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Mostra de Cinema tem destaque de filmes brasileiros – 17/10/2024 – Cinema

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Bárbara Giovani

Só na Mostra Brasil são 56 títulos. Mas a produção nacional se espalha por outras seleções da 48ª Mostra, incluindo reapresentações de filmes antigos, títulos na Mostrinha, coproduções e obras estreantes, na seção Novos Diretores, que exibe longas de cineastas de primeira ou, no máximo, de segunda viagem.

Na lista, há destaques como “Malu”, premiado no Festival do Rio, o documentário “Apocalipse nos Trópicos”, da cineasta Petra Costa, e “Retrato de um Certo Oriente”, entre outros. Confira.

3 Obás de Xangô

Brasil, 2024. Dir.: Sérgio Machado. 77 min. Livre

Um documentário sobre a amizade dos ícones brasileiros Jorge Amado, Dorival Caymmi e Carybé.

Dias 27, às 21h40 (Reserva Cultural 2); 28, às 13h30 (Espaço Augusta 2); e 29, às 16h40 (Cinesystem Frei Caneca 6)


Amizade

Brasil, 2024. Dir.: Cao Guimaraes. 85 min. Livre

O filme se constrói como um mosaico de momentos domésticos do diretor com seus amigos, celebrando a passagem do tempo. Foi exibido no Festival Internacional de Documentários de Amsterdã.

Dias 25, às 20h40 (Cinesesc); e 27, às 14h40 (Cinesystem Frei Caneca 3)


Apocalipse nos Trópicos

Brasil, 2024. Dir.: Petra Costa. 110 min. 10 anos

O documentário, exibido no Festival de Veneza, reúne imagens dos principais políticos do país, em uma investigação sobre o controle exercido por lideranças evangélicas na política.

Dia 19, às 18h50 (Cinesystem Frei Caneca 3)


Barba Ensopada de Sangue

Brasil, 2024. Dir.: Aly Muritiba. Com: Gabriel Leone, Thainá Duarte e Roberto Birindelli. 108 min. 14 anos

Baseado no livro de Daniel Galera, conta o drama de Gabriel, que perdeu o pai. De luto, o jovem parte para a praia de Armação, onde pretende encontrar suas origens familiares. Lá, ele se vê em meio a uma trama complexa que envolve a figura misteriosa de seu avô, além de um esqueleto de baleia e da população que quer deixar o passado da cidade enterrado para sempre. Aly Muritiba já dirigiu “Ferrugem” e “Deserto Particular”.

Dias 24, às 20h20 (Cinesesc); e 28, às 18h50 (Cinesystem Frei Caneca 1)

Betânia

Brasil, 2024. Dir.: Marcelo Botta. Com: Diana Mattos, Tião Carvalho e Ulysses Azevedo. 121 min. 10 anos

Depois de perder o marido, Betânia volta para os Lençóis Maranhenses, onde sua família vive. Por lá, tradição e modernidade batem de frente.

Dia 24, às 15h (Cinesystem Frei Caneca 1)



Os Enforcados

Brasil, 2024. Dir.: Fernando Coimbra. Com: Leandra Leal, Irandhir Santos e Thiago Thomé. 123 min. 16 anos

No Rio de Janeiro, um casal herda dívidas e traições da família. Ao tentar sair dessa situação, se vê sugado por situações de violência sem fim.

Dias 20, às 21h (Cinesesc); e 26, às 13h30 (Espaço Augusta 2)



Enterre Seus Mortos

Brasil, 2024. Dir.: Marco Dutra. Com: Selton Mello, Marjorie Estiano e Danilo Grangheia. 128 min. 14 anos

Edgar Wilson trabalha em Abalurdes recolhendo animais mortos das estradas. Sua vontade é sair da pequena cidade com Nete, também sua chefe.

Dias 22, às 21h (Cinemateca – Espaço Petrobras); e 24, às 15h40 (Cinesystem Frei Caneca 2)


A Herança

Brasil, 2024. Dir.: João Cândido Zacharias. Com: Diego Montez, Yohan Levy e Analu Prestes. 80 min. 14 anos

Quando recebe a notícia da morte de sua mãe, Thomas volta ao Brasil com seu namorado, Beni. Lá, ele descobre ser o único herdeiro de uma casa que pertencia a uma avó que nunca conheceu.

Dias 18, às 21h (Cinesystem Frei Caneca 2); e 28, às 14h (Cinemateca – Sala Grande Otelo)


Lispectorante

Brasil. 2024. Dir.: Renata Pinheiro. Com: Marcélia Cartaxo, Grace Passô e Pedro Wagner. 90 min. 12 anos

Em meio a uma crise existencial e financeira, Gloria volta a sua cidade natal. Pelas fendas das ruínas de onde morou Clarice Lispector, ela vê cenas que mudam sua vida.

Dias 24, às 21h30 (Espaço Augusta 2); e 26, 15h (Reserva Cultural 2)

Malês

Brasil. 2024. Dir.: Antonio Pitanga. Com: Camila Pitanga, Rocco Pitanga e Patricia Pillar. 113 min. 14 anos

Por meio da trajetória de dois jovens muçulmanos, que foram trazidos de seus países na África, o filme recupera o episódio da Revolta dos Malês, a maior insurreição de escravizados da história do Brasil.

Dias 28, às 21h40 (Reserva Cultural 1); e 29, às 14h (Espaço Augusta 1)


Malu

Brasil. 2024. Dir.: Pedro Freire. Com: Yara de Novaes, Juliana Carneiro da Cunha e Carol Duarte. 100 min. 16 anos

Depois de um passado glorioso, mulher de meia idade enfrenta uma crise existencial enquanto tem que lidar com sua mãe conservadora e sua filha. Melhor longa de ficção no Festival do Rio.

