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Milhares de israelenses protestos Shin apostam a demissão do chefe, por cativos | Notícias de conflito de Israel-Palestina

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Milhares de israelenses protestos Shin apostam a demissão do chefe, por cativos | Notícias de conflito de Israel-Palestina

Milhares de pessoas em Israel se reuniram em Tel Aviv para protestar contra a decisão do governo do primeiro -ministro Benjamin Netanyahu de demitir o chefe do Serviço de Inteligência Doméstica da Shin Bet e currículo combate em Gaza.

Netanyahu disse nesta semana que perdeu a confiança em Ronen Bar, que liderou Shin Bet desde 2021 e pretendia demiti -lo em 10 de abril, provocando três dias de protestos.

No sábado, o líder israelense disse que o país permanecerá democrático, apesar da demissão do chefe de segurança.

Na Praça Habima de Tel Aviv, os manifestantes acenaram com bandeiras israelenses azuis e brancas e pediram um acordo que veria a liberação dos demais cativos israelenses sendo mantidos em Gaza.

“O inimigo mais perigoso de Israel é Benjamin Netanyahu”, disse o protetor Moshe Haaharony, 63 anos, à agência de notícias da Reuters.

“Benjamin Netanyahu por 20 anos não se importa com o país, não se importa com os cidadãos.”

Netanyahu rejeitou as acusações de que a decisão foi politicamente motivada, mas seus críticos o acusaram de minar as instituições subjacentes à democracia de Israel, buscando a remoção de Bar.

A Suprema Corte de Israel emitiu uma liminar na sexta -feira, congelando temporariamente a demissão.

Netanyahu e Bar estão em desacordo há meses em meio a tensões sobre uma investigação de suborno focada no Gabinete do Primeiro Ministro e nas recriminações sobre o fracasso em impedir que os ataques de 2023, liderados pelo Hamas, no sul de Israel.

Bar disse em uma carta que sua expulsão foi motivada pelo desejo de interromper a “busca da verdade” sobre os eventos que antecederam o 7 de outubro.

O líder da oposição israelense Yair Lapid pediu uma greve geral no sábado se Netanyahu se recusar a prestar atenção à demissão de congelamento da decisão da Suprema Corte.

“Se o governo de 7 de outubro decidir não obedecer à decisão do tribunal, ele se tornará um governo fora da lei naquele dia”, disse Lapid a manifestantes em Tel Aviv.

“Se isso acontecer, o país inteiro deve desligar”, disse ele, enfatizando que “o único sistema que não deve desligar é o sistema de segurança”.

Alguns israelenses estão denunciando o que vêem como uma mudança autocrática de Netanyahu, que está convocando seu gabinete no domingo para lançar um processo de impeachment contra o procurador-geral Gali Baharav-Miara, outro crítico do primeiro-ministro.

Baharav-Miara, que também atua como consultor jurídico do governo, alertou Netanyahu de que a decisão da Suprema Corte o “proíbe” o nome de nomear um novo chefe da Shin Bet.

Um protesto contra a demissão do procurador -geral também está planejado para domingo fora do Knesset, o parlamento de Israel e perto da residência privada do primeiro -ministro em Jerusalém Ocidental.

Os manifestantes de Tel Aviv pedem ação para garantir a liberação de cativos israelenses realizados na faixa de Gaza desde 7 de outubro de 2023, ataques (Jack Guez/AFP)

Na manifestação de sábado, os manifestantes mantiveram os cartazes lendo: “Não mais derramamento de sangue”, “Quanto mais sangue deve ser derramado?” E “Pare a guerra, agora!” Para garantir o retorno de 59 cativos ainda sendo mantidos na faixa de Gaza.

Israel voltou à guerra em Gaza na terça -feira, quebrando um cessar -fogo que viu a troca de cativos sendo mantidos pelo Hamas por prisioneiros palestinos mantidos em prisões israelenses e trouxeram uma pausa para o enclave agredido e sitiado.

Desde o início do guerrahouve protestos regulares de famílias e apoiadores de cativos apreendidos pelo Hamas durante os ataques de 7 de outubro que às vezes também criticavam o governo.

“Estamos um ano e meio depois, depois de termos lutando muito ferozes em Gaza, e o Hamas ainda está no poder”, disse o Protester Erez Berman, 44 anos, à Reuters. “Ele ainda tem dezenas de milhares de combatentes, então o governo israelense realmente falhou ao obter seus próprios objetivos da guerra”.

Com a retomada da guerra de Israel em Gaza, o destino dos cativos, até 24 dos quais ainda se acredita estar vivo, permanece incerto, e os manifestantes disseram que um retorno à guerra pode vê -los mortos por seus captores ou por bombardeios israelenses.

Ophir Falk, consultor de política externa de Netanyahu, disse que a pressão militar levou o Hamas a aceitar a primeira trégua em novembro de 2023, na qual cerca de 80 cativos foram devolvidos. Ele argumentou que essa também era a maneira mais segura de forçar a liberação dos cativos restantes.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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