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Menina que comemorou aniversário com “bolo de areia” ganha festa no lixão
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2 anos atrásem
A história de Beatriz, uma menina de 2 anos, que celebrou o aniversário com um bolo de areia, conquistou o coração de centenas de internautas nas redes sociais.
A garotinha mora no lixão de São João de Amanari, em Maranguape, no Ceará. A irmã mais velha da Bia, quem ajudou a montar a festinha, falou que ajudou a pequena por um motivo nobre. “Minha mãe é catadora, ganha pouco e não pode ‘comprar uma festa’.”
A campanha de arrecadação lançada no Só Vaquinha Boa conseguiu reunir 26 mil reais, permitindo não apenas a realização de uma festa de aniversário para Beatriz, mas também a reforma da casa da família. Relembre essa história inspiradora!
Desafios diários
Dadinha, a mãe da Bia, mora em uma casa muito simples junto com os três filhos pequenos. Ela vive só da reciclagem e tudo o que tem em casa, praticamente, foi retirado do lixão. A mãe aproveita roupas, brinquedos, mobílias e o que consegue em bom estado.
Para ela, ver a situação da filha, que sonha com algo aparentemente simples, é difícil.
“Não é fácil. Tem gente que tem e joga no lixo. Não jogue no lixo, doe”, pediu Dadinha.
As crianças não trabalham com a mãe, mas precisam ir para o lixão com ela todos os dias porque são pequenas e não têm com quem ficar. “Essa é a realidade”, completou a mãe.
Como fizeram o bolinho de areia
Bia fez aniversário no último final de semana. A mãe contou que ela e os irmãos “montaram a festinha” sozinhos. Eles fizeram o bolo de areia maior e alguns menores, que disseram ser os docinhos da festa.
Os pequenos também usaram um gancho de um cabide de roupas, porque “parecia um 2, a idade da Bia”, para simular a vela. Para enfeitar a mesa, usaram um cachorrinho de pelúcia, que também foi achado no lixão.
“É uma situação triste, mas que nos faz refletir sobre a nossa sociedade. Precisamos olhar para essas pessoas. São seres humanos que precisam de todo cuidado, amor e respeito”, afirmou Cristina Silva, voluntária que leva ajuda às famílias do lixão há aproximadamente dois anos.
Toda ajuda é importante
Cristina vai semanalmente até o lixão de Amanari levar cestas básicas, roupas e brinquedos que consegue através de doações, inclusive em épocas de festas como no Natal.
Mas desta vez, ela se emocionou mais, quando chegou na casa da Bia e viu a cena da menina festejando o aniversário com um bolo de areia.
“Essa é uma história que me fez chorar. Tava ela e seus amigos com um bolo de areia cantando seus parabéns, pois sua mãe que trabalha no lixão não teve condições de fazer o seu bolinho e ela fez vários docinhos e bolos de areia e comemorou com seus amigos”, contou emocionada.
Leia mais notícia boa:
A Bia merece uma festinha!
Nas redes sociais do Só Notícia Boa e do Só Vaquinha Boa, foi uma comoção geral.
“A intenção da Bia, foi tão linda, que atingiu o seu objetivo! Aquele que vê tudo, fez com que a história, chegasse as pessoas certas! Parabéns @sonoticiaboaoficial , essa página que vale seguir!”, comentou uma seguidora.
O CEO do Só Notícia Boa, o jornalista Rinaldo de Oliveira, também fez questão de publicar um vídeo pedindo a ajuda de todos para a realização dessa festinha.
“Bia, a gente vai fazer a sua festinha de aniversário, linda!”, afirmou Rinaldo. “Compartilhem, comentem, doem o que puderem, porque nenhuma criança merece isso”, finalizou o jornalista.
E o sonho da garotinha foi realizado! A festinha da Bia aconteceu e com o restante do valor arrecadado, a família está reformando a casa onde moram. Assim que finalizar tudo, vamos mostrar o resultado.
Relembre a vaquinha da Bia clicando aqui.
Veja como foi a festinha da Bia com os amigos do lixão
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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