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Mulher presa por ajudar mulheres chinesas a viajar para dar à luz em nós | Califórnia
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2 anos atrásem
Associated Press
UM Califórnia A mulher foi condenada na segunda-feira a mais de três anos de prisão em um caso de longa duração por um negócio que ajudou as mulheres chinesas grávidas a viajar para os Estados Unidos para entregar bebês que se tornaram cidadãos americanos automaticamente.
R Gary Klausner, um juiz distrital dos EUA, deu a Phoebe Dong uma sentença de 41 meses. Dong e seu marido foram condenados em setembro por conspiração e lavagem de dinheiro através de sua companhia, EUA, Baby Happy.
Durante a audiência de sentença no Tribunal Federal de Los Angeles, Dong enxugou as lágrimas ao se lembrar de crescer sem irmãos devido à estrita política de “filho único” da China. Ela disse ao tribunal federal em Los Angeles que o governo chinês forçou sua mãe a fazer um aborto.
Os promotores federais argumentaram que Dong e seu agora separado marido Michael Liu ajudaram mais de 100 mulheres chinesas grávidas a viajar para os Estados Unidos. As autoridades disseram que a dupla treinou mulheres sobre como enganar as autoridades aduaneiras voando para os aeroportos que se acredita serem mais negligentes enquanto usavam roupas soltas para esconder a gravidez.
“Por dezenas de milhares de dólares cada, a réu a ajudou a inúmeras autoridades dos EUA e a comprar cidadania americana para seus filhos”, disseram os promotores em documentos judiciais.
Os promotores federais se recusaram a comentar após a sentença.
Dong disse ao tribunal que se mudar para os Estados Unidos havia sido um desafio, mas que ficou esperançoso depois de ter três filhos. Ela se tornou cidadã americana e disse que viu que poderia ajudar as mulheres chinesas que buscam ter filhos adicionais perto de sua casa na Califórnia.
“Não quero perder meus filhos”, disse ela ao tribunal. “Espero que você possa me dar um julgamento justo. Vou assumir toda a minha responsabilidade. ”
Em dezembro, Liu também foi condenado a 41 meses de prisão. A advogada de Dong, John McNicholas, pediu que ela pudesse cumprir seu mandato depois que Liu concluiu sua sentença por causa de seus filhos. O mais novo tem 13 anos.
O juiz Klausner recusou e a levou em custódia imediatamente. Ela removeu um colar e deu a um membro da família antes de ser levada fora.
McNicholas disse que Dong apelaria.
A cidadania da primogenitura foi lançada nos holofotes nos Estados Unidos com o retorno de Donald Trump à Casa Branca. Na semana passada, Trump emitiu uma ordem executiva para restringir a definição de cidadania da primogenitura. Foi rapidamente bloqueado por um juiz federal que o chamou de “flagrantemente inconstitucional”. A ordem foi contestada pelos Procuradores -Gerais para 22 estados.
Dong e Liu estavam entre mais de uma dúzia de pessoas acusadas de uma repressão da era Obama nos chamados esquemas de “turismo de nascimento” que ajudaram as mulheres chinesas a esconder suas gestações enquanto viajavam para os Estados Unidos para entregar bebês. Tais negócios operam há muito tempo na Califórnia e em outros estados, atendendo a pessoas da China, Rússia, Nigéria e outros lugares.
O principal sorteio para esses viajantes é que, sob a 14ª emenda, qualquer criança nascida nos Estados Unidos é um cidadão americano. Muitos pais que se envolveram no chamado “turismo de nascimento” acreditam que isso poderia ajudar seus filhos a garantir uma educação universitária dos EUA e proporcionar esperança para seus futuros-especialmente porque os próprios turistas podem se candidatar a residência permanente quando o filho americano completar 21 anos. Mulheres grávidas podem Viaje para os Estados Unidos, mas mentir para nós, funcionários consulares e de imigração sobre as razões para isso não é permitido.
O caso do bebê feliz dos EUA fazia parte de uma investigação mais ampla sobre empresas ajudando mulheres chinesas a viajar para dar à luz na Califórnia. Acredita -se que o operador de outro negócio tenha fugido para a China, disse McNicholas em documentos judiciais. Um terceiro foi condenado em 2019 a 10 meses de prisão, depois de se declarar culpado de conspiração e fraude de visto por administrar a empresa conhecida como “You Win USA”.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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