Dia 23, às 15h15 (Cinesystem Frei Caneca 2)


Mário de Andrade, o Turista Aprendiz

Brasil. 2024. Dir.: Murilo Salles. Com: Rodrigo Mercadante, Dora Freind e Dora de Assis. 93 min. 14 anos

Baseado nas anotações do escritor, narra a sua viagem pelo rio Amazonas, em 1927.

Dias 19, às 19h (Reserva Cultural Sala 1); e 25, às 15h10 (Espaço Augusta Sala 2)


Oeste Outra Vez

Brasil. 2024. Dir.: Erico Rassi. Com: Ângelo Antônio e Babu Santana,. 97 min. 14 anos

Abandonados pelas mulheres, homens brutos se voltam uns contra os outros no sertão de Goiás.

Dias 20, às 22h (Cinesystem Frei Caneca 1); e 23, às 15h10 (Reserva Cultural Sala 1)


Para Lota

Brasil, 2024. Dir.: Ricardo Pretti e Bruno Safadi. 85 min. Livre

Narra o papel da arquiteta Lota Macedo Soares, casada com a poeta norte-americana Elizabeth Bishop e responsável pelo projeto de criação do parque do Flamengo, no Rio de Janeiro.

Dias 23, às 20h50 (Reserva Cultural 2); e 28, às 15h10 (Espaço Augusta 2)


Praia Formosa

Brasil. 2024. Dir.: Julia de Simone. Com: Lucília Raimundo, Maria d’Aires e Samira Carvalho. 90 min. 12 anos

Muanza é uma mulher que foi traficada do Reino do Congo para o Brasil em meados do século 19. Ela desperta no Rio atual, em que tempos e pessoas se entrelaçam.

Dias 20, às 21h20 (Reserva Cultura 1); e 27, às 14h40 (Cinesystem Frei Caneca 1)


Precisamos Falar

Brasil, 2024. Dir.: Pedro Waddington e Rebeca Diniz. Com: Marjorie Estiano, Alexandre Nero e Emílio de Mello. 101 min. 16 anos

Adolescentes de classe média alta agridem uma mulher em situação de rua e ela morre. Com acesso às câmeras de segurança, seus pais precisam resolver o dilema de denunciá-los ou não à polícia.

Dia 25, às 14h45 (Cinesystem Frei Caneca 3)


Salão de Baile: This Is Ballroom

Brasil, 2024. Dir.: Juru e Vitã. 94 min. 14 anos

Uma comunidade de jovens LGBTQIAPN+ que residem nas margens da baía de Guanabara, resgatam a cultura do salão de baile.

Dia 20, às 17h (Cinesesc)


Serra das Almas

Brasil. 2024. Dir.: Lírio Ferreira. Com: Julia Stockler, Mari Oliveira e Ravel Andrade. 121 min. 14 anos

Um roubo de joias reúne um antigo grupo de amigos em Pernambuco, vigiado por fantasmas do passado.

Dias 25, às 19h30 (Reserva Cultural 1); e 27, às 18h10 (Cinesystem Frei Caneca 1)


Ulisses

Brasil. 2024. Dir.: Cristiano Burlan. Com: Rodrigo Sanches, Ana Carolina Marinho e Lorena Lobato. 72 min. 10 anos

A caminho de casa, o protagonista se vê vagando, perdido entre lembranças que o levam para lugares que ele não reconhece.

Dias 22, às 21h15 (Cinesesc); 25, às 13h30 (Espaço Augusta Sala 2); e 257, às 17h45 (Cinesystem Frei Caneca 2)

A Última Banda de Rock

Brasil. 2024. Dir.: Lírio Ferreira. 120 min. 12 anos

O documentário mostra a trajetória da banda Cachorro Grande.

Dias 23, às 20h20 (Cinesesc); 27, 17h30 (Cineclube Cortina); e 28, às 16h50 (Reserva Cultural 1)


A Vilã das Nove

Brasil. 2024. Dir.: Teodoro Poppovic. Com: Karine Teles, Camila Márdila e Alice Wegmann. 104 min. 14 anos

Na melhor fase de sua vida, Roberta descobre que a novela “A Má Mãe” é baseada em sua vida.

Dias 23, às 21h30 (Cinemateca – Espaço Petrobras); e 26, às 15h (Reserva Cultural 1)


Virginia e Adelaide

Brasil. 2024. Dir.: Jorge Furtado e Yasmin Thayná. Com: Gabriela Correa e Sophie Charlotte. 96 min. 12 anos

Narra a história do encontro de duas mulheres extraordinárias: a brasileira Virgínia Bicudo e a alemã Adelaide Koch.

Dias 25, às 21h50 (Cinesystem Frei Caneca 1); e 29, às 13h30 (Espaço Augusta 2)


Todo Mundo (Ainda) Tem Problemas Sexuais

Brasil. 2024. Dir.: Renata Paschoal. Com: Dudu Azevedo, Letícia Lima e Sophia Abrahão. 72 min. 14 anos

Baseado na obra de Domingos Oliveira, o filme conta, sem pudor, quatro histórias curtas sobre relacionamentos amorosos.

Dias 24, às 22h10 (Cinesystem Frei Caneca 2); 26, 13h30 (Reserva Cultural 2); e 29, às 13h45 (Cinesystem Frei Caneca 5)



Leia Mais: Folha

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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre

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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural---todos.jpg

Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.

Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.

Cultivo do cacaueiro

O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.

“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”

Bananicultura no Acre

A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.

“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”

Mulheres na gestão

A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.

“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.

Milho e inflação

O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.

“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”

 



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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física-interna.jpg

A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.

A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.

O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.

“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.

O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.

A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”

 



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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre

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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos-interna.jpg

Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.

A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.

Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.

 



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