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Motorista preso em acidente que matou idoso em via de Rio Branco é solto após pagar fiança de R$ 10 mil

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O motorista Burno Bader, de 22 anos, que foi preso após o acidente que matou o idoso José Vicente de Souza, de 66 anos, no último sábado (25), na Via Chico Mendes, em Rio Branco, foi liberado após pagar fiança de R$ 10 mil.

De acordo com o Batalhão de Trânsito, o idoso tentava atravessar para o estádio Arena da Floresta, quando foi atingido por um carro conduzido por Bader. Segundo a polícia, não chovia e não havia buracos na via.

Em depoimento, o motorista disse que seguia do bairro Xavier Maia, para um aniversário na Vila Acre quando o idoso tentou atravessar a via olhando preocupado para os carros e não percebeu a freagem do veículo dele que se aproximava. O motorista informou que ainda tentou jogar o carro para a outra pista, mas não conseguiu e acabou atingindo Souza.

O g1 entrou em contato com a defesa do motorista que preferiu não se manifestar. A família do idoso também preferiu não falar sobre o caso.

O carro transitava no sentido Centro/Bairro e atingiu a vítima, que estava a pé. O motorista fez o teste do bafômetro, que deu negativo, e foi conduzido à Delegacia de Flagrantes (Defla) para prestar esclarecimentos.

Na Defla, onde prestou depoimento, foi estabelecida a fiança, conforme informações do processo. Em decisão, a justiça homologou a prisão em flagrante do motorista, e também a fiança paga por ele que deve aguardar a conclusão das investigações em liberdade.

“Ao analisar os autos, não vislumbro periculosidade no agente, trata-se de indiciado primário, portador de bons antecedentes, residência fixa, assim não se encontram presentes os requisitos do artigo 312 do CPP [prisão preventiva], razão pela qual entendo possível responder ao procedimento em liberdade, não havendo elementos para decretação da prisão preventiva”, diz a decisão.

José Vicente foi atropelado quando atravessava para o Arena da Floresta, em Rio Branco — Foto: Arquivo pessoal

José Vicente foi atropelado quando atravessava para o Arena da Floresta, em Rio Branco — Foto: Arquivo pessoal

Dentista morta

Em um intervalo de menos de uma semana, pelo menos dois acidentes com vítimas fatais foram registrados na capital acreana. Na quarta-feira (29), a dentista Maria Josilayne Ferreira Duarte, de 24 anos, morreu após ser atingida pela jovem Gabrielly Lima Mourão, de 19 anos.

Gabrielly também foi presa em flagrante, mas foi solta após passar por audiência de custódia e pagar R$ 2,2 mil de fiança.

O grave acidente ocorreu na Estrada da Floresta por volta de 22h. Segundo a polícia, Gabrielly perdeu o controle da direção, bateu contra a mureta que divide as duas pistas, capotou e bateu de frente contra a motociclista que seguia no sentido contrário. A jovem Maria Josilayne morreu no local antes mesmo de receber atendimento.

Gabrielly não tinha carteira de habilitação e foi autuada pelo crime de homicídio culposo – quando não há intenção de matar. Ela chegou a ser levada ao Pronto-socorro de Rio Branco se queixando de dores e recebeu alta médica após passar por especialistas. Ainda no hospital, a Polícia Civil fez o interrogatório da jovem, que preferiu ficar em silêncio.

Com informações de G1Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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