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Membros da UE aprovam empréstimo de US$ 38 bilhões para a Ucrânia apoiado por ativos russos | Notícias da guerra Rússia-Ucrânia
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Espera-se que o Parlamento Europeu aprove o empréstimo este mês, permitindo que seja pago no próximo ano.
Os enviados da União Europeia concordaram em fornecer à Ucrânia até 35 mil milhões de euros (38 mil milhões de dólares) como parte da participação do bloco num empréstimo maior planeado pelos países do Grupo dos Sete (G7), apoiado por fundos congelados. russo Ativos do Banco Central, diz uma declaração do Conselho da UE.
Kiev está desesperada por fundos enquanto procura apoiar a sua economia, equipar as suas forças armadas e manter a sua rede eléctrica a funcionar neste Inverno, após ferozes bombardeamentos das forças de Moscovo.
O empréstimo da UE – que foi assinado pela maioria dos embaixadores numa reunião em Bruxelas na quarta-feira – faz parte de uma iniciativa maior de 50 mil milhões de dólares acordada pelas potências do G7 em Junho.
A UE é a primeira das potências do G7 a anunciar o quanto está a propor como a sua parte no plano e ainda espera que outros, incluindo os Estados Unidos e a Grã-Bretanha, façam a sua parte.
Espera-se que o Parlamento Europeu aprove o empréstimo numa sessão no final de Outubro, permitindo que seja pago no próximo ano.
Em Junho, o G7 e a UE anunciaram que iriam conceder um empréstimo de 50 mil milhões de dólares para ajudar a Ucrânia, financiado pelos lucros gerados pelos activos russos imobilizados no Ocidente. Estes activos foram congelados pouco depois de a Rússia ter lançado uma invasão em grande escala da Ucrânia, em Fevereiro de 2022.
A UE congelou cerca de 235 mil milhões de dólares de fundos do Banco Central Russo, a grande maioria dos activos russos imobilizados em todo o mundo.
Cerca de 90 por cento dos fundos da UE são detidos pela organização internacional de depósitos Euroclear, com sede na Bélgica.
O plano do G7 procura alavancar os juros obtidos sobre os activos para obter mais fundos para a Ucrânia e substituirá um esquema da UE actualmente em vigor que canalizou 1,7 mil milhões de dólares para Kiev em Julho.
No entanto, houve um atraso na implementação do empréstimo do G7, uma vez que os EUA procuraram garantias da UE de que os activos russos permaneceriam congelados.
Atualmente, os Estados-Membros da UE têm de chegar a acordo, semestralmente, para prolongar o congelamento de bens.
Hungria rejeitou uma proposta para estender esse período para 36 meses, argumentando que quer esperar até depois das eleições presidenciais dos EUA em Novembro.
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre
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18 de setembro de 2026O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.
A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).
O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre
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17 de setembro de 2026O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.
O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.
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