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Menino de 1 ano e 5 meses é salvo por bombeiro ao se afogar em caixa d’água durante brincadeira em Rio Branco

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Um menino de apenas 1 ano e cinco meses se afogou em uma caixa d’água, na tarde desse sábado (30), no Bairro Waldemar Maciel, em Rio Branco. Ele foi salvo por um bombeiro que estava na vizinhança e fez os primeiros procedimentos de socorro na criança.

Uma prima do menino, Eliane da Silva, contou que as crianças brincavam no local junto com os adultos e todos foram para um local, mas o menino acabou voltando para casa sem que ninguém visse e se afogou. Ele foi achado por outra criança maior que também voltou na casa e o encontrou já afogado e chamou os adultos.

“A criança voltou e acabou entrando na caixa e os adultos não viram. O maior desceu também logo atrás e já viu que o menor estava dentro da caixa e chamou a mãe. Quando tiraram da caixa, ele estava bem cianótico [com e pele roxa]. O pai começou a fazer manobras sem conhecimento e não conseguia retornar a criança”, contou Eliane.

Foi quando eles chamaram o subtenente aposentado dos bombeiros Fábio Albuquerque, esposo de Eliane, que estava de passagem na casa da sogra e foi quem fez os primeiros socorros no menino até que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegasse.

“Ele fez as manobras corretas e ele [bebê] botou a água pra fora e começou a tornar, bem molinho ainda, e continuou com as manobras até o Samu chegar e eles disseram que a manobra foi o que salvou a vida da criança”, acrescentou.

O menino foi levado ao Pronto Socorro de Rio Branco, ficou em observação e recebeu alta ainda na noite de sábado, por volta das 20h, segundo Eliane.

O Bombeiro mora em Manaus e estava apenas de passagem na casa da sogra. “Estava no lugar certo. Na hora certa”.

Com informação de G1Acre

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Eventos da Ufac em CZS discutem ciências ambientais e agrárias — Universidade Federal do Acre

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Simpósios Ciências Ambientais e Agrárias-2026.jpg

O programa de pós-graduação em Ciências Ambientais e o programa de educação tutorial (PET) de Agronomia, do campus Floresta da Ufac, promovem, de 16 a 19 de novembro, o 5º Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o 2º Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá. As inscrições estão abertas online para submissão de trabalhos até 20 de setembro; e para estudantes, profissionais da área e público em geral até 20 de novembro.

Os eventos reúnem alunos, pesquisadores e profissionais do setor para debater soluções socioambientais e inovações para o desenvolvimento sustentável na região. E segundo os organizadores, consolidam-se como um fórum estratégico de integração interdisciplinar na Amazônia Ocidental, promovendo a difusão de pesquisas científicas, o intercâmbio de experiências práticas e o fortalecimento de redes de conhecimento voltadas à conservação ambiental e ao avanço das ciências ambientais e agrárias.



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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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