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Ministro britânico diz que Musk está ‘mal informado’ sobre escândalos de aliciamento de crianças no Reino Unido | As notícias da extrema direita

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O secretário de Saúde britânico, Wes Streeting, diz que as opiniões de Musk são “mal avaliadas e certamente mal informadas”.

Um importante político britânico rejeitou as críticas de Elon Musk à forma como o governo lidou com os escândalos históricos de aliciamento infantil.

O bilionário da tecnologia dos EUA acusou na quinta-feira o primeiro-ministro Keir Starmer de não ter levado à justiça “gangues de estupradores” quando era diretor do Ministério Público, há mais de uma década.

Numa enxurrada de postagens na X, a plataforma de mídia social de sua propriedade, Musk também sugeriu que a ministra da salvaguarda, Jess Phillips, “merece estar na prisão” por recusar um pedido de inquérito público nacional sobre o escândalo de Oldham.

Na sexta-feira, o secretário de Saúde britânico, Wes Streeting, disse que as opiniões de Musk foram “mal avaliadas e certamente mal informadas”. Ele instou Musk, um confidente próximo do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, a trabalhar com o governo no combate à questão da exploração sexual infantil.

“Então, se ele quiser trabalhar conosco e arregaçar as mangas, isso será bem-vindo”, acrescentou.

O abuso generalizado de raparigas, que surgiu há mais de uma década em várias vilas e cidades inglesas, incluindo Rochdale, Rotherham e Oldham, há muito que suscita controvérsia.

Um relatório de 2022 sobre medidas de salvaguarda em Oldham entre 2011 e 2014 concluiu que as crianças foram reprovadas pelas agências locais, mas que não houve encobrimento, apesar das “preocupações legítimas” de que a extrema direita capitalizaria “as condenações de alto perfil de predominantemente paquistaneses”. criminosos em todo o país”.

Streeting disse à ITV News que o governo levava a exploração sexual infantil “incrivelmente a sério” e que apoiava um inquérito sobre o escândalo de Oldham, mas que deveria ser conduzido localmente.

Musk parece estar tendo um grande interesse na cena política do Reino Unido desde que o Partido Trabalhista, de centro-esquerda, obteve uma vitória eleitoral esmagadora em julho de 2024, pondo fim a 14 anos de governo conservador.

Ele retuitou críticas a Starmer e à hashtag TwoTierKeir – abreviação de uma afirmação infundada de que o Reino Unido tem “policiamento de dois níveis”, com manifestantes de extrema direita tratados de forma mais dura do que manifestantes pró-palestinos ou Black Lives Matter.

Musk também comparou as tentativas britânicas de eliminar a desinformação online com as da União Soviética, enquanto durante o verão da violência anti-imigrante em todo o Reino Unido, ele twittou que “a guerra civil é inevitável”.

Na sexta-feira, ele também apoiou os apelos à realização de eleições gerais no Reino Unido, apenas seis meses após a última. “O povo da Grã-Bretanha não quer de forma alguma este governo. Novas eleições”, escreveu ele em sua plataforma X.

Musk também expressou recentemente o seu apoio a Stephen Yaxley-Lennon, o fundador da Liga de Defesa Inglesa de extrema direita, mais conhecido como Tommy Robinson e que cumpre uma pena de 18 meses de prisão por desacato ao tribunal.



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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna-2.jpg

A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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