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Militar israelense mata o porta -voz do Hamas, enquanto o Assault Gaza continua | Notícias de conflito de Israel-Palestina
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2 anos atrásem
O porta-voz do Hamas Abdel-Latif al-Qanoua foi morto quando os combatentes israelenses bombardearam seu abrigo para a barraca no norte de Gaza.
Um porta -voz do Hamas foi morto por um ataque aéreo israelense no norte de Gaza, confirmaram os meios de comunicação, como o exército de Israel continua seu ataque renovado ao enclave sitiado.
Hamas O porta-voz Abdel-Latif al-Qanoua foi morto quando os caças israelenses bombardearam seu abrigo na tenda na cidade de Jabalia, no norte de Jabalia, nas primeiras horas da manhã de quinta-feira, de acordo com a televisão da Al-Aqsa e a agência de notícias Shehab.
Várias outras pessoas ficaram feridas na greve, incluindo criançasde acordo com Hind Khoudary, um correspondente da Al Jazeera em Gaza.
Khoudary disse que o ataque foi realizado pelos militares israelenses do outro lado da faixa nas últimas horas, incluindo uma greve em uma casa na área de Saftawi, na cidade de Gaza, que matou seis membros da mesma família.
Em 18 de março, Israel encerrou abruptamente um frágil cessar-fogo de dois meses ao retomar sua intensa campanha de bombardeio e operações de terra em Gaza. Israel matou centenas de civis palestinos na tentativa de pressionar o Hamas a libertar os cativos restantes mantidos no enclave devastado pela guerra.
Vários altos funcionários do Hamas também foram mortos na semana passada. No domingo, Um ataque aéreo israelense no Hospital Nasser Em Khan Younis, no sul de Gaza, matou cinco pessoas, incluindo Ismail Barhoum, o chefe de finanças e instituições do cargo político do Hamas.
Nesse mesmo dia, os caças israelenses também bombardearam as tendas que abrigavam os palestinos deslocados em Khan Younis. Salah al-Bardaweel, um proeminente líder político do Hamas e membro do Conselho Legislativo Palestino, foi morto nesse ataque ao lado de sua esposa.
Os dois homens faziam parte do cargo político do Hamas-um órgão de tomada de decisão de 20 membros, 11 dos quais foram mortos desde o início da guerra no final de 2023, de acordo com a agência de notícias da Reuters.
O Hamas ainda detém 59 dos cerca de 250 cativos que o grupo levou durante o ataque de 7 de outubro de 2023 ao sul de Israel.
Pelo menos 1.139 pessoas foram mortas em Israel durante a agressão do Hamas, enquanto os militares israelenses agora mataram pelo menos 50.183 palestinos e feriram 113.828 outros desde o lançamento de seu ataque e ataque aéreo ao enclave palestino.
Cerca de 830 pessoas foram mortas desde que Israel retomou os ataques há 10 dias, de acordo com as estatísticas do Ministério da Saúde de Gaza, com mulheres e crianças que representam mais da metade das baixas.
A Agência Humanitária das Nações Unidas (OCHA) também anunciou na terça -feira que 142.000 palestinos foram deslocados à força pelas forças armadas israelenses desde 18 de março, exacerbando uma situação humanitária já terrível causada pelas restrições contínuas de Israel à ajuda que entra em Gaza.
O crescente número de mortos em Gaza ocorre em meio a semanas de negociações lentas e de cessar-fogo lentas entre Israel e Hamas. Os mediadores-Estados Unidos, Catar e Egito-não conseguiram garantir uma extensão para o primeiro estágio do acordo trifásico, que expirou em 1º de março.
O Hamas acusou Israel de prejudicar intencionalmente as discussões em trégua, com o objetivo de trazer um fim permanente para os combates.
O primeiro -ministro israelense Benjamin Netanyahu afirmou que ordenou que as forças israelenses renovassem ataques a Gaza depois que o Hamas rejeitou as propostas para garantir uma extensão.
Na quarta -feira, Netanyahu repetiu ameaças que Israel apreenderia o território em Gaza se o Hamas não liberasse os cativos restantes.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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