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Mulher acusada após a morte do agente de patrulha dos EUA em tiroteio perto da fronteira canadense | Vermont

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Associated Press

Uma mulher do estado de Washington foi acusada pelo tiroteio fatal de um agente de patrulha de fronteira dos EUA durante uma parada de trânsito de Vermont que aconteceu dias depois que as autoridades começaram a vê -la e um companheiro alemão, que também morreu no tiroteio na rodovia, o FBI disse na sexta -feira.

Teresa Youngblut, 21, enfrenta duas acusações de armas em conexão com A morte do agente da patrulha de fronteira David Maland44, que morreu na segunda -feira durante o tiroteio em Coventry, uma pequena cidade a cerca de 32 quilômetros da fronteira canadense.

De acordo com uma declaração do FBI, um agente de fronteira parou Youngblut e Felix Bauckholt na Interstate 91 para realizar uma inspeção de imigração. Na época, Bauckholt parecia ter um visto expirado de acordo com um banco de dados do Departamento de Segurança Interna dos EUA – mas os investigadores confirmaram mais tarde que seu visto era atual, disse o FBI na sexta -feira.

Youngblut, que estava dirigindo o carro de Bauckholt, saiu e abriu fogo contra Maland e outros oficiais sem aviso prévio, alega o FBI. Bauckholt tentou desenhar uma arma, mas foi morto a tiros, afirma a declaração.

Pelo menos um agente de fronteira disparou contra Youngblut e Bauckholt, mas as autoridades não especificaram cujas balas atingiram quem.

“Os eventos que levam a essa acusação demonstram tragicamente como os homens e mulheres da aplicação da lei colocam suas vidas regularmente na linha enquanto tentam manter nossas comunidades e nosso país em segurança”, disse o advogado interino dos EUA, Michael Drescher, em comunicado.

“Pretendemos honrá -los e a memória do agente da patrulha de fronteira Maland, cumprindo nossas tarefas de promotoria para que a justiça possa ser feita”.

Os investigadores estavam realizando “vigilância periódica” de Youngblut e Bauckholt desde 14 de janeiro, depois de um funcionário de um hotel em que eles estavam hospedados relataram preocupações depois de ver Youngblut carregando uma arma e ela e Bauckholt usando equipamentos táticos pretos, de acordo com a declaração.

Os investigadores tentaram questionar a dupla, que disse que estava na área que procurava comprar imóveis, mas se recusou a ter uma conversa prolongada, disse o FBI.

Cerca de duas horas antes do tiroteio, os investigadores assistiram a Bauckholt sair de um Walmart em Newport, que fica ao norte de Coventry, com dois pacotes de papel alumínio.

De acordo com a declaração, ele foi visto envolvendo objetos não identificáveis ​​enquanto estava sentado no banco do passageiro.

Durante uma busca no carro após o tiroteio, as autoridades encontraram celulares embrulhados em papel alumínio, um capacete balístico, óculos de visão noturna, respiradores e munição, disse o FBI. O também encontrou um pacote de alvos de campo de tiro, incluindo alguns que foram usados, rádios de mão dupla, cerca de uma dúzia de “dispositivos eletrônicos”, informações sobre viagens e hospedagem para vários estados e um diário aparente.

O escritório do defensor público que representará Youngblut não respondeu imediatamente a um correio de voz buscando mais informações. Um homem alcançou uma listagem por telefone para a família de Youngblut, no estado de Washington, se identificou como avô de Youngblut e se recusou a comentar. Ninguém respondeu à porta de uma casa em Seattle associada ao nome de Youngblut, e os vizinhos se recusaram a comentar.

A tia de Maland, Joan Maland, recusou em nome de sua família para comentar a prisão. A família emitiu uma declaração expressando gratidão pelo apoio que haviam recebido.

“Pensar que as pessoas que nunca conheceram David Christopher Maland pessoalmente alcançariam condolências e belas palavras de apoio estão além da nossa imaginação”, disseram eles. “Do fundo de nossos corações, obrigado. Nossa tristeza continua, continue orando por nós. ”



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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