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Mod de Trump transforma plataforma de games em alvo – 15/01/2025 – Ilustrada

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Tiago Ribas

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A exclusão de uma modificação para o game “Marvel Rivals” que colocava o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, como Capitão América transformou a Nexus Mods, popular plataforma de alterações para jogos, em alvo de patrulhas anti-woke e de apoiadores do republicano.

Acusada de praticar censura, a plataforma afirmou em postagem no X que o mod infringiu suas políticas de uso, que desde 2020 proíbem modificações relacionadas à política americana. Lembrou também que alterações semelhantes com Joe Biden e Barack Obama foram retiradas do site pelo mesmo motivo.

“Embora tenhamos o direito de escolher o que hospedamos em nossa plataforma, não somos a autoridade sobre o que você decide ou não modificar nos seus jogos, e esses mods podem ser encontrados em outros sites”, afirmou a plataforma.

Em nota publicada em 2020, o britânico Robin Scott, dono do site, explicou a decisão de proibir modificações com temas relacionados à política americana. Ele destacou que a maioria delas eram disponibilizadas por “covardes com contas falsas, deliberadamente para tentar causar tumulto”.

“Considerando a baixa qualidade dos mods sendo enviados, as visões polarizantes que eles expressam e o fato de que uma pequena, mas vocal, parcela dos nossos usuários aparentemente não é inteligente ou madura o suficiente para debater as questões sem recorrer a xingamentos e acusações infundadas (o que reflete os problemas mais amplos que afligem o nosso mundo atualmente), decidimos lavar as mãos dessa confusão e impor uma proibição total a mods relacionados a questões sociopolíticas nos Estados Unidos“, afirmou o site à época.

Desta vez, depois dos ataques de apoiadores do presidente eleito —que, segundo Scott, incluíram ameaças de morte e acusações infundadas de pedofilia—, ele se manifestou no reddit, atribuindo a confusão a “youtubers que adoram criar polêmica”.

“É tão idiota, e essas pessoas [que atacaram a plataforma] são tão idiotas, que eu realmente não tenho paciência para isso. Não espero que nenhum dos meus funcionários tenha que lidar com esses lunáticos além de mostrar para eles a porta da rua. Então, deletamos todos os mods que vemos ou que são reportados sobre esse tema, e todas as pessoas que ficam irritadas com isso podem simplesmente seguir em frente, porque realmente não vale o nosso tempo ou esforço para nos importar”, afirmou.

De qualquer forma, toda a polêmica virou fumaça na última quinta-feira (9), quando a NetEase fez uma atualização no jogo que bloqueia o uso de qualquer modificação.

Essa não é a primeira vez que a Nexus Mods se vê envolvida em polêmicas por moderar as alterações de jogos publicadas na plataforma. Em agosto de 2022, ela baniu um usuário que criou uma conta falsa para publicar um mod que trocava bandeiras LGBTQIA+ do jogo “Spider-Man Remastered” por bandeiras americanas.

Na época, a plataforma explicou a medida afirmando que é a favor da inclusão e da diversidade e que “se acreditarmos que alguém está enviando um mod em nosso site com a intenção deliberada de ser contra a inclusão e/ou a diversidade, tomaremos medidas contra isso”.

“Não queremos e não vamos discutir isso com você. Já explicamos nossa posição e não forneceremos uma plataforma para que você distorça nosso posicionamento a fim de alimentar uma narrativa irracional e paranoica. Você pode fazer isso em outro lugar, onde não nos importaremos o suficiente para ler”, diz a nota, que convida qualquer usuário que discorde da posição a deletar sua conta.

Baseada no Reino Unido, a Nexus Mods foi criada em 2001 e ganhou popularidade inicialmente por disponibilizar alterações para games da série “The Elder Scrolls”. Com mais de 650 mil mods disponibilizados para cerca de 3.300 jogos diferentes, ela é hoje uma das mais populares plataformas de modificações do mundo, com mais de 58 milhões de usuários cadastrados. Ainda assim, o site é mantido por uma equipe relativamente pequena, com menos de 40 funcionários.


