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Michel Barnier reafirma sua oposição ao tratado de livre comércio do Mercosul, antes das mobilizações agrícolas

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Poucos dias antes da mobilização nacional dos agricultores, marcada para segunda-feira, 18 de novembro, o primeiro-ministro, Michel Barnier, voltou a manifestar na sexta-feira a sua oposição ao tratado de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul. “Devemos recusar”, ele lançou notavelmente no France Bleuexibindo seu “preocupação de que um tratado de livre comércio cause a destruição de setores inteiros da nossa agricultura”.

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Este texto, que seria o acordo mais importante celebrado pela União Europeia, visa facilitar o comércio entre a Europa e a América do Sul, eliminando gradualmente quase todos os direitos aduaneiros aplicados ao comércio entre os dois blocos.

“Dezenas de milhares de toneladas de carne bovina retornarão com condições de criação que não são as mesmas que impomos aos nossos próprios agricultores por razões de saúde pública”lamentou na sexta-feira o ex-ministro da Agricultura, que vê nisso um “concorrência desleal”. Nas vésperas da viagem de Emmanuel Macron à América Latina, onde será discutido este tratado de livre comércio, Michel Barnier acredita que “nem o Presidente da República nem o Primeiro-Ministro que sou aceitarão este acordo no estado actual das coisas”. “O Mercosul, tal como está, não é um tratado aceitável”reafirmou Emmanuel Macron em meados de outubro.

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Mobilizações em Bouches-du-Rhône

Esta entrevista com Barnier ocorre três dias antes de uma mobilização de agricultores na convocatória da aliança sindical majoritária FNSEA e Jovens Agricultores a partir de segunda-feira, quando os membros do G20 se reunirão no Rio de Janeiro. Mas a partir de sexta-feira, os agricultores manifestaram-se em Bouches-du-Rhône. Em Tarascón, cerca de trinta agricultores, chegando por volta das 6h30, despejaram resíduos agrícolas (estrume, lonas plásticas, etc.) utilizando máquinas agrícolas em frente ao posto fiscal, cuja placa estava coberta com uma bandeira do Brasil, na qual estava escrito “Embaixada do Brasil”.

“Nossa mobilização faz parte do preâmbulo do G20 que está sendo realizado no Brasil para expressar nossa oposição a um acordo com o Mercosul. Esse acordo traria para o território produtos que estão proibidos aqui há anos”explicou à Agence France-Presse (AFP) Romain Blanchard, presidente do FDSEA (sindicato majoritário) de Bouches-du-Rhône.

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“Eles querem nos mandar o lixo deles, nós mandamos o nosso para eles! »acrescentou. A cerca de vinte quilómetros de distância, em Châteaurenard, agricultores da FDSEA e dos Jovens Agricultores bloquearam o acesso público ao centro fiscal com blocos de betão e cimento, antes de despejarem o chorume no final da manhã em frente ao edifício. “O direito de manifestação existe, com respeito às pessoas e à propriedade privada, mas estou ao lado dos agricultores”disse Michel Barnier ao microfone da France Bleu.

O mundo com AFP



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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