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Militares dos EUA enviam tropas para a fronteira com o México em meio à repressão à imigração de Trump | Notícias de Donald Trump

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A implantação faz parte da ação executiva de Trump para declarar uma “emergência nacional” na fronteira sul dos EUA.

Os militares dos Estados Unidos começaram a enviar 1.500 soldados da ativa para a fronteira sul do país com o México, como parte da repressão à imigração há muito prometida pelo presidente Donald Trump.

A Casa Branca confirmou o movimento de tropas na quarta-feira, embora os detalhes completos da ordem ainda não tenham sido divulgados.

Autoridades disseram à mídia dos EUA que os militares envolvidos incluíam 500 fuzileiros navais. Não se espera que cumpram funções de aplicação da lei como parte do seu papel na fronteira.

O envio de tropas era amplamente esperado, já que a imigração tinha sido uma marca registrada da campanha de Trump para um segundo mandato.

Pouco depois de tomar posse na segunda-feira, o líder republicano assinou um ordem executiva declarando uma “emergência nacional” na fronteira, repetindo parte da retórica acalorada que proferiu durante a campanha.

“A soberania da América está sob ataque”, dizia a ordem executiva. “Esta invasão causou caos e sofrimento generalizados no nosso país nos últimos 4 anos.”

A ordem incluía disposições para o envio de forças armadas “para apoiar as atividades do Secretário de Segurança Interna na obtenção do controlo operacional completo da fronteira sul”.

Também apelou à construção de barreiras físicas adicionais, bem como à utilização de vigilância aérea não tripulada.

A equipe de comunicações de Trump rapidamente saudou o envio de tropas na quarta-feira como um cumprimento de sua promessa para a temporada eleitoral.

“Isso é algo em que o presidente Trump fez campanha”, disse Karoline Leavitt, secretária de imprensa da Casa Branca.

“O povo americano tem esperado por um momento como este – que o nosso Departamento de Defesa implemente realmente a segurança interna com seriedade.”

Estima-se que 2.500 membros da Guarda Nacional dos EUA e tropas de reserva já estejam na fronteira.

Além disso, a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA emprega mais de 45.000 pessoas. A partir de ano fiscal de 202319.104 desses funcionários serviram como agentes de patrulha de fronteira para proteger as áreas entre os portos oficiais de entrada.

Os defensores da imigração, no entanto, temem que um aumento da presença militar na fronteira possa desencorajar pedidos legítimos de asilo ou levar ao uso de tácticas militares contra civis.

Mas Trump argumentou que é necessária uma resposta militar, dadas as taxas de entrada irregular nos EUA.

Ele também tem confundido regularmente a imigração com o aumento da criminalidade, algo que não é confirmado pelas estatísticas. Estudos têm demonstrado repetidamente que as pessoas sem documentos nos EUA cometem crimes a uma taxa muito menor do que os cidadãos nascidos nos EUA, incluindo crimes violentos.

Ainda assim, Trump usou exemplos como o de Laken Riley, um estudante de enfermagem de 22 anos, para fazer avançar as suas propostas.

Em fevereiro de 2024, Riley foi morta enquanto corria na Universidade da Geórgia, e um venezuelano sem documentos foi finalmente considerado culpado pelo assassinato dela.

Na quarta-feira, a Câmara dos Representantes aprovou a Lei Laken Riley, nomeada em sua homenagem.

Exige que o Departamento de Imigração e Alfândega (ICE) detenha qualquer pessoa indocumentada presa ou acusada de um crime como furto ou roubo. Já tendo sido aprovado no Senado, o projeto de lei segue agora para a mesa de Trump, onde deverá ser assinado. Será a primeira grande legislação de sua administração.

Mas os defensores dos direitos humanos alertam que o projecto de lei pode violar o devido processo legal dos arguidos, uma vez que aqueles que estão sujeitos à lei só precisam de ser acusados, e não condenados, de um crime.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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