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Medicina estética prevê crescimento anual de 7% até 2029 – 30/01/2025 – Equilíbrio

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O mercado mundial de medicina estética, atualmente avaliado em US$ 22,65 bilhões (cerca de R$ 132,4 bilhões), deve crescer cerca de 7% ao ano até 2029, segundo previsões divulgadas nesta quinta-feira (30).

O setor teve um ano recorde em 2024, com crescimento de 8%, segundo relatório publicado durante o congresso mundial IMCAS, dedicado a dermatologia e cirurgia plástica.

Para este ano, as empresas esperam um crescimento médio de 16% no faturamento, de acordo com estudo do Boston Consulting Group, do qual participaram 5.000 profissionais de dez grandes mercados mundiais da estética, entre eles Brasil, China e Estados Unidos.

“O potencial de crescimento está mais na expansão do mercado consumidor do que no aumento de preços”, afirma Humberto Antunes, da investidora Gore Range Capital.

No entanto, o estudo do IMCAS prevê uma “leve desaceleração” em regiões importantes para o setor, como Estados Unidos e China.

Dentre os procedimentos que dominaram o mercado da estética no último ano estão as injeções —principalmente toxina botulínica e ácido hialurônico—, que representam 46% do mercado mundial.

Especialistas estimam que o setor crescerá mais de 7% ao ano a partir de 2025, graças ao aumento do volume e à expansão para novas áreas geográficas.

A geração Y recorre cada vez mais às toxinas botulínicas, afirma Laurent Brones, especialista em economia na conferência IMCAS.

Os tratamentos baseados em energia, como laser, radiofrequência e ultrassom, entre outros, representam um terço do mercado e estima-se que cresçam 5% ao ano até 2025. Os implantes mamários, por outro lado, registraram seu crescimento mais baixo (4%) no ano passado.



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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