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Militares dos EUA alteram registros de dispensados ​​com ‘Não pergunte, não conte’ | Notícias LGBTQ

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O secretário de Defesa diz que a medida ajuda a “reparar os danos” causados ​​pela política, que forçou os militares LGBTQ a esconderem as suas identidades.

Os militares dos Estados Unidos atualizaram os registos dos militares dispensados ​​ao abrigo de uma antiga política anti-LGBTQ conhecida como “Não pergunte, não conte”, num esforço para fazer as pazes.

O secretário da Defesa, Lloyd Austin, disse na terça-feira que 851 militares que perderam seus cargos sob “Não pergunte, não conte” tiveram seu status alterado para “dispensa honrosa”.

Aqueles que receberam dispensas em categorias diferentes de “honrosas” muitas vezes perderam benefícios militares, que vão desde fundos educacionais, cuidados de saúde, pensões e outras formas de compensação.

“Corajoso Americanos LGBTQ há muito que se voluntariam para servir o país que amam. Algumas dessas tropas foram administrativamente separadas do serviço militar sob a agora revogada política ‘Não pergunte, não conte’”, disse o declaração lê.

“Sob a liderança do presidente (Joe) Biden, o Departamento de Defesa tomou medidas extraordinárias para reparar os danos causados ​​por ‘Não pergunte, não conte’ e outras políticas a esses ex-membros do serviço.”

A mudança é o mais recente esforço para abordar o legado do política discriminatóriaque foi emitido pelo presidente democrata Bill Clinton em 1994.

A diretiva permitia que pessoas LGBTQ servissem nas forças armadas, desde que mantivessem suas identidades ocultas. Qualquer pessoa abertamente gay ou bissexual seria vulnerável à expulsão.

Clinton defendeu “Não pergunte, não conte” como uma alternativa à política militar anterior, que proibia totalmente a homossexualidade. O democrata esperava acabar com a proibição se fosse eleito presidente, mas não conseguiu, pois enfrentou forte resistência de líderes militares e membros do Congresso.

Isso acabou por levar ao surgimento do “Não pergunte, não conte”: os militares não eram obrigados a revelar a sua orientação sexual, nem os funcionários deveriam indagar.

Os críticos, no entanto, apontaram que a nova política era igualmente discriminatória. Foi finalmente revogado em 2011, permitindo que pessoas LGBTQ servissem abertamente nas forças armadas.

No entanto, cerca de 13.500 militares foram dispensados ​​enquanto o “Não pergunte, não conte” estava em vigor.

A administração Biden tentou abordar a histórica discriminação anti-LGBTQ nas forças armadas, mesmo além de “Não pergunte, não conte”.

Em junho, Biden concedeu “perdões incondicionais” aos militares condenados ao abrigo do agora revogado Artigo 125 do Código Uniforme de Justiça Militar por sexo consensual.

Anteriormente, o Artigo 125 proibia a sodomia e outras “cópulas carnais não naturais com outra pessoa do mesmo sexo ou do sexo oposto”. Milhares de pessoas foram submetidas à corte marcial sob a lei.
O perdão de Biden, no entanto, ajudou alguns dos afetados a recuperar o acesso aos benefícios perdidos.

No caso de “Don’t Ask, Don’t Tell”, o Departamento de Defesa anunciou que revisaria proativamente os registros antigos em setembro de 2023.

“Após um ano de trabalho excepcional, os Conselhos de Revisão do Departamento Militar direcionaram alívio em 96,8% dos 851 casos que revisaram proativamente”, disse Austin.

No entanto, nem todos os 13.500 militares precisaram ter seus registros revisados, uma vez que alguns foram dispensados ​​com honra, não serviram nas forças armadas por tempo suficiente para se qualificarem para certos benefícios ou foram dispensados ​​​​de forma desonrosa por outros motivos.





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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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