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Maníaco do Parque destaca assassino e não as vítimas – 21/10/2024 – Manuela Cantuária

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Trago alguns “spoilers”, mas nenhuma surpresa, sobre o recém-lançado longa “Maníaco do Parque“, inspirado na história real do serial killer brasileiro que causou comoção no final dos anos 1990.

Mais uma vez, estamos diante de uma peça publicitária que dá a um assassino em série tudo o que ele mais deseja: protagonismo e fama. Já vimos esse filme antes. Um filme idealizado, escrito e dirigido por homens sobre feminicídio, que retrata o assassino como uma figura complexa, carismática, enigmática.

E as vítimas, como mulheres sem nome, sem história pessoal, sem passado, sem desejos, medos, objetivos, traços de personalidade, e qualquer outra camada que as humanize. A única função dramática dessas mulheres, no filme, é a de serem mortas.

É pelo ponto de vista do protagonista, interpretado por Silvero Pereira, que o público “conhece” as vítimas. Sem saber de onde elas vieram, mas sabendo para onde elas vão, o espectador só as acompanha no momento em que o assassino as aborda e as executa. O filme não oferece, a quem vê, nenhuma oportunidade de criar vínculos emocionais com essas personagens.

O longa vem sendo divulgado com a falsa premissa de que, pela primeira vez, o ponto de vista das vítimas seria considerado. Mas a história de nenhuma dessas mulheres tem começo, meio e fim; não há uma cena sequer sob a perspectiva delas. São só vítimas. Não há dignidade em ser retratada como um objeto, e não sujeito, de nenhuma ação.

A “solução” encontrada para trazer um contraponto feminino à história foi costurá-la pela investigação de uma repórter, uma personagem ficcional que também sofre abusos na vida pessoal e profissional – afinal, a condição feminina se reduziria a isso, não é mesmo?

Os caras se deram ao trabalho de inventar mais uma mulher que não existe, uma mulher que supostamente falaria por todas as outras, mas que passa a maior parte do tempo falando sobre o assassino. Por quê? As histórias de Patrícia, Selma, Raquel, Isadora, Rosa e Elizângela não são interessantes o suficiente?

Quem eram essas mulheres? O fato de elas dividirem o mesmo destino trágico não significa que elas sejam iguais. Essa é a visão de quem decidiu contar essa história dessa maneira, perpetuando o ciclo de aniquilação feminina. E essa é a única denúncia que esse tipo de filme traz à tona.


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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre

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2026.09.24 Visita ao laboratório Charles Mérieux (2).jpg

A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.

O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.

A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Membros da Academia Acreana de Letras visitam a Ufac — Universidade Federal do Acre

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2026.09.25 Visita da Academia Acreana de Letras (2).JPG

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, recebeu membros da Academia Acreana de Letras (AAL), que vieram parabenizá-lo pelo mandato e iniciar as tratativas para fortalecimento da parceria institucional, com incentivo à cultura, à literatura e à extensão acadêmica no Estado. A visita de cortesia ocorreu nesta sexta-feira, 25, na sala de reuniões da Reitoria, campus-sede.

As instituições definiram como encaminhamento a elaboração de um termo de cooperação técnica para aproximar as ações da AAL dos cursos de graduação e das pró-reitorias, com destaque para a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. A parceria busca integrar a universidade aos projetos culturais da academia, além de apoiar a realização de um grande evento comemorativo ao aniversário da AAL, previsto para este ano, entre 29 de outubro e 17 de novembro.

“Recebo a Academia Acreana de Letras com muita gratidão. Vamos aproximá-la dos nossos processos formativos e das nossas ações de extensão”, disse o reitor Josimar Ferreira. “A universidade já planeja lançar um edital na área de cultura por meio da Agência de Inovação e a academia terá um papel central nesse contexto.”

O presidente da AAL, José Dourado de Souza, ressaltou a relevância da aproximação com a Ufac. “Ficamos muito felizes em prestar essa homenagem ao reitor Josimar, uma pessoa de muita experiência e aberta ao diálogo. A academia busca esse apoio institucional e de materiais para continuar promovendo eventos culturais e ações nas escolas.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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