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Ministério Público consegue o que queria: nova sentença manda Hildebrando Pascoal, aos 67 anos, para a cadeia.

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O chefe do chamado “esquadrão da morte” no Acre, o ex-deputado Hildebrando Pascoal (d), chegando à sede da Justiça Federal, em Brasília, onde começou hoje o seu julgamento. Ele e outras cinco pessoas irão a júri popular. Hildebrando é acusado de ser o mandante da morte de um policial civil quando ainda era deputado estadual. O julgamento deve se estender até o fim da semana.

A ala do Ministério Público que tanto queria derrubar o benefício do semi aberto de Hildebrando Pascoal já pode comemorar. O judiciário acreano suspendeu a prisão domiciliar em favor do ex-coronel e ex-deputado, que aguarda para a qualquer momento a ordem para voltar à sua cela, no Presídio Francisco D´Oliveira Conde, onde deverá cumprir o resto da pena em regime exclusivamente fechado.

A juíza Luana Campos decidiu, com base em duas novas condenações recentes do ex-militar.

As novas penas, somadas, invalidam a prisão domiciliar em que Pascoel é monitorado por tornozeleira eletrônica, e indica de que a nova progressão de regime só será possível em 2029. Só depende agora do juiz expedir o mandado de prisão, que pode sair a qualquer momento. Um advogado consultado pela reportagem disse que, nesses casos, espera-se apenas que a cela do apenado seja preparada, afim de se dar cumprimento à sentença.

Pascoal segue uma vida tranquila, extremamente discreta, mas sempre cortês com curiosos e amigos que o abordam. Decidiu cuidar da família, em especial os netos,com os quais passa a maior parte do tempo.

Ele foi beneficiado com a progressão de regime em decorrência de seu estado de saúde. A justiça, em 22 de maio do ano passado, para conceder a prisão domiciliar, considerou laudos médicos.

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