.

Josimar afirmou que a eficiência na aplicação dos recursos e a austeridade estarão entre os princípios da gestão. Hoje ele também se reúne com as equipes das áreas de planejamento e administração para avaliar o orçamento disponível para execução das atividades até o fim do ano. “Esse é um princípio que adotamos desde o primeiro dia”, afirmou.

Entre as primeiras medidas anunciadas está a retomada das reuniões presenciais dos conselhos universitários. Segundo o reitor, a mudança será implementada já nesta primeira semana de gestão.

Outra ação prevista é a criação de uma nova pró-reitoria, voltada a ações afirmativas, equidade, gênero e inclusão. De acordo com Josimar, a proposta é colocar essas políticas no centro da estrutura administrativa da universidade e ampliar sua atuação nas políticas acadêmicas.

A nova gestão também dará continuidade ao processo de realização do vestibular do curso de Medicina. O reitor informou que a Ufac já garantiu recursos e iniciará a fase de contratação da empresa responsável pelo certame. A previsão é que as provas sejam aplicadas nas cinco regionais do Acre, com manutenção do bônus regional.

A interiorização também está entre as prioridades apresentadas. A gestão pretende iniciar discussões sobre a ampliação da presença permanente da universidade no interior, incluindo a regional do Purus, em Sena Madureira, e a região de Tarauacá e Envira.

Josimar destacou ainda a intenção de ampliar a aproximação da Ufac com diferentes setores da sociedade. “Queremos aproximar a relação com a sociedade, com o serviço, com o comércio, com a indústria, e com isso fortalecer o nosso tripé, o ensino, a pesquisa e a extensão.”

Integram a nova administração superior a vice-reitora Almecina Balbino; a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro; a pró-reitora de Assuntos Estudantis, Aline Nicolli; o pró-reitor de Planejamento, Edcarlos Souza; o pró-reitor de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Thiago Lima; e o pró-reitor de Administração, Tone Roca.

 



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Proaes lança plataforma para cadastro da assistência estudantil — Universidade Federal do Acre

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A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes), da Ufac, oficializou o lançamento do Cadastro da Assistência Estudantil (Caes) nessa terça-feira, 11. A nova plataforma digital foi desenvolvida para reformular o processo de seleção de bolsas e auxílios financeiros da instituição, com o objetivo de reduzir a burocracia, otimizar o fluxo socioeconômico e ampliar o acesso dos acadêmicos aos programas de permanência universitária.

A plataforma já está disponível para acesso e o preenchimento do cadastro poderá ser realizado ao longo do ano de 2026. A transição completa do fluxo de seleção para o novo ambiente digital será concluída para ter validade nos editais previstos para o ano letivo de 2027.

O sistema apresenta interface que se adapta, permitindo o preenchimento e acompanhamento das etapas diretamente por dispositivos móveis, como celulares e tablets. Outra mudança estrutural do Caes é a otimização do formulário socioeconômico, que teve sua extensão reduzida de 14 para 9 páginas. O documento passa a ser pré-preenchido de forma automática com dados cadastrais já existentes nas bases de dados integradas da Ufac, evitando a inserção repetitiva de informações pessoais pelos discentes.

O modelo operacional introduz a aprovação prévia do cadastro socioeconômico, que terá validade mínima de dois anos. Com a homologação efetuada pela equipe de assistentes sociais da Proaes, o estudante integrará um banco de dados unificado, ficando apto a diferentes modalidades de auxílios e bolsas por meio de uma manifestação de interesse digital, sem a necessidade de reapresentar a documentação completa a cada novo edital lançado. Apenas modalidades específicas que demandem comprovações complementares, como o auxílio-creche, exigirão anexos pontuais.

O desenvolvimento da ferramenta durou aproximadamente dez meses e foi viabilizado por uma cooperação técnica entre a Proaes, o projeto WebAcademy, sob coordenação do professor Daricélio Moreira, o Núcleo de Tecnologia da Informação e o corpo de assistentes sociais da universidade, que atuaram na especificação das regras de negócio do software. Três acadêmicos selecionados via edital atuaram diretamente na programação e construção do sistema.

“O Cadastro da Assistência Estudantil vai trazer uma redução na burocracia e a possibilidade de melhorar o acesso dos estudantes aos benefícios da Proaes”, disse o pró-reitor de Assuntos Estudantis, Isaac Dayan. “Temos vários aspectos que ajudam o estudante a ter uma melhor experiência na hora de concorrer, como uma interface intuitiva e a redução da quantidade de páginas do formulário. Acreditamos que será um grande avanço na política de assistência estudantil.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Brinquedoteca da Ufac oferece atividades lúdico-pedagógicas — Universidade Federal do Acre

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Brinquedoteca da Ufac oferece atividades lúdico-pedagógicas-c.jpg

A Brinquedoteca da Ufac, inaugurada em 11 de fevereiro de 2016, localizada no Bloco Multidisciplinar, campus-sede, funciona como um Laboratório Pedagógico de Ensino, Pesquisa e Extensão para os cursos de licenciatura da instituição, tendo o jogo e as brincadeiras como elementos centrais do desenvolvimento infantil.

Atendendo crianças de 3 a 10 anos, o espaço contempla as comunidades interna e externa. O horário de funcionamento regular é de segunda a sexta-feira, no turno vespertino, das 13h30 às 17h30. No período matutino, o funcionamento depende da programação, que é divulgada previamente.

Entre as atividades desenvolvidas, estão: desenho e pintura (com tinta, lápis de cor e giz de cera); jogos teatrais e de tabuleiro; dança e confecção de brinquedos; contação de histórias e sessões de cinema com pipoca. Durante os eventos, o uso de smartphones é proibido.

Desde 2025, o espaço conta com o projeto de extensão Brincarte, coordenado pela professora Giane Lucélia Grotti, visando desenvolver, no Laboratório da Brinquedoteca, um ambiente de interação e socialização, estimulando habilidades sociais e culturais por meio de atividades lúdicas, e contribuir para o desenvolvimento integral da criança.

O campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, também conta com uma brinquedoteca, inaugurada em 2025 e coordenada pela professora Adma de Oliveira Martins, com funcionamento de manhã e à tarde, atendendo crianças de 4 a 11 anos.

Confira mais informações sobre a Brinquedoteca da Ufac

 



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