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Militares dos EUA dizem que ataques na Síria tiveram como alvo ‘grupos apoiados pelo Irã’ | Notícias sobre conflitos
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2 anos atrásem
O Comando Central dos EUA disse que nove alvos foram atingidos em dois locais na Síria em resposta a um ataque às forças dos EUA nas últimas 24 horas.
Os militares dos EUA realizaram ataques contra alvos na Síria, no que o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) disse ser uma resposta aos recentes ataques às forças dos EUA por “alvos alinhados com o Irão” no país.
O comandante do CENTCOM, general Michael Erik Kurilla, disse num comunicado na manhã de terça-feira que a ação militar dos EUA enviou uma mensagem “clara” aos grupos armados apoiados pelo Irão e que operam na Síria.
“Os ataques contra os EUA e os parceiros da coligação na região não serão tolerados”, disse Kurilla, descrevendo os ataques contra militares dos EUA na Síria nas últimas 24 horas como “imprudentes”.
“Estes ataques irão degradar a capacidade dos grupos apoiados pelo Irão de planear e lançar ataques futuros”, disse o CENTCOM, acrescentando que nove alvos em dois locais foram atingidos nos ataques dos EUA.
Os EUA têm cerca 900 soldados baseados na parte oriental da Síria e mais 2.500 no vizinho Iraque, cuja missão declarada é aconselhar e ajudar as forças locais que lutam para evitar o ressurgimento do grupo conhecido como ISIL (ISIS), que em 2014 conquistou grandes áreas da Síria e do Iraque, mas foi posteriormente derrotado em combates ferozes. .
Nenhum pessoal dos EUA ficou ferido nos ataques que o CENTCOM disse terem sido realizados nas 24 horas anteriores por grupos apoiados pelo Irã.
Os militares dos EUA também não especificaram quais os grupos armados que foram alvo da Síria ou se se pensava que os ataques tinham resultou em vítimas.
– Comando Central dos EUA (@CENTCOM) 11 de novembro de 2024
O grupo de monitoramento baseado no Reino Unido, o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, informou que quatro membros sírios de grupos armados apoiados pelo Irã foram mortos na segunda-feira e outros 10 ficaram gravemente feridos quando aviões de combate da “coalizão internacional” atacaram um “quartel-general” na Al. Área de Mayadeen, na zona rural de Deir Az Zor, no leste da Síria.
A mídia estatal da Síria informou na segunda-feira que a Força Aérea de Israel havia atacado um comboio de ajuda humanitária na área de Shamsin, localizada a aproximadamente 20 km (12 milhas) da fronteira com o Líbano, forçando o fechamento da principal rodovia norte-sul da Síria que liga a capital, Damasco. , com a cidade de Aleppo, no norte.
Não houve relatos imediatos de vítimas e a televisão estatal não forneceu detalhes sobre o comboio que foi atacado, embora a área seja conhecida como ponto de encontro de refugiados que fogem dos ataques israelitas ao Líbano.
No domingo, um ataque aéreo israelita também atingiu um edifício residencial no subúrbio de Sayyida Zeinab, em Damasco, matando sete civis, incluindo mulheres e crianças, informou a Agência de Notícias Árabe Síria (SANA). Outras vinte pessoas ficaram feridas no ataque, disse a SANA.
Israel realizou centenas de ataques na Síria nos últimos anos, mas raramente reconhece os ataques ao seu vizinho, que afirma ter como alvo grupos armados apoiados pelo Irão que ameaçam a segurança de Israel.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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