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Mulher piloto de navio aos 24 anos mostra como trabalha e vídeo viraliza; veja

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Mulher e piloto, a carioca Geórgia Alves, de 24, mostra a rotina diferente da profissão que escolheu com graça e humor. – Foto: @georgiaalvess

Aos 24 anos, a carioca Geórgia Alves manda muito. A jovem mulher é piloto de navio de tripulação e mostra o dia a dia do seu trabalho. Essa rotina muito diferente virou uma série de vídeos que viralizaram.

A piloto faz de tudo um pouco e logo avisa: a profissão VAI além de comandar um navio. Segundo ela, o piloto cuida de mil e uma burocracias, é responsável por toda a manutenção, segurança e estrutura para manobras.

Geórgia está atualmente como piloto de um navio nas Filipinas. Apesar dos desafios, a jovem demonstra adorar o que faz e o melhor: mantém a brasilidade em tudo. Não perde a oportunidade de fazer brincadeiras e piadas e jamais deixa a dieta de lado.

Nas redes sociais, Geórgia tem mais de 25 mil seguidores. São pessoas curiosas que querem saber tudo o que se passa em um navio e como é a rotina de um piloto, sobretudo mulher.

“Meus parabéns de verdade! Ouço que é bem puxada a prova para entrar e também o curso em si”, afirmou uma seguidora.

Outra, muito bem-humorada, se pergunta: “Por que diabos eu nunca me interessei por essas coisas diferentes? Sempre as mesmas profissões”.

Formação para piloto

No Brasil, há a Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante (EFOMM) que oferece dois cursos, Náutica e Máquinas.

Os cursos, com duração de três anos em regime de internato, incluem: atividades acadêmicas, atividades militares, atividades extraclasse e estágio obrigatório a bordo de embarcações mercantes.

Ao terminar o curso, os alunos são declarados Bacharel em Ciências Náuticas e passam a integrar o Quadro de Oficiais da Reserva não remunerada da Marinha do Brasil, no posto de 2º Tenente.

Exigências mínimas

As exigências mínimas são:

  • Ser Oficial da Marinha, do Corpo da Armada ou de Fuzileiros Navais
  • Concluir o Curso de Aperfeiçoamento em Aviação para Oficiais (CAAVO)
  • Passar por uma bateria de exames médicos e psicotécnicos
  • Realizar o Estágio Básico de Asa Rotativa (EBAR)
Com humor e graça, a carioca Geórgia Alves, de 24, é mulher e piloto. Ela mostra o dia a dia em um navio como embarcada. Foto: @georgiaalvess

Com humor e graça, a carioca Geórgia Alves, de 24, é mulher e piloto. Ela mostra o dia a dia em um navio como embarcada. Foto: @georgiaalvess

Veja o vídeo da Geórgia, piloto de navio, com apenas 24 anos:

 

@georgiaalvess e aí, sabiam de alguma? #pilotodenavio #marinhamercante⚓ #vaiprofycaramba ♬ Walking Around – Instrumental Version – Eldar Kedem

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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