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Mistério da origem do esqueleto é finalmente desvendado
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8 anos atrásem
Está finalmente explicada a origem dos esqueletos dos vertebrados, graças a raios-X superpotentes que permitiram resolver um mistério com 160 anos, em uma parceria de pesquisa entre cientistas britânicos e suíços.
Foto de capa: Primeiros vertebrados com esqueletos mineralizados eram uma espécie de peixes como o Anglaspis heintzi, um tipo de heterostracan.
Pesquisadores das Universidades de Manchester e de Bristol, no Reino Unido, e do Instituto Paul Scherrer, na Suíça, conseguiram resolver o mistério da origem dos esqueletos dos vertebrados, onde se incluem os humanos.
Os cientistas tiveram como ponto de partida um grupo de fósseis de peixes chamados heterostracans, que viveram há cerca de 400 milhões de anos, e que revelam evidências da evolução primitiva dos esqueletos vertebrados.
Os vertebrados atuais têm esqueletos construídos em osso e cartilagem, e em dentina e esmalte, que compõem os dentes. Estes tecidos são “únicos porque se tornam mineralizados à medida que se desenvolvem, conferindo ao esqueleto força e rigidez”, explica a Universidade de Manchester em comunicado.
Os heterostracans incluem “alguns dos mais antigos vertebrados com esqueletos mineralizados já descobertos”, informa a instituição.
Mas até agora, não se sabia que tipo de tecido formava os esqueletos dos heterostracans. O enigma foi finalmente resolvido com recurso à tecnologia de ponta baseada na Luz Síncrotron. Os cientistas usaram uma técnica inovadora de tomografia computorizada que recorre a raios-X de alta potência, produzidos por um acelerador de partículas, para “ver” o interior dos esqueletos dos heterostracans.
Foi assim que descobriram que “os esqueletos dos heterostracans são feitos de um tecido muito estranho chamado aspidina” que “é atravessado por pequenos tubos e não se assemelha a nenhum dos tecidos encontrados nos vertebrados atuais”, como explica o pesquisador que liderou a pesquisa, Joseph Keating, da Universidade de Manchester.
“Durante 160 anos, os cientistas se perguntaram se a aspidina é uma fase de transição na evolução dos tecidos mineralizados”, acrescenta Keating citado no comunicado da Universidade.
No estudo, publicado na Nature Ecology and Evolution, os cientistas relevam que os pequenos tubos que formam a aspidina “são vácuos que originalmente abrigavam feixes de fibras de colágeno, uma proteína encontrada na nossa pele e nos ossos”.
Keating nota, assim, que a aspidina é a evidência mais primitiva de osso nos registros fósseis.
“As descobertas mudam a nossa perspectiva sobre a evolução do esqueleto”, acrescenta o coautor do estudo, Phil Donoghue, professor da Universidade de Bristol.
“Acreditava-se que a aspidina era o percursor dos tecidos vertebrados mineralizados”, sustenta, concluindo que a pesquisa mostra que, de fato, “é um tipo de osso, e que todos esses tecidos devem ter evoluído há milhões de anos”. Ciberia // ZAP
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
25 de setembro de 2026A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.
O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.
A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Membros da Academia Acreana de Letras visitam a Ufac — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
25 de setembro de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, recebeu membros da Academia Acreana de Letras (AAL), que vieram parabenizá-lo pelo mandato e iniciar as tratativas para fortalecimento da parceria institucional, com incentivo à cultura, à literatura e à extensão acadêmica no Estado. A visita de cortesia ocorreu nesta sexta-feira, 25, na sala de reuniões da Reitoria, campus-sede.
As instituições definiram como encaminhamento a elaboração de um termo de cooperação técnica para aproximar as ações da AAL dos cursos de graduação e das pró-reitorias, com destaque para a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. A parceria busca integrar a universidade aos projetos culturais da academia, além de apoiar a realização de um grande evento comemorativo ao aniversário da AAL, previsto para este ano, entre 29 de outubro e 17 de novembro.
“Recebo a Academia Acreana de Letras com muita gratidão. Vamos aproximá-la dos nossos processos formativos e das nossas ações de extensão”, disse o reitor Josimar Ferreira. “A universidade já planeja lançar um edital na área de cultura por meio da Agência de Inovação e a academia terá um papel central nesse contexto.”
O presidente da AAL, José Dourado de Souza, ressaltou a relevância da aproximação com a Ufac. “Ficamos muito felizes em prestar essa homenagem ao reitor Josimar, uma pessoa de muita experiência e aberta ao diálogo. A academia busca esse apoio institucional e de materiais para continuar promovendo eventos culturais e ações nas escolas.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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