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Mulher conclui Ensino Médio aos 41, faz graduação aos 47 e passa em concurso aos 49
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2 anos atrásem
Desistir, jamais! Esta mulher, filha de empregada doméstica e eletricista, se formou no ensino médio aos 41 anos, fez curso superior e aos 49, passou em concurso público para escrivão de Justiça de São Paulo.
“Se a gente se dedicar 100% a gente consegue mudar a história, mudar tudo. É com estudo mesmo que se muda. Tem que se dedicar 100%, não pode ser 90% nem 80%”, ensinou a mais nova policial chamada Simone Veloso.
Para sobreviver, enquanto estudava, ela trabalhou como motorista de aplicativo e vendeu água de coco. Como não tinha computador, Simone assistia as aulas on-line pelo telefone e, para economizar usava os cadernos da filha.
Determinação do concurso
A mulher contou que sua meta era passar no concurso para escrivão, exatamente como ocorreu.
Meu plano de ensino eram assistir as aulas, fazer os exercícios e anotar todos os detalhes.
“Eu coloquei na cabeça: esse concurso vai me tirar [o foco]”, disse Simone. “Não tem nada no mundo que se compare [a essa alegria]”, disse Simone ao Gran Cursos.
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Perseverança e foco
Simone brinca que jamais gostou de estudar. Mas que, ao decidir, que passaria em um concurso público, tudo mudou. Passou a se dedicar totalmente para os estudos.
“Enquanto estava estudando, eu deixei de assistir novelas e televisão”, contou ela. “
Mesmo sem computador, estudando pelo celular e pela TV, Simone nunca deixou as dificuldades a impedirem de seguir em frente.
Dicas da Simone
A mulher disse que elegeu três aspectos são fundamentais na sua lista de dicas para concurso público.
- Manter o foco;
- Estudar sempre, sem perder as metas;
- Aproveitar todo o tempo
Pobreza extrema
A falta de estímulo na infância e na adolescência fez com que Simone se distanciasse dos estudos. “Não tenho boa lembrança nem saudades nenhuma”, desabafou.
Sem condições financeiras, a mulher começou a trabalhar aos 14 anos, sendo levada a deixar a escola. “Não gostava de estudar, mas gostava de ler. Com isso meu português era bom”, disse.
Porém, uma “chave” mudou, quando ela percebeu que tinha condições de passar em concurso público. Foi aí que resolveu terminar o ensino médio e, passar o vestibular.
Simone Velozo, aos 49, foi aprovada no concurso para escrivão a Polícia Civil de SP. Não tinha computador nem caderno. Foto: Gran Cursos
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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre
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6 horas atrásem
10 de setembro de 2026Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.
A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.
Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.
Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.
A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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