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Maro Itoje pede que seis nações permaneçam na TV livre para o ar para crescer o jogo | Equipe da União de Rugby da Inglaterra

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Gerard Meagher

O capitão da Inglaterra, Maro Itoje, pediu Seis nações Os organizadores para manter o campeonato na TV gratuita, alegando que o Rugby Union precisa de mais exposição em meio a temores de que o campeonato desapareça atrás de um paywall na próxima temporada.

Itoje, que lidera a Inglaterra pela primeira vez no confronto das Seis Nações de sábado com a Irlanda em Dublin, emitiu um apelo apaixonado, apontando como ele cresceu assistindo o campeonato na BBC e ITV.

As duas emissoras Atualmente, compartilhe os direitos para o campeonato, mas o acordo existente termina após o campeonato deste ano. As Seis Nações não estão na lista das “jóias da coroa” do governo-eventos esportivos que são protegidos e devem ser mostrados gratuitamente-e diz-se que os organizadores estão abertos a uma oferta de uma emissora de assinatura e a TNT é conhecida por estar considerando fortemente uma oferta.

É provável que uma emissora de assinatura pague mais pelos direitos ao campeonato, mas não teria o alcance da BBC e da ITV. A vitória da Inglaterra sobre a Irlanda no ano passado atraiu um pico de 6,6 milhões de espectadores, enquanto alguns jogos podem se aproximar de 10 milhões.

Um acordo que veria que parte do torneio permanecerá no ar é considerado uma possibilidade realista, enquanto os organizadores incentivaram os sindicatos a mostrar flexibilidade nos tempos de início, em um esforço para apelar para as emissoras. Como o Guardian revelouo Rugby Football Union consideraria as partidas nas noites de sexta -feira no Allianz Stadium se funcionassem para emissoras.

Questionado se ele acredita que o campeonato deve permanecer na TV gratuito, Itoje disse: “Sim, acho que as seis nações devem ser vistas pelo maior número possível de pessoas. Eu cresci assistindo as seis nações na BBC e na ITV. O fato de estar no ar livre, para tantas pessoas-acho que o rugby precisa de mais olhos, não menos.

“Obviamente, não estou envolvido nas finanças dos acordos, mas acho que, embora o rugby internacional seja enorme, o esporte deve estar procurando maneiras de ser mais acessível a mais pessoas, em oposição ao oposto”.

O jogo da Inglaterra contra a Irlanda no ano passado atraiu um pico de 6,6 milhões de espectadores. Fotografia: Dan Sheridan/Inpho/Shutterstock

Ellis Genge, vice-capitão da Inglaterra contra a Irlanda, ofereceu uma visão mais equilibrada, reconhecendo a importância de um alcance mais amplo, além de reconhecer a necessidade de trazer mais receita ao esporte.

Genge disse: “Eu acho que as pessoas sempre gritam e gritam sobre dinheiro suficiente no rugby, por isso é injusto olhar para as pessoas e apontar o dedo e dizer que é uma coisa ruim de se fazer, no sentido de você conseguir um acordo de transmissão, mais alto O licitante obviamente recebe o show, e agora você tem mais dinheiro e está chateado com isso. Eu diria isso de um lado.

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“Do outro lado da moeda, eu também diria as pessoas … você quer expandir o público e as pessoas que não podem se dar ao luxo de ter, o quê, 140 ímpares por mês para uma assinatura de TV, ou tanto é que é , então não é justo. Nessa perspectiva, você fala sobre o crescimento do jogo e eles não poderão assistir. ”

A Inglaterra está buscando uma primeira vitória em Dublin desde 2019 e, após seis derrotas nas últimas oito partidas, o time de Steve Borthwick recebeu apenas 2% de chance de reivindicar um primeiro título desde 2020 pelo supercomputador da Opta. Os Number-Crunchers simularam o torneio 10.000 vezes e, embora a Irlanda tenha recebido 63% de chance de um terceiro título consecutivo sem precedentes, a Inglaterra foi efetivamente descartada.

Itoje riu da previsão, insistindo que seu único foco foi o confronto de sábado, enquanto Genge disse: “Não posso discutir com isso pode? Eu diria definitivamente para mim que gosto de uma psicologia oprimida. É tudo combustível para o fogo. Opta, 2% de chance, ele deve ser um cara bastante inteligente. Jogo justo para ele. ”



Leia Mais: The Guardian

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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