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Menina se emociona ao ver boneco com a mesma marca que ela tem no rosto; vídeo
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2 anos atrásem
Essa menina, que tem uma marca de nascença no rosto, ficou mega feliz quando viu um boneco que tem uma mesma parecida com a dela. O vídeo comovente viralizou nas redes, foi assistido por mais de 5 milhões de pessoas. Mais que isso mostrou a importância da representatividade e provocou uma corrente do bem.
A pequena Winry, filha de Nicole, de Missouri, Estados Unidos, virou uma celebridade no TikTok. Em um dia de compras com a mãe, a pequena viu uma pelúcia de Shoto Todoroki, protagonista do anime “My Hero Academia”.
O personagem tem uma marca no rosto, que alegrou a garotinha. “Ele tem uma marca de nascença como a minha!”, comemorou Winry. Como forma de animar ainda mais a garotinha, vários internautas fizeram desenhos e mandaram brinquedos do personagem para ela. Que lindo!
“Combina comigo”
Nicole, a mãe, é fã de cultura pop e animes e quer que a filha vá para o mesmo caminho. E não é que ela conseguiu?
As duas estavam juntas em uma loja de brinquedos procurando cartinhas de Pokémon, mas acharam outra grata surpresa.
“Não encontramos cartas de Pokémon, mas eu queria que um Shoto aparecesse aqui há muito tempo”, disse a mãe.
Apesar de ter gostado das cores dos olhos e dos cabelos do Shoto, o que Winry mais amou foi a semelhança com a marca dela!
“Ele combina comigo, mãe, ele combina comigo”, disse a pequena com o boneco em mãos.
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Campanha para ela fica ainda mais feliz
No TikTok, internautas começaram uma campanha para deixar Winry ainda mais feliz. Eles fizeram vários desenhos da menina interagindo com o personagem.
Em um deles, a garotinha aparece interagindo com o personagem .”Você tem uma marca de nascença igual a mim?”, pergunta. Que lindinhos!
“Isso é muito engraçado mãe, eu amei meus desenhos”, disse Winry.
Criador da série viu
E o vídeo correu tanto, que chegou ao Kōhei Horikoshi, criador da série My Hero Academia. O mangaká foi o responsável por enviar o vídeo para o ator japonês Yuki Kaji, que faz a voz do personagem.
“Horikoshi-sensei me contou sobre um vídeo de uma garota que tem uma cicatriz no mesmo lugar que Shoto e eu assisti”, iniciou.
“Dizendo ‘como eu’, ela estava abraçando um boneco com um sorriso adorável. “Mesmo que seja um passado pesado para você, percebi que ainda tem o potencial de salvar alguém… Eu vi ali uma maneira de ser o herói que só Shoto poderia ser”, disse Kaji sobre o vídeo.
Na web, internautas pediram para a mãe da criança nunca revelar a origem da marca de Shoto para a criança. O personagem, na infância, sofreu queimaduras.
“Ninguém conta a verdadeira história de fundo para ela. Não diga a ela que não é uma marca de nascença porque isso é adorável”, brincou um.
A garotinha adorou a pelúcia do Shoto!
@lastflashqueen We didn’t find Pokemon cards, but I’d been wanting a Shoto to pop up here forever!!!! #shototodoroki #birthmark #zuko ♬ original sound – ✨
Ela ganhou vários presentes!
@lastflashqueen @Black Wave Designs ♬ original sound – ✨
Os internautas mandaram vários presentes para Winry:
@lastflashqueen Replying to @ihatemyself0997 her reaction and I’ll stop tagging you guys so much ❤️ @tepepany @KaraBear @❑ MOONMOON‼️ ˎˊ- @SOKKA! @Jack ♡ ♬ original sound – ✨
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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