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Miss Argentina perde título após falar mal da Miss Brasil – 14/01/2025 – De faixa a coroa

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Fábio Luís de Paula

São Paulo

A rivalidade entre Brasil e Argentina chegou ao mundo miss dias após jornalistas do país vizinho fazerem piada do Globo de Ouro conquistado por Fernanda Torres. Em anúncio oficial, a organização do Miss Universo surpreendeu toda a comunidade dos concursos de beleza ao informar que a modelo Magalí Benejam, 30, foi destituida do título de Miss Argentina 2024.

A decisão extraordinária se deu após a publicação de uma entrevista, da agora ex-miss, ao youtuber latino King Lucho. Na ocasião, ela faz declarações polêmicas —que incluíram críticas à brasileira— sobre sua experiência na 73ª edição do mundial, que aconteceu em novembro passado, no México.

“Após uma revisão completa dos comentários públicos recentes feitos pela Miss Magali Benejam, e com base em nossos princípios fundamentais, decidimos retirar imediatamente o título de Miss Universo Argentina da Miss Benejam”, inicia a nota, divulgada dias atrás.

“A decisão vem após consideração cuidadosa e se alinha com nosso compromisso de manter os mais altos padrões de conduta pessoal e profissional”, afirma outro trecho.

Na entrevista, transmitida ao vivo em 19 de dezembro no YouTube, Magalí criticou duramente o formato do Miss Universo 2024, seus donos, e questionou a legitimidade do resultado final, que coroou a dinamarquesa Victoria Kjaer, 21. Quem também não saiu ilesa dos comentários da modelo foi a atual Miss Universe Brasil, a pernambucana Luana Cavalcante, 25.

Segundo Magalí, quando tentou se aproximar de Luana durante o confinamento, a brasileira não correspondeu positivamente. Ainda de acordo com ela, por conta do comportamento da miss, foi mais que justo a Miss Brasil não ter se classificado no concurso.

“Para mim, a brasileira ficou onde tinha que ficar. Você acredita que quatro vezes que fui falar com ela em português, pois eu falo português perfeito, e ela me respondeu em inglês”, disse Magalí, em tom de indignação.

Entre outros pontos, a miss apontou que já suspeitava que a dinamarquesa venceria, pois tinha pelo menos três seguranças com ela durante os últimos dias da competição. A argentina acrescentou que sentiu os jurados da final confusos quando o Top 5 foi anunciado.

“Quando anunciaram o Top 5, vi os jurados se olhando de maneiras estranhas. Eles começaram a se olhar como se dissessem: ‘Não foi isso que escolhemos, não foi isso que eu escolhi’. Foi assim que pareceu de fora e foi aí que eu disse: ‘OK, isso está arranjado’. Sempre foi armado, todos os anos”, disse.

Magalí foi a primeira Miss Universo Argentina a ser destituída do título na história do país. Ela foi eleita no concurso nacional em maio, representando a província de Córdoba, entre um grupo de 28 candidatas de todos os cantos do país. Ela é modelo, atriz e estudante de Astrologia e, em seu perfil nas redes sociais, possui mais de 70 mil seguidores.

No Miss Universo 2024, ela entrou no classificou a Argentina no cobiçado grupo de 12 semifinalistas. A Argentina venceu o Miss Universo apenas uma única vez, em 1962, com Norma Nolan.

Confira a entrevista completa:

Fábio Luís de Paula é jornalista especializado na cobertura de concursos de beleza, sendo os principais deles o Miss Brasil e o Miss Universo.



Leia Mais: Folha

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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