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Morte de Bela Karolyi, emblemática treinadora da ginasta Nadia Comaneci

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O seu nome está indiscutivelmente ligado ao de Nadia Comaneci, entre outros. A ex-técnica romena Bela Karolyi, que levou a ginasta de 14 anos ao ouro olímpico em 1976 em Montreal, morreu aos 82 anos, anunciou a Federação Americana de Ginástica (USGA) no sábado, 16 de novembro, sem especificar as causas. da morte.

“Uma grande influência na minha vida. Descanse em paz Bela Karolyi »prestou homenagem a Nadia Comaneci em sua conta do Instagram.

Bela Karolyi, romena da minoria húngara do país, foi treinadora da jovem atleta romena, lenda do ginásio, durante a sua coroação olímpica em 1976, em Montreal, com pontuação perfeita (10) e em 1980, em Moscovo. Ele então desertou para ingressar nos Estados Unidos em 1981, embora não falasse inglês. Três anos depois, ele levou a americana Mary Lou Retton ao ouro olímpico em Los Angeles.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes As verdades de Nadia Comaneci

Conhecido por sua disciplina rígida, Bela Karolyi tem sido figura polêmica como treinador nos Estados Unidos, com sua esposa Marta em seu rancho no Texas, centro nacional de treinamento entre 2001 e 2018, deixada pela equipe dos EUA após o escândalo de agressão sexual por parte do médico da federação, Larry Nassar.

Uma ginasta ferida nos braços

Quando Nassar foi condenado à prisão perpétua, vários ex-ginastas se manifestaram dizendo que os Karolyi faziam parte de um sistema que criou uma cultura opressiva que permitiu que as ações de Nassar ficassem fora de controle durante anos. Embora o casal tenha negado a responsabilidade – dizendo à CNN em 2018 que não tinha conhecimento do comportamento de Nassar – estas revelações levaram-nos a afastar-se dos holofotes.

Leia também: Artigo reservado para nossos assinantes Agressão sexual: Doutor Nassar e os silêncios cúmplices da ginástica americana

Embora tenham permitido que os Estados Unidos se tornassem uma grande potência na ginástica, os métodos de Bela Karolyi às vezes geraram polêmica.

Nas Olimpíadas de Atlanta de 1996, o treinador foi criticado notavelmente por encorajar Kerri Strug a competir no salto durante a competição por equipes, quando ela estava gravemente machucada no tornozelo. A imagem que ficou foi a de Bela Karolyi carregando a ginasta nos braços enquanto as americanas subiam ao pódio para comemorar a vitória.

Dominique Moceanu, campeão olímpico em 1996 em Atlanta sob sua direção, descreveu, neste sábado, em sua conta X, um homem com dois lados. “Bela Karolyi foi um homem cuja influência na minha vida e na ginástica de alto nível foi importante, é inegável. Ele era um indivíduo complexo, uma mistura de pontos fortes e fracos que marcavam aqueles que o rodeavam. » “Suas palavras duras e atitude crítica pesaram muito sobre mim. Se a nossa relação foi marcada por dificuldades, alguns desses momentos me forjaram e me ajudaram a encontrar o meu caminho”ela acrescentou.

Leia também, em “O pequeno comunista que nunca sorriu”, de Lola Lafon (2014): Artigo reservado para nossos assinantes “O pequeno comunista que nunca sorriu”, de Lola Lafon: Nadia Comaneci em equilíbrio

Le Monde com AP e AFP

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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