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Mostra de Patti Smith estreia em SP – 28/01/2025 – Passeios
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1 ano atrásem
Isabela Bernardes
São Paulo oferece diversas exposições para quem deseja explorar a arte e a história entre os dias 31 de janeiro e 6 de fevereiro. Entre as opções, estão “A Amazonia”, uma mostra da cantora Patti Smith e do grupo Soundwalk Collective, que reflete sobre a floresta amazônica. Além de uma reabertura da mostra “Anne Frank: Deixem-nos Ser”, no Unibes Cultural, com a recriação do esconderijo da família Frank durante a Segunda Guerra Mundial.
A seguir, veja as dicas de exposições da semana:
A Amazonia
É fruto de uma parceria de mais de uma década entre o Soundwalk Collective e a cantora Patti Smith, dentro do projeto ‘Correspondences’. A mostra inclui videoinstalações e desenhos com pigmentos naturais em um trabalho que reflete sobre a floresta amazônica. Destaque para o filme ‘Burning 1946-2024’, que narra a devastação florestal, e ‘Rima’, uma viagem cinematográfica pelo rio Amazonas com poema de Smith. A exposição também exibe desenhos inéditos de Stephan Crasneanscki.
Casa Iramaia- r. Iramaia, 105, Jardim Europa, região oeste. Seg. a sex., das 11h às 19h. De 1º a 8/2. Grátis, com retirada de ingressos em calendly.com/casairamaia
Anne Frank: Deixem-nos Ser
Reaberta em janeiro, reproduz o anexo onde a família Frank, de origem judaica, viveu durante dois anos no período da Segunda Guerra Mundial. O esconderijo em Amsterdã, na Holanda, é descrito por Anne em seu diário.
Unibes Cultural – r. Oscar Freire, 2.500, Sumaré, região oeste. R$ 20 (inteira) em Sympla. Sex., grátis. Qua. a sex., das 13h30 às 20h. Sáb., dom. e feriados, das 11h às 20h. Até 27/4
Cícero Dias – com Açúcar, com Afeto
Com 42 obras, traz núcleos temáticos que abordam as fases da carreira do artista e sua relação com Pernambuco, onde nasceu. Inclui aquarelas dos anos 1920, pinturas surrealistas dos anos 1940 e obras abstratas dos anos 1950, com destaque para o quadro nunca exposto no Brasil, “Cabaré” (1920).
Farol Santander – r. João Brícola, 24, Centro. Ter. a dom., das 9h às 20h. Ingr.: R$ 40 em Farol Santander
Indomináveis Presenças
Trata da imaginação da comunidade negra indígena queer com cem obras entre gravuras, fotografias, pinturas, performances, esculturas e arte gerada por IA.
CCBB- r. Álvares Penteado, 112, Centro. Qua. a seg., das 9h às 20h. De 5/2 a 7/4. Grátis, com retirada de ingressos em ccbb.com.br ou na bilheteria
Memorabilia: Colecionando Memórias da Cidade de São Paulo
A mostra exibe iconografias, pinturas, esculturas e objetos comemorativos da cidade. Ao longo do período acontecem atividades educativas e visitas mediadas.
Museu de Arte Sacra- av. Tiradentes, 676, Luz, região central. Ter. a dom., das 9h às 17h. Até 9/3. Ingr.: R$ 6 (inteira), com entrada grátis aos sábados
Monalisas Brasileiras
Homenageia 25 mulheres brasileiras, entre elas Elza Soares e Tarsila do Amaral. As pinturas do artista Dilson Cavalcanti foram feitas com técnicas e influências do pop art para criar retratos que sobrepõem os rostos das homenageadas ao de Monalisa.
Galeria Edmondo Biganti- av. Ipiranga, 344, Centro. Seg. a sex., das 8h às 18h. Sáb., das 10h às 18h. De 5 a 28/2. Grátis
Ygapó: Floresta Encantada de Águas
Apresenta 14 imagens capturadas no Pará com cianotipia, técnica de impressão de 1842. As fotos exploram a conexão entre a natureza amazônica e a fabulação.
Caixa Cultural São Paulo- pça. da Sé, 111, Centro, tel. (11) 3321-4400. Ter. a dom., das 9h às 18h. Até 2/3. Grátis
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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