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Mesmo com anúncio de redução nos combustíveis, Acre segue com a gasolina mais cara: R$ 5,115

Redação do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Um levantamento realizado pela ValeCard com cerca de 20 mil estabelecimentos que vendem combustível no país, testificou o que os acreanos já estão cansados de saber: O Acre continua vendendo a gasolina mais cara do país: R$ 5,115 reais. O Rio de Janeiro vem em segundo lugar com R$ 5,015. Os valores correspondem ao mês de junho de 2019. Com preços médios de R$ 4,185 e R$ 4,259, respectivamente, Santa Catarina e São Paulo têm o litro da gasolina comum mais barato do país, conforme levantamento.

Entre as regiões do país, a Norte é a que tem a gasolina mais cara (R$ 4,748, em média). O valor médio mais baixo foi verificado em Roraima (R$ 4,521). E o Sul, a mais barata (R$ 4,385). No Sul, a gasolina comum mais cara é encontrada no Rio Grande do Sul (R$ 4,563, em média). Santa Catarina é o Estado da região – e do país – com o combustível mais barato (R$ 4,185).  

Em junho, mês da qual o levantamento se refere, o Presidente Jair Bolsonaro fez um anúncio no Twitter informando a redução no preço do litro da gasolina nas refinarias. Segundo o presidente, o preço médio do combustível vendido às distribuidoras caiu de R$ 1,81 para R$ 1,75. De acordo com a Petrobras, a redução no preço médio foi de 3%.

Mas, segundo a Petrobras, a política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais desses produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias.

“A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos [como volatilidade do câmbio e dos preços]”, informou a companhia em sua página na internet.

A Petrobras disse ainda que a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. “São os combustíveis tipo A, ou seja, gasolina antes da sua combinação com o etanol, e diesel, também sem adição de biodiesel. Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis. Os preços que divulgamos aqui se referem aos produtos tipo A”, esclareceu.

Mesmo com o tal anúncio, o fato é que os acreanos continuam pagando o combustível mais caro do país. 

O RIO BRANCO

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