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Mulher acorda do coma sem falar e canta música de Adele inteirinha
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2 anos atrásem
Depois de sofrer um grave acidente e ficar um mês em coma, essa mulher acordou e, mesmo sem conseguir falar nada, cantou uma música da Adele inteirinha. Emocionante!
A britânica Georgia Scully teve críticas fraturas depois da batida em agosto de 2022, além de uma hemorragia e lesão cerebral. Os médicos chegaram a alertar a família que, caso ela acordasse, poderia não voltar a andar ou falar.
No entanto, ela desafiou a medicina e fez da música uma ferramenta poderosa. A assistente do hospital pediu à irmã de Georgia que fizesse uma playlist com as músicas favoritas da paciente. Para surpresa de todos, quando a música tocou, a jovem acordou e começou a cantar Someone Like You, de Adele. Que emoção!
O diagnóstico era grave: costelas quebradas, pulmões comprometidos, baço rompido e uma lesão cerebral severa.
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O coma
Durante semanas, a família aguardava alguma notícia boa, mas nada parecia dar certo.
Sem apresentar melhora, Georgia seguia em coma e os pais, Sharon e Darren Scully, foram preparados para o pior.
As esperanças eram poucas e, se acordasse, teria graves sequelas para o resto da vida.
Playlist especial
Um mês depois a jovem despertou. Mesmo assim, o cenário não era positivo. Georgia continua, na maior parte do dia, a dormir.
Outra condição era a fala. A menina não conseguia se comunicar com ninguém. A ideia que mudou tudo veio de uma assistente social, que sugeriu tocar música para a paciente.
A irmã mais nova, Nicole, topou a ideia e preparou uma playlist especial com as músicas favoritas de Georgia.
O canto como fala
De repente, uma grande emoção tomou conta do ambiente.
“Estávamos sentados ao lado da cama dela, esperando que ela falasse, mas ela simplesmente começou a cantar, cantando Adele para toda a ala. Ela cantou a música palavra por palavra, embora não conseguisse se comunicar conosco”, disse a mãe, muito emocionada.
Naquele momento, ela percebeu que a filha iria se recuperar. “Foi o momento decisivo e o primeiro sinal de que tínhamos um pedaço da nossa Georgia de volta conosco”, completou em entrevista ao Yorkshire Live.
A partir dali, as esperanças retornaram e a jovem seguiu em plena recuperação.
Em casa com família
Depois de um longo processo de reabilitação, a adolescente aprendeu a andar e falar. Ela também precisou superar uma amnésia pós-traumática.
Por algum tempo acreditou que tinha 16 anos e estava no colégio, mesmo tendo 23.
Hoje, dois anos após o acidente, ela já retomou as atividades diárias como pegar ônibus sozinha e voltar à academia.
“Demorou dois anos para chegar até aqui e sei que tenho um longo caminho a percorrer. Mas tenho minha família, amigos e o Day One ao meu lado para enfrentar o que o futuro reserva. Não sei o que teríamos feito sem o Day One Trauma Support em nossas vidas, eles foram nossa tábua de salvação em nosso momento de necessidade”, comemorou.
A jovem passou por uma grande recuperação, mas voltou a andar e falar. – Foto: Day One

Depois de escutar a playlist preparada pela irmã, Georgia cantou a música completa de Adele. – Foto: Luke Brooker
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Licenciatura Indígena realiza defesa de TCCs em aldeias no Juruá — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
23 de outubro de 2026O curso de Licenciatura Indígena, do campus Floresta da Ufac, realizou o 1º Seminário Acadêmico de Apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). O evento possibilitou a defesa de 16 trabalhos nas aldeias Barão, da terra indígena Puyanawa, em Mâncio Lima (AC), e Morada Nova, na terra indígena Katukina/Kaxinawá, em Feijó (AC). As atividades ocorreram entre 25 de setembro e 2 de outubro, envolvendo estudantes, professores, egressos do curso, pós-graduandos e as comunidades locais.
Os TCCs defendidos nas aldeias são de autoria de discentes que ingressaram na Ufac em 2023 e deverão colar grau no início de 2027. Os temas das pesquisas contemplaram variados aspectos da vida indígena, abrangendo história, biografia, mitologia, organização política, território, medicina tradicional, grafismos, gênero, terminologias linguísticas, educação especial, atividade cinegética e rituais tradicionais.
A viabilização das defesas nas aldeias ocorreu pela primeira vez em 18 anos de existência da graduação e está de acordo com a pedagogia da alternância, pela qual parte da carga horária do curso é realizada nas comunidades indígenas dos alunos, por meio de pesquisa e extensão. Os recursos para realização do evento foram provenientes de projeto de extensão com o mesmo nome do seminário.
As bancas de avaliação foram compostas por docentes do curso, egressos de outras turmas da Licenciatura Indígena e egressos indígenas de outros cursos da Ufac, inclusive da pós-graduação. Também compuseram algumas bancas pessoas reconhecidas por suas comunidades com “notório saber”, expediente previsto no regulamento de TCC do curso. Além de familiares dos estudantes e moradores das aldeias, indígenas de outras etnias estiverem presentes no seminário.

Organização
A atividade no município de Mâncio Lima, que é vizinho ao campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), ocorreu num só dia, em 25 de setembro, com a defesa de dois TCCs. Já para o evento em Feijó foi necessário um deslocamento de ônibus, com duração de quase seis horas, em 30 de setembro, até o porto da cidade. E, à noite, uma embarcação levou cerca de 20 pessoas até a aldeia Morada Nova, onde houve uma recepção musical para o grupo. Na manhã do dia seguinte começaram as defesas, que prosseguiram até 2 de outubro.

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Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
22 de outubro de 2026A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.
Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.
Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.
Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.
Herbário
O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.
Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.
A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.
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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
21 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.
A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.
Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.
Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”
A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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