Play

dica de game, novo ou antigo, para você testar

Dynasty Warriors: Origins

(PC, PS 5, Xbox X/S)

Poucas sensações são mais prazerosas em um videogame do que passar por cima de uma série de inimigos com um personagem superpoderoso, algo que “Dynasty Warriors: Origins” fornece aos montes. Jogar este hack-and-slash levemente baseado no livro “Romance dos Três Reinos”, obra histórica chinesa sobre a luta por poder na época da dinastia Han (séculos 2 e 3), é quase catártico. Com o misterioso protagonista, o jogador tem à sua disposição um arsenal de armas para varrer centenas de inimigos do mapa a cada fase. Mas há também desafios. Eles se apresentam principalmente nos chefes, que requerem mais paciência e estratégia.

O repórter recebeu uma cópia com acesso antecipado para teste.


Update

novidades, lançamentos, negócios e o que mais importa

  • A fabricante de acessórios Genki levou para a CES (feira de eletrônicos em Las Vegas) um simulacro do Switch 2 (veja imagens obtidas pelo The Verge), mostrando detalhes ainda não revelados pela Nintendo sobre o aparelho. A empresa japonesa, porém, afirmou a um jornal do seu país que a representação do console não é oficial e não foi divulgada por ela.

  • Também na CES, a Valve anunciou que disponibilizará seu sistema operacional para computadores portáteis em aparelhos de outras marcas. O primeiro aparelho a contar com o mesmo sistema operacional do Steam Deck é o Lenovo Legion Go S, que será lançado em maio e terá também uma versão com Windows.

  • A Ubisoft adiou pela segunda vez o lançamento de “Assassin’s Creed Shadows”. O game, que era previsto para 14 de fevereiro, deve chegar às lojas apenas em 20 de março. Segundo a empresa, a medida foi tomada para que os desenvolvedores pudessem “incorporar melhor o feedback dos jogadores”.

  • Paralelamente a isso, a Ubisoft publicou um comunicado para investidores em que abre as portas para uma possível venda. A empresa anuncia a contratação de consultores para “revisar e buscar diversas opções transformadoras estratégicas e capitalistas, com o objetivo de extrair o melhor valor para os acionistas” e cita medidas de corte de gastos.

  • O governo dos EUA designou a chinesa Tencent, considerada a maior empresa de games do mundo, como uma companhia militar. A medida não gera sanções, mas pode dificultar seus negócios no país. A Tencent afirmou que a designação é um erro e entrará em contato com as autoridades americanas para reverter a classificação.

  • O desenvolvimento dos jogos da série “Call of Duty” publicados de 2015 a 2020 custaram entre US$ 450 milhões a US$ 700 milhões (cerca de R$ 2,7 bilhões a R$ 4,2 bilhões). Os dados foram divulgados pela newsletter Game File, que chegou aos valores com base em declarações de Patrick Kelly, chefe criativo da franquia, em processo decorrente de um ataque a tiros em escola no Texas, em 2022.

  • No processo, a Activision é acusada pelos familiares das vítimas de promover armas e violência para crianças com seus jogos, afirmando que o atirador de 18 anos jogava “Call of Duty” compulsivamente. A empresa pede que o processo seja arquivado e citando como justificativa sua “liberdade de expressão criativa”.

  • Ex-funcionários da divisão de games da Annapurna, que pediram demissão em massa, irão herdar o catálogo da Private Division, publicadora indie vendida pela Take-Two, afirmou a Bloomberg. Segundo a publicação, o selo foi adquirido por um fundo de investimento que pretende formar uma nova empresa com a antiga equipe da Annapurna.

  • A Microsoft anunciou que seu aplicativo do Xbox Game Pass para jogar na nuvem passará a ser disponibilizado em TVs LG ainda neste ano. Atualmente, apenas TVs da marca Samsung contam com o aplicativo.

Download

games que serão lançados nos próximos dias e promoções que valem a pena

15.jan

“Aloft” (PC)

“Runny Bunny” (PS 4/5, Xbox One/X/S, Switch)

“The Roottrees are Dead” (PC)

16.jan

“Donkey Kong Country Returns HD” (Switch)

“Montezuma’s Revenge – The 40th Anniversary Edition” (PC)

“Things Too Ugly” (PC, PS 4/5, Xbox One/X/S, Switch)

17.jan

“Dynasty Warriors: Origins” (PC, PS 5, Xbox X/S)

“Tales of Graces f Remastered” (PC, PS 4/5, Xbox One/X/S, Switch)

20.jan

“IDUN” (PC)

“Super Roboy” (PC)

21.jan

“Somber Echoes” (PC)



Leia Mais: Folha

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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard - interna.jpg

Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre

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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio-interna.jpg

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.

A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.

O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.

Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.

A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.

A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.

O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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