ACRE
Ministro israelense manda a União Europeia “para o inferno”
PUBLICADO
8 anos atrásem
O ministro de Energia israelense, Yuval Steinitz, disse nesta quarta-feira (23) que a União Europeia (UE) “pode ir para o inferno” por solicitar uma investigação da suposta brutalidade policial contra manifestantes árabes-israelenses.
A UE condenou nesta terça (22) a violência da polícia em uma manifestação na cidade nortista de Haifa para protestar contra o excessivo uso da violência de Israel nos protestos na fronteira com Gaza das últimas semanas, e sugeriu ao governo israelense que investigue o ocorrido.
Steinitz garantiu em uma rádio local que pouco lhe importam as recomendações da “hipócrita” UE, que “está protegendo o Irã e o ajudará contra as sanções americanas”.
Semanas antes, em 9 de maio, Dia da Europa, o ministro elogiou os laços que unem o seu país à UE na residência do embaixador europeu em Israel, de acordo com o jornal Haaretz.
Mas nesta quarta Steinitz reclamou que a UE “persegue” Israel enquanto o Irã “executa, tortura homossexuais, viola os direitos das mulheres, apoia o terrorismo de [Bashar al] Assad, que lança armas químicas em sua gente“, informou ao mesmo jornal.
Jafar Farah, diretor da ONG Mosawa, Centro de Defesa para Cidadãos Árabes em Israel, foi um dos 21 ativistas detidos durante a manifestação de Haifa de sexta-feira, e acusou a polícia de ter quebrado seu joelho depois da detenção.
Steinitz disse que, antes do incidente, Farah já estava sendo investigado pelo Ministério de Justiça, e um porta-voz policial garantiu que o incidente “está sendo investigado”.
A UE e Israel mantêm uma longa relação de cooperação econômica e assinaram vários acordos de investimento com os 28 como um dos maiores parceiros comerciais de Israel. Por Ciberia // EFE
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
Relacionado
ACRE
Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
5 dias atrásem
18 de setembro de 2026O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.
A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).
O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
Relacionado
ACRE
Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
6 dias atrásem
17 de setembro de 2026O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.
O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.